Um bom smartphone barato e fãs incondicionais são as apostas da Mi para ganhar o Brasil

Por
1/7/15, 8h56 8 min 75 comentários

Ontem (30/6) a Xiaomi, ou Mi, nome que a empresa chinesa adotou no Brasil, fez sua estreia por aqui. Alugaram um teatro enorme no shopping Vila Olímpia, em São Paulo, que ficou lotado com imprensa, parceiros e adoradores da marca, os “Mi Fãs”. Lá dentro, o brasileiro Hugo Barra, responsável pela expansão internacional da Mi, apresentou o Redmi 2, primeiro smartphone da Mi vendido fora da Ásia, e primeiro a ser fabricado em outro país que não a China.

Mi Fãs

Foto de agradecimento da Mi aos seus fãs.
Foto: Mi/Facebook.

Nada, nem mesmo o preço baixo do Redmi 2 (R$ 499 à vista), chamou mais a minha atenção do que a sinergia entre a Mi e seus consumidores, ou fãs. A primeira parte foi toda voltada aos denominados “Mi Fãs”, o grupo organizado e empolgado com a Mi, criado há quatro anos (!) no Brasil, muito antes de alguém na Xiaomi sequer pensar em expansão para novos mercados. Eles estão presentes em 30 países, ainda que a Mi, contando o Brasil, só atue oficialmente em nove. É um número que reflete a crescente influência da marca pelo mundo.

Hugo Barra, o mestre de cerimônias, fez questão de ressaltar o quanto a empresa se dedica aos fãs e esse esforço parece encontrar respaldo na comunidade: teve gente que viajou (por conta) do Brasil inteiro para ver um telefone ser anunciado. Alguns fãs mais engajados foram exibidos no telão e receberam agradecimentos pessoais de Barra, e a tietagem, mesmo acompanhando por streaming, era quase palpável de tão pesada.

É um comportamento esquisito para mim, mas que parece ser um traço fundamental da Xiaomi. Desde o ano passado, ela passou a ser a maior fabricante de celulares da China. E lá, em sua terra natal, vende de tudo: TVs, roteadores, pulseiras fitness e até purificadores de ar. Esses produtos giram em torno dos smartphones da empresa; são todos “inteligentes” e controláveis pelo celular. O fã que quiser pode praticamente montar uma casa com a marca Xiaomi.

A estratégia depende dessa identificação para funcionar. A Xiaomi não fornece produtos, mas um estilo de vida, um requintado, super moderno e, ao mesmo tempo, acessível. As diversas frases de impacto mostradas por Barra, do tipo “vivemos na Internet”, ou que priorizam os fãs, ou ainda a promessa de entregar tecnologia de ponta a preços baixos, atraem uma fatia demográfica que quer isso. São jovens, universitários ou no primeiro emprego, ainda sem verba para bancar seus desejos consumistas, mas cheios deles. Para entender o modelo de negócios da Xiaomi, vale a pena ler este post (em inglês).

A produção segmentada da Mi encontra uma demanda que transcende a necessidade, uma que se orgulha de consumir a marca. Isso explica o clima de concerto de rock na apresentação do Redmi 2 e o status de celebridade de Hugo Barra entre os Mi Fãs que compareceram ao evento. Você provavelmente conhece uma outra marca que tem uma legião de adoradores; não por acaso, a Mi é por vezes chamada de “versão oriental” dela.

Talvez tenha sido impressão minha, mas as piadas e comparações excessivas, a maioria até descabida entre Redmi 2 e iPhone 6, pareceram propositais. Como se fossem feitas a fim de esquentar essa associação e colocar Apple e Mi em pé de igualdade na cabeça do consumidor. Acrescente uma atenção ao cliente quase obsessiva, incluindo até um serviço de assistência técnica com leva-e-traz sob demanda e acompanhamento via app em São Paulo, e um custo quase impossível para produtos de qualidade, e esse jogo da Mi começa a fazer sentido. Ao Mobile Time, Barra explicou:

“Eu faço essas comparações [com iPhone] porque é algo natural. As pessoas se impressionam: ‘como um celular de R$ 500 pode ser comparado com aquele no topo do topo’. Sim, é possível fazer essa comparação.”

Nem tudo saiu como o planejado, porém. O evento atrasou bastante, caiu a energia do shopping, e o povo que estava lá relatou que a fila estava gigantesca e que muita gente ficou de fora da primeira sessão. A Mi organizou uma segunda, na parte da tarde, colocou uma galera numa sala ao lado para ver o vídeo (?) da primeira, distribuiu lanches… Alguns fãs farão justo à alcunha e, mesmo com esse tropeço da organização ainda defenderão a marca com unhas e dentes. Com outros, porém, será preciso fazer um bom controle de danos.

