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Rildo fratura mandíbula e desfalca o Coritiba na reta final do Paranaense

O atacante Rildo, de 28 anos, não consegue emplacar uma temporada sem se lesionar com alguma gravidade. | Albari Rosa/Gazeta do Povo
O atacante Rildo, de 28 anos, não consegue emplacar uma temporada sem se lesionar com alguma gravidade. Albari Rosa/Gazeta do Povo
 
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O atacante Rildo fraturou a mandíbula durante o treinamento da última sexta-feira (7) e deve perder a reta final do Estadual. O atleta já passou pelo procedimento cirúrgico após o choque em uma dividida durante os treinos no CT da Graciosa.

O técnico Pachequinho lamentou o desfalque. “Vamos perder um jogador importante. Mas é uma lesão que talvez não tenha o período longo de inatividade”, torce o treinador. A expectativa é de que em um mês, no início do Brasileirão, Rildo retorne aos gramados.

TABELA: Confira os confrontos da fase final do Paranaense 2017

As lesões constantes são o grande problema na carreira do jogador de 28 anos,que vive uma espécie de calvário. Os últimos dois anos estão sendo difíceis para Rildo. Tudo começou no Corinthians, seu último clube. Por lá, se machucou diversas vezes e ficou 10 meses sem atuar em partidas oficiais entre 2015 e 2016.

Quando ganhou a posição de titular no time paulista, na época treinado por Tite, em 2015, Rildo caiu sobre o próprio ombro após três minutos em campo. Foram dois meses de recuperação. Mas após o retorno, já em 2016, ele foi diagnosticado com uma inflamação bacteriana no ombro. Mais dois meses fora. O retorno teve de ser adiado novamente, após romper os ligamentos no tornozelo do pé esquerdo durante os treinamentos. E Rildo só foi jogar novamente na reta final do Brasileirão do ano passado após quase um ano parado.

Contratado pelo Coxa no início da temporada, Rildo teve um trabalho especial de fortalecimento no início do ano e foi desfalque em alguns jogos por lesões musculares. Mas desde que chegou ao Alto da Glória, ele soma apenas cinco aparições e nenhum gol marcado. E nos últimos 17 meses, Rildo entrou em campo 14 vezes – menos de um jogo por mês.

“É claro que ele está triste, mas é normal o jogador ficar chateado. Sabemos o que ele está passando neste momento. Mas na vida do atleta as lesões são naturais. Aconteceu com o Matheus Galdezani, com João Paulo e também com Alan Santos. Mas sabemos que ele vai se recuperar”, apoia Pachequinho.

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