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A onda dos Tumblrs

Praticamente impronunciável, o Tumblr já é uma mania que conquistou muita gente. Assuntos diferentes, então, são o que não faltam e a criatividade deles é perceptível semanalmente.

Reprodução


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Na próxima edição do Gaz+, estamos preparando uma coluna sobre a "rede social", que se renova a cada dia gerando ainda mais piadas sobre as coisas mais simples do dia a dia.

Vou confessar que um dos mais bacanas que vi recentemente - e que já morreu na praia, por tamanha apelatividade - é o Sandra e Evaristo, pegando carona com a piada do mamão.

E, afinal, qual é o seu Tumblr favorito? Existe algum que costuma acessar sempre?


O poder do voluntariado

  • Marcelo Furtado, @marcelofurtado - 21/12/2011 às 15:50
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No próximo sábado a capa do GAZ+ é sobre um assunto que sempre fica em alta nessa época do ano: o trabalho voluntário. Entretanto, nossa ideia é mostrar que, diferente do que muita gente pensa, não é só no Natal que as pessoas ajudam o próximo. Tem uma galera por aí que passa o ano todo se dedicando a fazer o bem e trazendo alegria para um monte de gente – inclusive eles mesmos.

Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo


Ivonaldo Alexandre/Gazeta do Povo / Kauanna e as crianças da Vila Torres: aprendizado mútuoKauanna e as crianças da Vila Torres: aprendizado mútuo

Todos os personagens que você vai conhecer no sábado, como a Kauanna, desta foto aí de cima, tem algo em comum além de fazer voluntariado: eles contam que, mais do que ensinar, também aprendem muito. E isso que faz o trabalho se tornar gratificante.

Para quem sempre se interessou na prática, mas não sabia muito bem como começar, uma boa notícia. Além das histórias que vamos contar, também preparamos uma espécie de passo a passo, com tudo que você tem que saber para começar a ajudar.

Por isso, não perca o GAZ+ do dia 24/12! E um feliz Natal para todo mundo!

A gente se vê em 2012! :)


Virada Cultural: Na rua, sob o sol

Marco Andre Lima/Gazeta do Povo


Marco Andre Lima/Gazeta do Povo / A Banda Mais Bonita na Cidade, em apresentação durante a Virada Cultural de 2011: algumas músicas surpreenderamA Banda Mais Bonita na Cidade, em apresentação durante a Virada Cultural de 2011: algumas músicas surpreenderam

Durante esses próximos dias, pode me chamar de Rudolf. Ou de Patch Adams, não importa. Estou com a cara queimada do sol deste final de semana, mas também com uma baita alegria em dizer que a Virada Cultural definitivamente emplacou em Curitiba.

A maior prova, como sempre é em eventos públicos, foi a maciça participação dos curitibanos, que novamente saíram do conforto de suas casas para viver cultura na rua. Não importa se foi apreciando o bandolim de Hamilton de Holanda, vendo o rock dos garotos da Crocodilla ou apenas perambulando por uma cidade viva, colorida e efusiva.

Circulei bastante por aí, durante a cobertura do evento. Vi mais coisas que agradaram do que ao contrário. Mas já houve algumas mudanças em relação à Virada do ano passado. Havia mais gente, mais filas, mais aglomeração e inícios de confusão, enfim. O que é a prova do sucesso de um lado, pode ser, de outro, o sinal para que o planejamento do evento também mereça mais atenção.

Vida longa à Virada - e no ano que vem, prometo, não vou esquecer do filtro solar.


Live blogging é correria!

  • Júlio Boll, @J_Boll - 21/10/2011 às 14:41
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Olá pessoal, tudo certo?

Divulgação


Divulgação / Para narrar os fatos, nem preciso dizer que digitação rápida é necessária!Para narrar os fatos, nem preciso dizer que digitação rápida é necessária!


Ao mesmo tempo em que comemorava a premiação de CW7 no VMB 2011
, estava em um ritmo de correria. Afinal, era um dos comentaristas (Redação GAZ+) do live blogging do evento, que realizamos na noite desta quinta no site - clique aqui e confira o bate-papo completo.

