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Na casa de Mara Balliana, banheiro foi adaptado por R$ 7 mil | Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo
Na casa de Mara Balliana, banheiro foi adaptado por R$ 7 mil| Foto: Aniele Nascimento/ Gazeta do Povo
  • A arquiteta Luciana Rael (à esq.) e a engenheira Fabiana Mazetto orientam o cliente Carlos Cruz

Percebi que é preciso reformar. E agora? A indicação dos profissionais é avaliar qual é a necessidade da melhoria. A escolha entre apenas revitalizar, fazer uma manutenção preventiva ou corretiva, vai refletir na escolha do profissional que virá planejar e executar a obra. Depois de saber o que será feito, o jeito é começar a planejar e colocar mudanças, material e mão de obra em uma planilha, para pode prever qual será o gasto.

"As pessoas costumam ir fazendo a obra e depois que já começou, se surge algum problema, interrompem para planejar ou pensar no que fazer. Durante esse tempo, há o custo da mão de obra parada, do material que fica parado também e perde qualidade", explica a engenheira Fabiana Mazetto, da Estruktor Construções. De acordo com ela, o mais adequado é esquematizar o que será feito antes de quebrar o primeiro azulejo e contratar um profissional da área que vai poder indicar os próximos passos.

"Há falsa impressão de que contratar um profissional, que vai fazer o projeto, vai sair mais caro. No entanto, planejar gera economia depois, porque a obra será feita toda de uma vez, com maior qualidade e não terá de ser refeita", comenta a engenheira.

Pensar e estudar a situação da reforma antes de começar a obra também é a indicação do arquiteto Jomar de Mello. "Muita gente queima essa etapa, mas ela é essencial, até porque, quase toda modificação em um imóvel depende de liberação da prefeitura", diz. De acordo com ele, um profissional pode enxergar de forma mais clara o valor que será necessário e o planejamento vai gerar economia. "Você investe um pouco na contratação de profissional, mas economiza ao longo do tempo", reflete.

Cada área

Se a intenção é lidar com a estética do prédio, um arquiteto pode ajudar. "Para revitalizar uma estrutura que está saudável, já é o suficiente", explica Fabiana. Para manutenções corretivas e preventivas ou adaptar o espaço para a necessidade do morador, que têm mais a ver com a estrutura do empreendimento, é melhor chamar alguém especializado. "Em uma viga que está com problemas, por exemplo, não podemos colocar massa branca e ir levando em frente uma situação dessa. É preciso fazer um estudo mais amplo e fazer uma reforma mais definitiva", afirma a engenheira.

Lá em casa

Sujeira, barulho e o vai-e-vem dos funcionários pode ser um cenário de dor de cabeça em quem pensa que é preciso reformar. No entanto, o planejamento pode facilitar a necessidade de modificar a casa. Foi o caso de Mara Balliana, que precisou mudar posição do box e pia do banheiro do apartamento que mora para as necessidades de moradores com mais idade. "Minha mãe mora comigo e nós precisamos mudar porque não encontramos um imóvel que já tenha o que precisamos, com porta mais ampla e espaço mais bem posicionado dentro do cômodo", explica. Ela conta que foi preciso trocar a pia e piso e os gastos ficaram em torno de R$ 7 mil. "Foi necessário, mas fizemos o planejamento e então foi uma obra definitiva", afirma.

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