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Ideias 37. Transexuais no esporte feminino: por que essa é uma péssima ideia

Bronze no vôlei feminino nas Olimpíadas de Atlanta 96, Ana Paula Henkel comenta sobre impacto da presença de Tifanny na Superliga feminina e por que isso precisa ser melhor estudado

  • Da Redação
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Rodrigo Pereira de Abreu disputou as edições masculinas da Superliga A e B no Brasil, além das ligas masculinas da Indonésia, Portugal, Espanha, França, Holanda e Bélgica. 

No início de 2017, a Federação Internacional de Voleibol permitiu que Rodrigo competisse em ligas femininas, agora sob o nome de Tifanny. Depois de passar por um time da segunda divisão da Itália, a transexual Tifanny veio para o Vôlei Bauru, no Brasil, disputar a Superliga. 

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Tiffany terminou o ano como a melhor pontuadora da competição. Ela fez 70 pontos em três partidas disputadas, e tem a maior média do torneio, com 23,3 pontos por jogo. Vejam a diferença: a segunda melhor pontuadora, Tandara, do Osasco, tem média de 19 por partida. 

Outro caso conhecido de transexual nos esportes é o de Fallon Fox no MMA. Em seis lutas, venceu cinco e perdeu uma. Contra Tamikka Brents, em 2014, ela venceu por nocaute técnico em pouco mais de dois minutos de combate. Brents sofreu um corte profundo, uma concussão e quebrou o osso orbital. 

Para tratar deste tema controverso, neste programa os nossos blogueiros Alexandre Borges e Rodrigo Constantino tiveram a companhia de Ana Paula Henkel, tricampeã do Grand Prix de Vôlei Feminino e Bronze nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996, e ganhadora de inúmeros outros títulos e medalhas. Ela comenta sobre  impacto da presença de Tifanny no vôlei feminino e por que isso precisa ser melhor estudado.


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