A ideia é muito bacana por criar uma interatividade enorme com o leitor. Gosto dessa troca de informações e de relatar os fatos no exato instante em que eles estão acontecendo. Acho que, por isso, curto tanto comunicação e a escolhi como meu rumo profissional.

Mas não posso negar: é preciso muita concentração e disposição. Afinal, fiquei sentado das 21 horas até o final da festa (acabou depois da meia-noite), publicando o que estava rolando no VMB - desde as falas dos apresentadores até a reação e declarações dos vencedores, alimentando tudo com fotos e enquetes.

Em julho, conduzi ainda a transmissão interativa da première de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte II em Londres. Como sou fã da saga escrita por J.K. Rowling, foi maravilhoso a oportunidade de acompanhar um evento tão importante para mim e repassar, na íntegra, o que a Trafalgar Square vivenciava aos leitores da Gazeta do Povo - mesmo acompanhando por uma Twitcam e bem na hora do almoço (naquele dia, almocei às 15h30!).

Enfim, o live blogging é um artíficio muito legal para interagir com as novidades dos eventos e, sem dúvida, teremos ainda mais nos próximos meses. E eu faço questão de estar lá!


Queremos histórias de superação

  • Marcelo Furtado, @marcelofurtado - 10/10/2011 às 16:24
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Reprodução


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Olá, pessoal, tudo bom?

Estou preparando uma reportagem muito bacana para uma matéria de capa do GAZ+. A ideia é falar sobre jovens de até 24 anos que passaram por alguma barra - morte na família, depressão, alguma doença difícil, por exemplo - mas que com determinação e força de vontade conseguiram dar a volta por cima!

Você tem alguma história assim? Gostaria de participar da matéria? Mande um e-mail com seu nome, idade e telefone para mfurtado@gazetadopovo.com.br e entraremos em contato!


Nas cabines de cinema

Divulgação


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Sempre que falo para meus amigos não-jornalistas que vou a uma cabine de cinema todo mundo fica falando que tem inveja do meu trabalho. Para quem não sabe, cabine é o termo usado para a exibição para a imprensa de filmes que ainda não estrearam. Não vou negar que é bacana conferir antes de todo mundo algum longa, principalmente se eu estou ansioso para assisti-lo, em uma sala quase vazia, com a certeza de que não terei incômodos. Mas, ao mesmo tempo, nem tudo são flores.

As cabines quase nunca são durante a noite. Pelo contrário, a grande maioria acontece pela manhã. Então, imagina ir ao cinema, naquele escurinho, assistir a um filme que, às vezes, não é do seu gosto, sem nem ter acordado direito? Claro que é um convite ao sono. Mas, mesmo assim, é trabalho, e você tem que se manter concentrado, anotando e prestando atenção em todos os detalhes. Afinal, você não está ali só para curtir o filme. É preciso observar atentamente todos os aspectos – desde o enredo até características técnicas, como iluminação e trilha sonora – para, depois, escrever as resenhas que vocês lêem aqui no site do GAZ+.

E o trabalho, engana-se quem pensa o contrário, não termina assim que as letrinhas começam a subir na telona. Às vezes, ele começa até muito antes, com a pesquisa sobre a filmografia do diretor, dos atores, a leitura de entrevistas durante as gravações, tudo para estar cercado de o maior número de informações possíveis para compreender, de fato, qual a proposta da produção e avaliar se ela, no fim, a cumpriu.

Mas é claro, para quem escolheu o jornalismo como profissão, isso não é nenhum problema. Mesmo com tudo isso, ir a cabines ainda é um trabalho divertido – até quando se está com sono – porque, assim como ir fazer reportagens, também te coloca fora da redação, do conforto do computador e dá uma balançada na rotina. Isso sem contar a oportunidade de brincar com os amigos, fazer inveja e ameaçar contar o final de algum blockbuster super aguardado que eu já assisti. Afinal, ser jornalista tem que ter alguma vantagem!


Boa filha a casa torna

  • Luciane Horcel, @LuHorcel - 21/09/2011 às 18:28
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Arquivo pessoal


Arquivo pessoal / Luciane Horcel, editora interina do GAZ+Luciane Horcel, editora interina do GAZ+

Olá pessoal, td bem??

