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troca de comando

No adeus do Coritiba, Ney Franco pede ao grupo para manter mobilização na luta contra o rebaixamento

Ney Franco concorda com a demissão, mas se diz frustrado por deixar o trabalho antes do fim do Brasileiro. | Antônio More/Gazeta do Povo
Ney Franco concorda com a demissão, mas se diz frustrado por deixar o trabalho antes do fim do Brasileiro. (Foto: Antônio More/Gazeta do Povo)

Demitido na última terça-feira (3), após pressão dos conselheiros, o técnico Ney Franco pediu para o grupo do Coritiba não jogar a toalha na luta contra o rebaixamento reta final do Brasileirão. O treinador, que ainda está em Curitiba, diz estar à disposição do interino Pachequinho, olheiro do clube e ídolo nos anos 90 que comandará a equipe contra o líder Corinthians, sábado (7), para fazer a transição do comando.

“O grupo tem de se fechar ainda mais. Não pode haver desmobilização”, pediu Ney Franco em entrevista ao programa Redação, do canal SporTV. “Embora o Coritiba tenha tido cinco resultados adversos nas últimas rodadas, tem um grupo que trabalha com afinco”, enfatiza Ney Franco. “Os jogadores se propuseram a ir a campo e jogar quando os salários estavam atrasados”, reforça.

Ney Franco se diz frustrado com a demissão do Coritiba. Mas concorda com a decisão do presidente Rogério Bacellar, pela pressão que ele vinha passando pelos maus resultados - o Coxa não vence há seis jogos, sendo cinco derrotas.

“Sei que não era a vontade dele, mas entendo que o presidente estava estava muito pressionado pelo torcedor. E há também a pressão interna dos conselheiros”, declarou Ney Franco em entrevista ao program Redação do canal SporTV. “Concordo com a decisão, mas deixo o clube frustrado por deixar o trabalho no meio do caminho”, completa o treinador.

O Coxa ainda não tem um nome para ser o novo técnico, mas cogitam-se os nomes de Adilson Batista, René Simões e Claudinei Oliveira.

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