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Eurocopa

Croácia será julgada por abuso racial contra Balotelli

A Uefa abriu processo depois de receber relatos de que torcedores imitaram macacos

A Uefa abriu neste sábado o seu primeiro processo formal por racismo durante esta edição da Eurocopa ao indiciar a Associação Croata de Futebol depois de receber relatos de que torcedores imitaram macacos em alusão ao atacante italiano Mario Balotelli.

A Croácia é acusada por "conduta imprópria" dos seus torcedores, incluindo "cânticos e símbolos racistas" em um jogo em Poznan, na quinta-feira, explicou a Uefa em um comunicado oficial.

A entidade recebeu informações de monitores antidiscriminação que trabalham na Futebol Contra o Racismo na Europa (FARE, na sigla em inglês), que escreveu que os torcedores da Croácia fizeram sons que imitam macacos e exibiram de bandeiras nacionalistas de extrema-direita.

Balotelli, que é negro, foi titular no jogo entre Itália e Croácia, sendo substituído no segundo tempo do empate por 1 a 1. "Foi bastante consistente ao longo do jogo", disse Piara Powar, diretor executivo da FARE. "Isto foi mais intenso quando foi substituído e deixou o campo".

A acusação também se dá pelo arremesso de fogos de artifício no campo, depois do gol croata, o que atrasou a retomada do jogo. A Uefa disse que sua comissão disciplinar julgará o caso contra a Croácia na terça-feira.

As regras da Uefa tornam as associações nacionais responsáveis pelo comportamento dos seus torcedores. As punições podem ser advertências, multas, retiradas de pontos e até mesmo a expulsão da Eurocopa.

A Uefa também estuda também relatos de que uma banana foi jogada em direção ao campo de um setor onde estavam concentrados torcedores da Croácia. Balotelli já havia sido alvo de abusos raciais na outra partida da Itália na Eurocopa. A Uefa está investigando acusações de que um grupo de torcedores espanhóis fez sons de macaco para ele durante o jogo do último domingo, em Gdansk.

Em uma investigação em separado, a entidade busca evidências de que torcedores russos tiveram o mesmo comportamento em relação ao lateral checo Theodor Gebre Selassie em Wroclaw. A Uefa prometeu tolerância zero com o racismo na Polônia e na Ucrânia durante as três semanas de disputa do torneio.

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