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Conselheiros contestarão ‘salário top’ de presidente do Paraná

  • Julio Filho
Presidente Leonardo Oliveira será contestado por conselheiros do Paraná | André Rodrigues/Gazeta do Povo
Presidente Leonardo Oliveira será contestado por conselheiros do Paraná André Rodrigues/Gazeta do Povo
 
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Um grupo de conselheiros do Paraná contestará a indicação e o salário do presidente Leonardo Oliveira como gestor do clube no Ato Trabalhista, na reunião do Conselho Deliberativo desta terça-feira (10), às 19 horas, na sede social da Kennedy.

Sem a ciência dos conselheiros do Deliberativo, Oliveira foi definido como o gestor tricolor no acordo com a Justiça do Trabalho que penhorou 20% das receitas da agremiação para pagamento de execuções trabalhistas. Ele recebe R$ 25 mil mensais pela função. O montante é pago pelo próprio Tricolor.

Oficialmente, o departamento jurídico do Paraná defende que a indicação e a remuneração de Oliveira partiu de uma determinação da própria Justiça do Trabalho. Os conselheiros devem contestar esta alegação.

Além disso, alguns membros do Deliberativo entendem que a nomeação de Oliveira ocorreu de forma pouco transparente, tendo em vista que o assunto não foi debatido pelos conselheiros e muitos deles souberam do fato pela imprensa.

Para estes mesmos conselheiros, o salário de Oliveira para função, R$ 25 mil, também é considerado demasiadamente elevado para um clube com a realidade financeira do Paraná.

Antes de se tornar gestor do Ato Trabalhista, Oliveira não recebia por ocupar o cargo de presidente. Isto porque o estatuto do Tricolor determina que o cargo não é remunerado.

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O outro lado

Amparado pelo diretor jurídico do clube, Luiz Berleze, Oliveira convocou uma entrevista coletiva para explicar a posição e o salário como gestor do Ato Trabalhista.

“Isso foi trabalhado, discutido amplamente, internamente com a Justiça do Trabalho e se transformou em uma determinação”, argumentou, defendendo ainda que os R$ 25 mil mensais que vem recebendo estão abaixo do parâmetro comumente praticado neste tipo de trabalho.

“Enquanto a Justiça do Trabalho mantiver essa determinação, eu serei o administrador. Existem condições para que isso siga acontecendo. A ideia é de que, enquanto isso possa permanecer assim, eu permanecerei”, prosseguiu.

Durante a entrevista coletiva, Oliveira foi amparado e defendido por Luiz Carlos Casagrande, o Casinha, presidente do Deliberativo e por Benedito Barboza, presidente do Conselho Consultivo.

Eleição e terceirização

Além das questões do Ato Trabalhista, a reunião desta terça votará a regulação das eleições do clube, inicialmente marcadas para setembro. Outro tópico a ser debatido será a apresentação de um projeto de terceirização da loja do clube, situada na própria sede da Kennedy.

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