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Top 5: problemas que explicam o momento ruim do Coritiba

Atacante Kléber lamenta chance perdida no último Atletiba, Artilheiro do Estadual, jogador é uma exceção no pior ataque entre as Séries A e B. | Daniel Castellano/Gazeta do Povo
Atacante Kléber lamenta chance perdida no último Atletiba, Artilheiro do Estadual, jogador é uma exceção no pior ataque entre as Séries A e B. Daniel Castellano/Gazeta do Povo
 
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Com apenas nove jogos na temporada, com três vitórias, três empates e três derrotas, o Coritiba vive um momento ruim dentro de campo neste início de temporada. O time já foi eliminado na Copa do Brasil e está sete pontos atrás do líder Paraná no Estadual. Sem contar a troca de comando técnico e a insatisfação na arquibancada com o futebol apresentado. Mas existem motivos que explicam isso. Veja abaixo alguns.

1- Indefinição no comando técnico

Paulo César Carpegiani foi demitido do Coritiba em 27 de fevereiro. Quase três semanas depois, o clube segue sem um treinador efetivo. O auxiliar Pachequinho comandou o time nos últimos três jogos. Ídolo no Alto da Glória, o ex-jogador tem o apoio do elenco, mas a diretoria o mantém com status de interino. No ano passado, ele chegou a ser efetivado durante o Brasileirão, porém a equipe não engrenou. Esse histórico recente parece ter feito seu nome perder forças entre os cartolas alviverdes.

O diretor executivo Belletti chegou a passar o contato de um técnico para o presidente Rogério Bacellar, mas nada foi concretizado. Todas essa indefinição só colabora para a irregularidade coxa-branca dentro de campo.

2- Contratações questionáveis

O Coritiba contratou 11 jogadores para a temporada 2017, um time inteiro. No entanto, pouco atletas tem sido efetivamente úteis. O zagueiro Werley e o atacante Henrique Almeida são os mais regulares. Antes de se machucar, o volante Maheus Galdezani também estava sendo muito aproveitado. O volante Jonas e o atacante Rildo ganharam vaga no time titular, mas sem encantar. O zagueiro Marcio e os meias Tiago Real e Léo Santos não conseguiram se firmar. O atacante colombiano Yilmar Filigrana passou mais tempo no departamento médico do que dentro de campo. E ainda há os contratados que ainda nem estrearam: o meia Daniel e o lateral-esquerdo William Matheus.

3- Gestão de futebol

A negociação para contratar Ronaldinho Gaúcho, que chegou a ser dada como 80% certa pelo vice-presidente Alceni Guerra, apenas frustrou a torcida. A gestão do futebol alviverde perdeu um tempo precioso que poderia ser melhor utilizado para reforçar o elenco. O clube perdeu jogadores importantes do elenco de 2016, como Juan e Raphael Veiga, sem contratar substitutos.

Além disso, depois de convencer Paulo César Carpegiani a ficar no Alto da Glória no fim do ano passado, a diretoria optou por demitir o treinador logo no começo da atual temporada.

4- Queda inesperada na Copa do Brasil

Após perder a vaga para a Sul-Americana 2017 – consequência de ter colocado o time reserva na última rodada do Brasileiro, quando enfrentou a Ponte Preta – a Copa do Brasil ganhou importância para o Coritiba diante do calendário reduzido. Por isso a queda diante do ASA, logo na segunda fase, em pleno Couto Pereira, foi mais sentida do que o normal no Alviverde, aumentando a pressão para uma conquista do Paranaense e uma melhora da equipe visando o Brasileiro.

5- Ataque pouco efetivo

Com quatro gols, Kléber lidera a artilharia do Paranaense, mas é uma exceção em meio aos números ruins do setor ofensivo do time. A equipe marcou só sete gols em nove partidas no ano: média de apenas 0,77. O clube amarga o pior desempenho da temporada entre todas as equipes das séries A e B do Brasileiro. Para melhorar o redimento em campo, é fundamental que o ataque melhore a produtividade.

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