Redmi 2 por R$ 499

O carro-chefe da Mi nesse início de operação brasileira é um smartphone intermediário com preço de entrada, o Redmi 2. Ele vem com Snapdragon 410, 1 GB de RAM, 8 GB de memória e tela HD de 4,7″ com painel IPS. Hardware basicão, mas com alguns diferenciais curiosos.

O maior deles é a MIUI 6, uma variante do Android que lembra pouco o sistema que o Google entrega às fabricantes. Na verdade, lembra muito o software da Apple, da tela inicial sem gaveta, com os ícones dispersos em múltiplas telas, ao visual flat — mesmo com o Android tendo mudado nesse sentido, a MIUI ainda parece mais iOS 7 do que Lollipop. Apesar da semelhança, algumas características exclusivas saltaram à vista, como a organização em lote de ícones nas telas iniciais.

Imagem de divulgação do MIUI 6, sistema operacional da Mi.

Há outros detalhes legais, como o sistema dual SIM que aceita dois chips 4G, o que permite alternar entre eles (e usar as conexões de alta velocidade das operadoras) sem precisar mudá-los de lugar fisicamente. Barra destacou a tela, que é laminada — os pixels parecem mais próximos da tela, como no iPhone (a comparação aqui é minha). A câmera parece boa — e nem falo dos modos, como o bizarro Beautiful, que faz um photoshop em tempo real de acordo com o gênero e idade do fotografado. É preciso testá-la por conta, mas os exemplos mostrados no telão foram de cair o queixo.

Slide com as especificações do Redmi 2 e Hugo Barra embaixo.
Foto: @MiBrasil/Twitter.

O preço de R$ 499 é para o pagamento à vista, e segundo a página de reserva para o “evento de vendas” (?) da loja, o único meio de pagamento aceito é cartão de crédito. É um banho de água fria; não tenho dados oficiais, mas pelo que vejo por aí, muita gente que se interessaria pelo produto ainda resiste ao dinheiro de plástico, prefere o velho boleto. Parcelado, o Redmi 2 sai por R$ 549, o que ainda é um preço bem legal.

Resta saber se a Mi adotará a prática brasileiríssima de derrubar o preço de um smartphone dois meses após lançá-lo. É provável que não, dado o modelo de distribuição. A Mi venderá seus aparelhos exclusivamente pelo site oficial (gerido pela B2W), em lotes. E, pelo que apurou o Henrique Martin em conversas de bastidores, serão lotes bastante limitados, de 8 a 10 mil unidades por mês. A título comparativo, só de Moto G a Motorola vende 10 vezes mais que isso.

Cada lote será vendido em segundos, claro. É assim em todos os oito mercados em que a Xiaomi já atua. Gera manchetes, e tudo isso cria uma aura de curiosidade; é o tipo de indisponibilidade que atiça até consumidores que não estejam de olho especificamente num smartphone da Mi. O primeiro lote, com unidades importadas da fábrica chinesa, será vendido na próxima terça (7/7).

Efeito Xiaomi na concorrência

A concorrência já se movimentou. A Asus anunciou a ação “Chega de MiMiMi”, que colocará à venda um lote de mil unidades do Zenfone 5, com Flip Cover grátis, por R$ 489, no dia 2 de julho, em sua página no Facebook. A Motorola deve estar ocupada preparando a nova versão do Moto G, mas mesmo ela pode ser afetada pela percepção de preço que o Remid 2 instaurará. E como nos últimos lançamentos a tendência foi subir preços, a ponto de cobrar mais de R$ 700 num Moto E, (teoricamente) um smartphone de entrada, será curioso observar como o jogo de xadrez dos gerentes de produtos dessas empresas se desenrolará.

Foram anunciadas também a Mi Band (R$ 95), uma pulseira fitness com bateria que dura até 30 dias, e a Mi Power Bank de 10400 mAh (R$ 99), uma bateria portátil com design de primeira. Ambos, mais os fones de ouvido premium e as capinhas oficiais da Mi, estarão disponíveis nas próximas semanas, todos exclusivamente na loja virtual da empresa.

Com uma equipe de 14 pessoas, sem muito marketing tradicional e apenas um smartphone, a Mi promete chacoalhar o mercado nacional de smartphones. Na mesma medida que o Moto G original? É difícil fazer uma “previsão sismológica” tão precisa, mas tudo indica que sim. O que pode dar errado é o gargalo na produção jogar contra a popularização da Mi por aqui, ou o culto à marca ficar restrito a esse público mais alvoroçado que esteve em São Paulo hoje. Ou seja, é esperar para ver.

Compartilhe:
  • André Almeida Martins

    A postura do Hugo Barra foi um fator bem legal da apresentação..
    Sem falar dos números, que pra uma empresa de apenas 5 anos, são grandiosos!

    fiquei bem animado com o anúncio do Redmi 2 e agora é esperar o mercado responder a esse novo player e ver quais outros modelos chegam por aqui..
    Esse aparelho pode ser um belo substituto pro Moto G de 2013 que já tá capengando na mão do pessoal..

