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Guardiãs da história, galerias de arte e antiquários são fontes para decoração de luxo

Peças raras, com centenas de anos agregam um grau de exclusividade único para as ambientações. Visitamos espaços em Curitiba em busca desse toque de luxo

Escultura 11 em madeira pintada do renomado arquiteto e escultor português Ascânio MMM, que repensou a linguagem das esculturas, na Galeria Simões de Assis. Fotos: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo; Para poucos: tela de 1930 do pintor modernista Di Cavalcanti que retrata três figuras humanas e um barco; Obra do brasileiro Abraham Palatnik, um dos pioneiros em arte cinética no país e celebrado internacionalmente, com tinta acrílica sobre madeira. Foto: Rafael Dabul/Divulgação

Escultura 11 em madeira pintada do renomado arquiteto e escultor português Ascânio MMM, que repensou a linguagem das esculturas, na Galeria Simões de Assis. Fotos: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo; Para poucos: tela de 1930 do pintor modernista Di Cavalcanti que retrata três figuras humanas e um barco; Obra do brasileiro Abraham Palatnik, um dos pioneiros em arte cinética no país e celebrado internacionalmente, com tinta acrílica sobre madeira. Foto: Rafael Dabul/Divulgação

por Luan Galani

26/08/2016

O que é ter uma casa de luxo? Muitas vezes essa pergunta encontra resposta na história que a decoração daquela casa conta. Peças de família, detalhes garimpados em antiquários e obras de arte valiosas estão entre os itens que agregam valor único para uma ambientação. E, longe de ser apenas o status, ter peças de edições limitadas ou únicas em uma coleção faz da casa aquele espaço totalmente personalizado, para admirar e viver. A reportagem da HAUS foi em busca de referências em peças raras e obras de arte em Curitiba.

Pendente em estilo Tiffany, uma das peças mais disputadas ao redor do mundo. As criações se tornaram ícones da Art Nouveau sob o trabalho de Louis Comfort Tiffany, filho do fundador da Tiffany&Co. A composição é de peças de acervo. Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

Pendente em estilo Tiffany, uma das peças mais disputadas ao redor do mundo. As criações se tornaram ícones da Art Nouveau sob o trabalho de Louis Comfort Tiffany, filho do fundador da Tiffany&Co. A composição é de peças de acervo. Foto: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo

Para emocionar

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Óleo sobre tela “Auto estrada ao anoitecer II” de Rodrigo Andrade, artista que possui trabalhos nas principais coleções públicas e privadas do país; obra da ítala-brasileira Anna Maria Maiolino, e objeto cinético de Abraham Palatnik, um dos precursores da arte cinética. Fotos: SIM Galeria e Simões de Assis Galeria/Divulgação

A arte jamais pode ser tomada por perfumaria. Esculturas, gravuras, fotografias ou telas ajudam a criar uma cenografia especial, sim, mas devem estar presentes para despertar a emoção de quem vê. Seja uma sensação de alegria, um questionamento, uma lembrança de algum lugar, uma reflexão, como aponta o galerista Guilherme Simões de Assis, da Galeria Simões de Assis e SIM Galeria. Qualquer que seja a obra, ela será um reflexo do seu gosto ou de um momento de sua vida. Independentemente do que te leva a adquiri-la, como glamour ou celebração.

Escultura 11 em madeira pintada do renomado arquiteto e escultor português Ascânio MMM, que repensou a linguagem das esculturas, na Galeria Simões de Assis. Fotos: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo; Para poucos: tela de 1930 do pintor modernista Di Cavalcanti que retrata três figuras humanas e um barco; Obra do brasileiro Abraham Palatnik, um dos pioneiros em arte cinética no país e celebrado internacionalmente, com tinta acrílica sobre madeira. Foto: Rafael Dabul/Divulgação

Escultura 11 em madeira pintada do renomado arquiteto e escultor português Ascânio MMM, que repensou a linguagem das esculturas, na Galeria Simões de Assis. Fotos: Fernando Zequinão/Gazeta do Povo; Para poucos: tela de 1930 do pintor modernista Di Cavalcanti que retrata três figuras humanas e um barco; Obra do brasileiro Abraham Palatnik, um dos pioneiros em arte cinética no país e celebrado internacionalmente, com tinta acrílica sobre madeira. Foto: Rafael Dabul/Divulgação

O charme da história

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Um dos primeiros mancebos da Hermes de 1935 por Paul Dupre-Lafon & Hermes em jacarandá e couro, estátua de arqueiro em bronze com base lapidada de um dos maiores escultores do Art Déco Max Le Verrier, e quadros de Paulo Becker que fizeram parte do Hotel Nacional no Rio de Janeiro. Fotos: Divulgação/Cristiano Ross Antiquário Quadro d epaulo Becker, geometrismo. Anos 70, para o hotel carioca.

As peças de antiquário são verdadeiras esculturas. Mas sua riqueza não é meramente plástica. Vai além das técnicas artesanais primorosas. A maioria é feita de materiais que não existem mais ou que não podem mais ser extraídos da natureza, como explica Cristiano Ross, do antiquário batizado com seu nome. O que as torna únicas. Como um espelho veneziano do século 19 todo lapidado em cristal com plumas de murano ou a escultura de um dos maiores mestres do Art Nouveau francês. Sem falar nas histórias que cada objeto guarda, potencializando o charme de qualquer ambiente.

Espelho veneziado do século 19 todo lapidado em cristal e com plumas de murano no Antiquário Cristiano Ross; Vasos em estilo Tiffany com ornamentos inspirados em formas da natureza. Fotos: Divulgação

Espelho veneziado do século 19 todo lapidado em cristal e com plumas de murano no Antiquário Cristiano Ross; Vasos em estilo Tiffany com ornamentos inspirados em formas da natureza. Fotos: Divulgação

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