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Inovação

Campus da Indústria ganha espaço ecológico

Terreno da Fiep vai abrigar museu interativo sobre ciência e tecnologia, construído com sistemas e materiais sustentáveis

  • Renata Sguissardi Rosa, especial para a Gazeta do Povo
Jaksson Depoli, arquiteto responsável pelo projeto do Museu Floresta da Ciência e Tecnologia |
Jaksson Depoli, arquiteto responsável pelo projeto do Museu Floresta da Ciência e Tecnologia
 
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Campus da Indústria ganha espaço ecológico

Quem passa pela Avenida das Torres e vê o imponente prédio da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) pode não perceber, mas o terreno que abriga o Câmpus da Indústria da instituição tem, também, uma grande área verde preservada. É nesse local que será construído, em 2014, o núcleo Floresta de Ciência e Tecnologia, obra que homenageia e resgata a natureza do local. O projeto, resultado de parceria entre o Sesi e o Senai do Paraná com a UFPR, deverá ser o primeiro museu interativo da indústria do país.

O escritório Arqbox, que assina o projeto, criou uma edificação que traz conceitos de sustentabilidade, baixo impacto ambiental e inovação aliados a um desenho arrojado. Entre os recursos utilizados estão o sistema de construção por woodframe – feita com módulos prontos em paineis de madeira industrializados –, captação e utilização da água das chuvas e instalação de painéis fotovoltaicos.

O projeto é integrado ao meio ambiente de forma que a construção se adapta ao terreno e à natureza, e não o contrário. “Não vamos derrubar nenhuma árvore do bosque”, conta Jaksson Depoli, arquiteto responsável pelo projeto da Arqbox.

Casulos

Ele conta que a ideia do projeto surgiu a partir de um estudo da vegetação local e avaliação das espécies. “Após essa análise veio o conceito do casulo, que remete à proteção, geração de vida e de novidades. A concepção de todo o projeto foi baseada nisso”, explica Jaksson.

A implantação do museu, que terá módulos batizados de estações, vai se adequar ao relevo da área. As construções se adaptam às diferentes cotas de nível do terreno. Instaladas acima do solo, elas permitirão, também, o crescimento e desenvolvimento das espécies vegetais e animais que vivem no local.

A volumetria do projeto resulta da implantação combinada ao arranjo arquitetônico entre as árvores do terreno, de forma a ocupar o vazio entre elas, respeitando o espaço da floresta.

Sinergia

“O museu permitirá uma grande sinergia entre as instituições de ciência e tecnologia já instaladas ao redor do Câmpus da Indústria”, observa Reinaldo Tockus, gerente de Relações Internacionais e Negócio Exterior da Fiep. “Procuramos fortalecer as atividades ligadas a estes setores e oferecer um grande showroom tecnológico com apresentação de projetos, lançamentos e muita interatividade”, salienta.

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