Enquanto o Cristiano Castilho tira merecidas férias – deve estar degustando um coquetel de frutas sentado em frente ao mar azul do Caribe ou se esbaldando em um tour de museus e pubs em algum lugar da Europa, eu (Luciane Horcel) assumo as rédeas desse turbilhão maravilhoso de ideias chamado GAZ+.

O melhor de tudo é voltar a habitar terras teens. Não que eu não seja jovem (isso deve ficar muito claro), mas o fato é que o universo adolescente já foi meu ambiente de trabalho por mais de quatro anos, quando fui repórter da Gazetinha, que acabou virando GAZ+.

Apesar do nome meio infantilizado, o caderno já tinha o público jovem como foco. Esse povo antenado, que sabe de tudo ao mesmo tempo, gosta de interagir e participar das matérias - é, simplesmente, encantador.

Arquivo pessoal


Arquivo pessoal / 	Quase fui massacrada por adolescentes eufóricas quando o assessor me chamou para entrar e entrevistar o ator Bruno Gagliasso, que tinha acabado de desfilar no XIV Crystal Fashion. Quase fui massacrada por adolescentes eufóricas quando o assessor me chamou para entrar e entrevistar o ator Bruno Gagliasso, que tinha acabado de desfilar no XIV Crystal Fashion.

As pautas eram e são as mais diversas possíveis. Falamos da crise mundial, discutimos as novidades de uma feira literária e terminamos o caderno com uma matéria sobre o sapato da moda. Uma delícia de diversidade.

Isso sem falar nas muitas histórias para contar – quase fui massacrada por fãs para entrevistar o Bruno Gagliasso no Crystal Fashion, passei por poucas na cobertura do Criança Esperança e levei muito bolo de personagem... mas essas aventuras ficam para um outro post.

Por hora, vou tentar usar os meus anos de convívio com essa galera para pensar um caderno bacana a cada semana. Fique ligado nas nossas publicações impressas aos sábados na Gazeta do Povo, nas redes sociais (Facebook e Twitter) e, claro, aqui no blog!

Vocês me leem por aí... até!

-Luciane Horcel, editora interina do GAZ+


A Bienal é sensacional

  • Marcelo Furtado, @marcelofurtado - 06/09/2011 às 15:59
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No último fim de semana, fui ao Rio de Janeiro para acompanhar as movimentações da 15ª Bienal do Livro e produzir matérias especiais que vocês vão acompanhar nas próximas edições do caderno. Para quem ama ler, como eu, a Bienal é um evento sem igual. E ir cobrir como imprensa, então, é mais legal ainda. Tive a oportunidade de acompanhar discussões superbacanas, acompanhar as últimas novidades no assunto, e, de quebra, conhecer alguns dos meus ídolos na literatura brasileira - até tirei foto com o Maurício de Sousa! Dá uma olhada:

Arquivo pessoal


Arquivo pessoal /

Isso sem contar os descontos nos livros que, em alguns stands, eram superbons. Confesso que gastei bem mais do que devia, mas é por uma boa causa. Para ter uma noção, fui com a mala pesando pouco mais de quatro quilos e voltei com ela na casa dos nove quilos. Tudo isso só de livros!


O furacão Hilary Duff

Marcelo Furtado


Marcelo Furtado / Hilary Duff segura uma cópia de Elixir, seu primeiro trabalho como escritoraHilary Duff segura uma cópia de Elixir, seu primeiro trabalho como escritora

Confesso também que não imaginava o poder de atração que Hilary Duff ainda tem, mesmo após anos sem lançar um grande sucesso na música ou no cinema. Presente na Bienal para lançar sua primeira empreitada na literatura, o livro Elixir, a popstar arrastou uma multidão incrível por onde passou na Bienal, sempre acompanhada de muitos gritos.

Marcelo Furtado


Marcelo Furtado / A multidão que acompanhou Hilary A multidão que acompanhou Hilary

Quem não estava ligado em quem era a responsável por tanta histeria ficou muito confuso com tanta mobilização.

