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Tragédia, briga, tapetão... ‘Sofremos para chegar’, desabafa capitão do Paraná

  • Daniel Malucelli
Eduardo Brock atende torcedor no aeroporto. | Aniele Nascimento/Gazeta do Povo
Eduardo Brock atende torcedor no aeroporto. Aniele Nascimento/Gazeta do Povo
 
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O zagueiro Eduardo Brock, líder e capitão do Paraná , destaca o ‘casco’ que o elenco criou para subir de produção no momento certo na temporada. Embalado na Série B, os jogadores foram recebidos nesta quarta-feira (20) por cerca de 40 torcedores no aeroporto Afonso Pena depois da goleada sobre Guarani em Campinas. Foi o quarto triunfo seguido a equipe que está consolidada no G4 na 3ª posição da tabela.

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Matemática Série B do Brasileirão: jogos, chance de acesso e risco de rebaixamento

“Nós sofremos bastante para chegar até aqui. Trabalhamos bastante e não é nesse momento que vamos achar está tudo certo porque estamos em 3º”, promete o defensor.

TABELA: jogos e classificação do Brasileirão - Série B

O sofrimento citado por Eduardo Brock para deixar o elenco cascudo como se diz na gíria do futebol teve vários capítulos desde o início do ano.

O primeiro golpe foi a eliminação nas quartas de final do Estadual para o rival Atlético, com direito a polêmica fora de campo, principalmente pelo fato do Tricolor ter feito a melhor campanha na primeira fase. Depois do imbróglio judicial envolvendo o J. Malucelli, o Superior Tribunal de Justiça (STJD) bagunçou a competição e alterou a ordem dos confrontos na fase mata-mata, gerando indignação do clube da Vila Capanema.

Logo na sequência, no meio da disputa da Copa do Brasil e antes da estreia na Série B, o técnico Wagner Lopes acertou com o Albirex Niigata, do Japão, após receber uma proposta financeira maior.

A chegada de Cristian de Souza não funcionou e o Tricolor oscilou no início da Segundona. O técnico acabou sendo demitido na 14ª rodada, com a equipe a um ponto da zona do rebaixamento na 15º colocação.

Outro baque no elenco foi a morte do meia Jonas Pessali em um acidente de carro no início de junho. O Paraná decretou três dias de luto e Brock deu uma entrevista emocionante dedicando a vitória sobre o Náutcio, no dia seguinte, ao falecido companheiro.

Mas a chegada de ‘Lisca Doido’ agitou o Paraná. A equipe teve ascensão meteórica e surpreendente, assim como a demissão do técnico depois de oito jogos após a agressão ao auxiliar Matheus Costa na véspera da semifinal da Primeira Liga.

Desde então, o Tricolor venceu todos os jogos e Costa segue no comando interino. Na próxima terça-feira (26), o Tricolor recebe o Náutico, às 20h30 na Vila Capanema, ostentando a melhor campanha como mandante da competição com 80% de aproveitamento.

“Nós tivemos que passar por várias dificuldades sim. Mas o grupo é inteligente, unido e que soube a capacidade de saber que nesse momento teria que ter tranquilidade. Sempre é difícil jogar com quem está na parte de baixo da tabela e temos que ter concentração contra o Náutico”, alerta Brock.

Recepção da torcida no aeroporto

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