Xperia XZ Premium desmontado.

Guia Prático #111: Todos os smartphones estão iguais

Por
4/3/17, 15h31 1 min 9 comentários

No programa de hoje, especial sobre o Mobile World Congress, eu (Rodrigo Ghedin), Emily Canto Nunes e Paulo Higa conseguimos a proeza de falar por 40 minutos do evento sem entrar em detalhes a respeito do Nokia 3310! Em vez disso, falamos de como é difícil fazer um smartphone ruim hoje e o que essa padronização significa para o mercado e para os desejos do consumidor.

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Foto do topo: Emily Canto Nunes.

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  • Breno

    Como sempre tenho dito e esse podcast confirma isso: a inovação acabou e tudo é mais do mesmo. Talvez o sistema juntamente com a inteligência artificial sejam os diferenciais. Aguardando o dispositivo definitivo aclamado por Nadella.

    • Jack Silsan

      Estou escrevendo sobre isso agora mesmo. Digamos que para Nadella, o cellular PC fará o que sempre foi pedido pelos usuários de Windows, e que a Microsoft quer ver o fim da fronteira entre smartphones e PC’s

  • Roberto

    Senti falta de comentarem um pouco sobre os fabricantes que não estão no Brasil, principalmente os chineses, como Huawei, Oppo e outros. Me parece que tem havido um pouquinho mais de inovação por parte deles, e os aparelhos aparentam ser de excelente qualidade.

    • Não sei qual a inovação esteja falando já que eles pouco investem em desenvolvimento. Pelo menos tirando a Huawei, não sei quem das chinesas tem investimento real.
      O que acontece com essas Oppo, One Plus e outras é a possibilidade de oferecer bons e belos aparelhos por bons preços.
      E isso a Huawei não se encaixa, pelo menos pelo que tenho reparado, os preços que ela prática são parecido com os ocidentais, não?
      De qualquer forma, falar deles valeria a pena. Até por que tem brasileiros optando por trazer esses aparelhos ao invés de ficar com as linhas médias das fabricantes locais.

      • Gertrudes, a Lhama

        A Xiaomi recentemente teve o Mi Mix como um “investimento real”. É apenas um entre tantos smartphones que lançam, mas querendo ou não está ditando a tendência desse ano.

      • Roberto

        Você está certo, na verdade eu pensei principalmente na Huawei, tanto que foi a primeira que citei. As outras eu coloquei no mesmo balde, mas tem estratégias diferentes.

        A minha percepção é que a Huawei lidera as chinesas no campo da inovação, inclusive estão investindo em VR e outras novas tecnologias, assim como diferenciais interessantes nos smartphones.

        Quanto às importações, conheço muita gente interessada realmente.

    • Jack Silsan

      Concordo, com adendo de que ok Emily, muitos aceitam pagar mais caro por um intermediário, mas é inegável que outros tantos não aceitam pagar o custo Brasil, e preferem importar da China. A despeito de todos os contras – tempo de espera, garantia, manutenção – importar por exemplo um OnePlus pode valer muito mais apena do que ir num varejista qualquer

  • Luciano Fadel

    Esperei falassem da Sony,fora isso,gostei do podcast.

  • Falar que eu tava comentando com alguém sobre isso no twitter, esses dias mesmo.
    Em 2011 eu escolhia celular por bateria, processador, memória ram e interna, suporte a atualizações…
    Em 2017 eu escolho celular pela câmera.