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Léo Gago revela que volta ao Coritiba no início do ano esbarrou em Carpegiani

Léo Gago, volante de 34 anos, durante a partida do Cianorte com o Atlético, na Arena da Baixada. | Antônio More/Gazeta do Povo
Léo Gago, volante de 34 anos, durante a partida do Cianorte com o Atlético, na Arena da Baixada. Antônio More/Gazeta do Povo
 
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Rival do Coritiba no duelo da semifinal contra o Cianorte, domingo (23), no Couto Pereira, o volante Léo Gago por pouco não retornou ao Alto da Glória no início da temporada. O convite partiu do diretor institucional alviverde, Ernesto Pedroso, em dezembro do ano passado, após a passagem do atleta pelo futebol amador de Curitiba.

“Eu conversei com o Pedroso e ele me disse que não tinha gostado de me ver jogar no futebol amador. Ele disse que acreditava no meu potencial e queria me dar mais uma chance”, revela o jogador de 34 anos, que ainda levantou o caneco da Suburbana pelo Iguaçu.

TABELA: Confira os confrontos do Paranaense 2017

Mas a contratação foi vetada pelo técnico Paulo César Carpegiani, demitido em fevereiro. “Eu fiquei muito triste. Foi falado que no elenco já tinham muitos volantes e acabou não dando certo. Então veio o convite do Cianorte e para eu por poder jogar o Estadual”, conta Léo Gago. O Coritiba conta atualmente com Alan Santos, Edinho, João Paulo, Daniel, Jonas, Matheus Galdezani e Fabrício para o setor.

O jogador diz ainda que sonha em voltar ao Coxa. Em 2010, Léo Gago foi campeão da Série B e no ano seguinte participou da histórica sequência de 24 vitórias consecutivas pelo Alviverde – a maior da história no futebol brasileiro. Na mesma temporada, foi vice-campeão da Copa do Brasil.

“Eu fiquei muito emocionado quando teve o convite. Mas quem sabe eu não possa voltar. Eu tenho o desejo muito grande voltar a vestir essa camisa”, garante Léo Gago. “Eu estou me empenhando no Cianorte porque é uma vitrine para nós jogadores”, complementa.

Amizade com Kléber

Sobre o duelo da semifinais, Léo Gago terá um encontro especial com Kléber. Os dois são grandes amigos e mantêm contato com frequência. “O Kléber é um cara muito especial para mim. Nossas esposas são amigas, nossos pais jogam baralho juntos e sempre fazemos churrasco entre as famílias. Ele é um cara do bem e muita gente tem uma imagem errada sobre ele. Mas no jogo eu não vou aliviar”, brinca.

O Gladiador, artilheiro do Estadual com nove gols, não jogou contra o Cianorte na primeira fase e estava suspenso na derrota coxa-branca por 1 a 0 no Albino Turbay, na ida da semifinal. “Nós fizemos uma vantagem boa, mas pequena. E com a volta do Kléber, temos que ficar ligados. Ele não pode ficar sozinho dentro da área, se não ele faz”, alerta o volante.

Para chegar à final do Paranaense, o Coritiba terá de vencer por dois gols de diferença. O triunfo por vantagem mínima leva a decisão para os pênaltis. Já o empate dá a vaga ao Cianorte. Não há peso extra para os gols feitos fora de casa.

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