Na coletiva de imprensa, consegui perceber que Hilary - muito simpática com os jornalistas e fãs - é bastante segura de si e rígida com sua equipe. Pouco antes de se dirigir aos repórteres, ela fez, bem séria, alguns pedidos a sua equipe. Todos prontamente atendidos. Aí, ela foi só sorrisos durante o resto do dia.


A história está nas ruínas

  • Fábio Cherubini, @FabioCherubini - 11/08/2011 às 15:20
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São João del-Rei é daquelas cidadezinhas que ilustram as apostilas e livros de História do colégio quando o assunto é o Brasil colonial. Surgida durante a corrida do ouro das Minas Gerais, nos idos do século 18, o lugar transpira cultura, que está por todos os lados: nas igrejas barrocas, no calçamento de pedra e nas paredes dos casarões do tempo em que o país ainda era dominado pela Coroa Portuguesa.

Essa presença tão marcante da história e da cultura na vida das pessoas ficou bem clara nos dias de Inverno Cultural, festival feito há 24 anos pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) e que rolou de 16 a 30 de julho. A matéria sobre essa “festa” saiu na última edição do Gaz+ e pode ser lida aqui (tem alguns vídeos também).

Para mim, a experiência de estar lá foi ótima em vários sentidos. Primeiro, por conhecer um lugar que sempre quis visitar – o interior de Minas –, que tem comida boa (principalmente o doce de leite e a goiabada cascão), paisagens fantásticas e gente legal. Mas foi importante também para olhar de outra forma como nós, paranaenses, lidamos com o nosso patrimônio.

André Fossati/Divulgação


André Fossati/Divulgação /

Lá nas Gerais, a História faz parte da identidade de cada morador, e a preservação do legado deixado pelos antepassados faz toda a diferença. Enquanto isso, por aqui, dá até tristeza ver cidades como Antonina – em que é feito o Festival de Inverno da Universidade Federal do Paraná (UFPR) – ou mesmo as ruas Riachuelo e Barão do Rio Branco, em Curitiba, tão ricas em história, em ruínas, esquecidas pelos olhos domesticados de todos os dias.

É fato que o nosso estado só foi se tornar independente da província de São Paulo nos anos de 1800, momento em que passou a criar uma identidade própria; mas nem por isso temos menos história que outras regiões do país. As casas dos barões da erva-mate e as construções do Largo da Ordem, no centro da capital, dizem muito sobre a nossa história e sobre quem nós somos. Mas será que existe essa percepção entre a gente? Afinal, qual é a nossa relação com tudo isso?

Para quem veio de outros lugares, encontrar em Curitiba ou no litoral uma identidade genuinamente paranaense, que diga respeito a todos, não é tarefa fácil – e digo isso com conhecimento de causa, já que morei por anos no Oeste do estado, que tem predominância gaúcha.

Claro que essa identificação pequena ou quase nula não se deve apenas a falta de conservação de grande parte das construções antigas, nas quais residem a memória do que já vivemos. Mas perceber esse patrimônio e entendê-lo dentro de um ponto de vista histórico seria um grande passo para nos identificarmos como um povo de um certo Estado.

E você, o que pensa sobre isso?


Alguém aí toma clonazepan?

  • Marcelo Furtado, @marcelofurtado - 04/08/2011 às 11:11
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Reprodução


Reprodução / O Rivotril é o segundo remédio mais vendido do Brasil.O Rivotril é o segundo remédio mais vendido do Brasil.

E aí, pessoal, tudo bom?

Estamos preparando uma reportagem especial sobre o clonazepan, o popular Rivotril, que é o segundo medicamento mais vendido no Brasil. O remédio é usado para combater muitos sintomas, como ansiedade e insônia. Entretanto, tem muita gente que toma, mesmo sem prescrição, para enfrentar os problemas do dia-a-dia.

Por isso, estamos procurando jovens de até 22 anos que tomem o remédio e que topem dar entrevista para nós. Se for o caso, podemos ocultar a identidade, não tem problema.

Então, você toma Rivotril? Conhece alguém que toparia conversar com o GAZ+ sobre ele? Mande um e-mail para mfurtado@gazetadopovo.com.br, com nome e telefone, que entraremos em contato!