Priscila Forone/Gazeta do Povo
Ecoville: um dos bairros preferidos para moradia na capital paranaense
A decisão de onde construir um imóvel nem sempre é uma tarefa fácil. Localização, planta, valores agregados dentro de um custo que esteja compatível com o orçamento do consumidor são grandes desafios para as construtoras. Porém, a Ademi-PR está oferecendo aos seus associados pesquisas que ampliam a visão sobre o mercado imobiliário de Curitiba e Região Metropolitana.
A pesquisa, que é bimestral e teve início em fevereiro de 2009, transforma a Associação dos Dirigentes das Empresas Imobiliárias do Paraná em um centro de inteligência, beneficiando principalmente o consumidor final. “A concorrência é boa para o mercado, em termos de preço e de produtos. Mas entre as empresas do ramo deve haver harmonia, uma concorrência inteligente. O que buscamos com a disponibilização das informações resultantes das pesquisas é possibilitar ao empresário condições para que ele oferece o melhor produto ao público consumidor. Conhecendo as tendências e o perfil do consumidor, o empreendendor passará a oferecer exatamente o que esse comprador busca adquirir”, afirma Gustavo Selig, presidente da Ademi-PR.
Desde o início de 2009 já foram realizadas quatro pesquisas, monitorando mais de 240 empreendimentos verticais que ainda estão sendo vendidos pelo incorporador. Os dados revelam que foram ofertados ao mercado 18.867 unidades, concentradas principalmente na faixa de custo entre R$ 120 mil e
R$ 200 mil, considerados econômicos para os padrões da capital paranaense e que representam 30% do total de imóveis. Na faixa de R$ 200 mil a R$ 300 mil, são 22% das unidades e que correspondem ao padrão standard. Um dado que demonstra sucesso de vendas, são aqueles imóveis que situam-se no padrão supereconômico. Do total de 3.056 unidades colocadas a venda, apenas 457, ou 15%, ainda estavam disponíveis no fechamento da última pesquisa. “Dado que demonstra haver demanda e poucos empreendimentos para atendê-la”, enfatiza Selig.
A busca pela localização
Para o consultor da Ademi-PR, Fábio Tadeu Araújo, o principal item para a aquisição de um imóvel é a localização. “Isso tem a ver com o bairro de preferência do consumidor, que pode ser aquele em que já tem a sua vida estabelecida e na busca pela troca do atual imóvel por um novo. A busca na mesma região ou, quando é primeiro imóvel, relaciona-se por estar perto da família ou do emprego. Aliada, está a oferta de serviços que aquele bairro oferece. O consumidor busca um local em que não precise fazer tudo de carro ou, se for o caso, como no bairro de migração Ecoville, haja fácil acesso a esses serviços”, afirma.
O que revelou a pesquisa da Ademi-PR é que os bairros com maior oferta de imóveis são Ecoville (que engloba Mossunguê, Campo Comprido e Campina do Siqueira), com quase 17% do total de unidades ofertadas na cidade, seguido do Portão com 15,2% e do Centro, com 12,6%.
Para o consultor, o Portão foi uma das grandes surpresas da pesquisa. “Percebemos potencialidades de regiões que não eram pensadas. O Portão, principalmente próximo ao terminal, mas também uma parte do Capão Raso e Novo Mundo, é um fenômeno de crescimento do setor imobiliário. Lançou-se lá mais unidades em 2008 do que tudo o que foi lançado em Curitiba no ano de 2006”, aponta. Para o presidente da Ademi-PR um ponto importante da pesquisa é mostrar as tendências. “Isso possibilitará que Curitiba seja novamente um mercado imobiliário de ponta, aliado à qualidade que já é referência para todo o Brasil.”
"Busão do Brasil" renova lixo da TV brasileira
ATUALIZADOhá 1h
ATUALIZADOhá 3h
Os melhores preços estão aqui, clique e compare!
Powered by: Buscapé