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Atletismo abre era da precisão na Olimpíada

03/08/2012 | 18:36 |
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Enquanto esportistas tentam quebrar recordes olímpicos, cientistas pesquisam novas formas de aprimorar o evento com a ajuda da tecnologia. Cronômetros mais precisos, câmeras fotográficas colocadas em pontos estratégicos do Parque Olímpico e roupas especiais para os atletas fazem parte das novidades para estes Jogos – especialmente para o Atletismo, com início hoje.

Na Olimpíada de 1932, em Los Angeles, todas as competições foram registradas com 30 cronômetros mecânicos. Nos Jogos de Londres são 400 toneladas de equipamento usados em 450 cronômetros digitais. A fabricante de relógios Omega, patrocinadora oficial do evento, instalou aparatos com precisão de um milionésimo de segundo, 100 vezes maior do que a de sistemas anteriores.

Espectadores

Maior interatividade num futuro próximo

O maior evento do esporte mal começou e já tem gente pensando em como serão os próximos. A empresa de tecnologia Atos, que é patrocinadora da Olimpíada em Londres, publicou um estudo que especula como a tecnologia deve modificar os Jogos de 2020. A tendência é que a transmissão televisiva continue sendo aprimorada e que o espectador possa interagir nas competições enquanto elas ocorrem, numa mescla de televisão ao vivo com videogame.

Dentro do estádio, o torcedor vai ter uma tela disponível em seu lugar para acompanhar de perto a competição, enquanto pede e paga uma pipoca com o smartphone. Enquanto isso, especialistas em esporte vão analisar o que as pessoas dizem sobre os atletas em redes sociais.

Nas pistas de corrida do Estádio Olímpico a reação dos atletas agora será medida pela pressão no bloco de largada e não mais pelo movimento. Caso algo seja registrado dentro de um décimo de segundo após o disparo da pistola, o sistema acusa uma largada queimada. E a pistola também vai ser diferente. Agora é um modelo eletrônico que acende uma luz, faz um ruído e inicia o cronômetro quando o gatilho é pressionado. A precisão aumentou para dez milionésimos de segundo, cinco vezes maior do que modelos anteriores, enquanto o tempo de cada atleta é enviado simultaneamente aos painéis de resultados.

Apesar da multidão de fotógrafos do mundo todo que estão presentes na Olimpíada, as agências de notícias como a Getty Images, a AFP e a Reuters instalaram pela primeira vez câmeras-robô pelos locais de prova. Elas são controladas remotamente e garantem imagens de pontos onde nenhum fotógrafo humano pode ir, por questões de segurança ou falta de espaço – como nos refletores do Estádio Olímpico. Além disso, alguns fotógrafos vão usar câmeras com tecnologia 3D e captura em 360º.

A Nike, por exemplo, garante uma corrida 0,023 segundo mais rápida nos 100 m para o atleta que usar a roupa Pro TurboSpeed, desenvolvida a partir de pesquisas feitas com mais de mil horas em túnel de vento nos últimos 12 anos. O produto foi criado para ser mais aerodinâmico do que a pele, ao reduzir o atrito com texturas em áreas específicas do corpo.

*Jogos tecnológicos

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