  • O Hugo foi bem carismático na apresentação. Conseguiu fazer umas piadinhas, mas sem forçar ou parecer ridículo como o Craig na wwdc.

    Quanto a desorganização lá fora, eles podiam ter se preparado melhor. Tudo bem que o teatro tinha poucas cadeiras, mas poxa, semanas antes eles sabiam que umas 8k pessoas tinham feito a inscrição pro evento. Podiam ter planejado melhor.

    Quanto a baixa quantidade de aparelhos no primeiro lote, acho que é pq eles vão importar. E como a importação tá bem desfavorável, eles optaram por um número baixo. Tem que ver qual será a quantidade mensal de unidades fabricadas na foxconn/sp.

    Ontem, achei que a mi band tinha ficado com preço alto, mas considerando a enorme variante de taxação que pode vir a ocorrer se a pessoa importar uma, acabei por concordar que o preço escolhido pra mi band foi OK.

    O que pode ser ruim das vendas serem exclusivamente no site da Mi é a chance de não se terem promoções. Ou não, já que a b2w gere a loja deles, então pode ser que apareçam algumas promoções. Pode ser que eles participem da black friday….vai saber.

    O importante é que eles já afetaram a concorrência. E isso é bom pra nós consumidores.

    • Só uma correção: 8 a 10 mil unidades por mês é sobre a capacidade inicial da Foxconn de Jundiaí. O lote importado da China é ainda menor.

      • entendi. mas se é inicial, será que pretendem aumentar com o tempo? Vai depender da demanda do aparelho…na real, o redmi 2 será o termômetro da xiaomi aqui. Se eles virem que o negócio vai mesmo dar certo, eles vão lançar o já homologado Redmi Note 4G e quem sabe no futuro, trazer o mi4, mi4i e outros acessórios….

    • prcl

      o preço dá mi band tá bem bom até

      uns meses atrás eu importei uma, eram uns 18 ou 19 dólares. tava achando que ia pagar só os 60 reais mas acabou sendo taxada pela receita e junto com a taxa dos correios terminou ficando por uns 110 reais se me lembro bem

  • Frederico

    No aguardo do review completo de todo o kit pelo MdU. Ouviu, Hugo? Manda unidade pro Ghedin

    • Saulo Benigno

      Exato, estou bastante curioso para ler um :)

    • Dos gadgets, certo? Tinha entendido que era do kit distribuído aos fãs, ontem (camiseta, chaveiro etc).

      Já pedi um Redmi 2 à assessoria, mas não sei como eles trabalham ainda. Estou tentando, e espero que dê tudo certo.

      • Frederico

        Sim, dos gadgets! Mas se vier a camisa laranja junto, quem sabe …

      • Frederico

        Sim, dos gadgets! Mas se vier a camisa laranja junto, quem sabe …

  • thiagones80

    Poxa fiquei mega interessado! No Mi Power Bank…. (FUEN! Pro redmi2…esse não apeteceu)
    Sim, o PowerBank é um dispositivo de marca a preço de sem marca. 10.4k.mha por 99 com garantia disso? Está quase de graça… o da SONY com metade da potência está por 189,00. Faltou duas saídas usb’s, mas dá pra resolver.

    A MiBand está por um bom preço tbm… e o fone de ouvido apresentado, se for razoavel, está bem ok tbm.

    Alias, Rodrigo, foi na página br.mi.com ? Aquelas fotos ~gigantes~ e bonitas dos equipamentos com descrições quase filosóficas ao lado, lembram uma certa empresa….. acho que é a mesma que vc está se referindo no texto… talvez. ou não. Bem, vou comer uma maça agora.

    Quando ao REDMI 2, bacana. Só não gosto dessa MI UI. É muito iOS, e se vc quer MUITO um iOS, está comprando o dispositivo errado. O REDMI 2, rodando um Android puro seria muito mais interessante.

    EDIT: É bacana que uma empresa seja admirada. Vemos muito isso na indústria automobilistica que tem uma história centenária. O problema é a confiança em uma marca chinesa. Isso dá um bom post, mas só pra começar, a China deveria dificultar ao máximo a exportação de coisas discaradamente copiadas…. isso melhoria muito a imagem deles.

    • Saulo Benigno

      É o melhor produto pelo preço, realmente alta qualidade e preço perfeito. Irei comprar com certeza.

      Tenho certeza que vai vender feito água.

      • thiagones80

        Saulo, tenho lá minhas dúvidas sobre a alta qualidade. a conta precisa fechar e a não ser que eles trabalhem no prejuízo, fabricar no Brasil (encargos trabalhistas maiores que os chineses), custos de projeto, logística, armazenagem, suporte, lançamento… em algum canto a conta precisa se equilibrar. não que o equipamento seja RUIM. Mas não acredito em alta qualidade. Talvez qualidade comparável a faixa de preço e concorrentes.

        • A favor, a Mi ganha em agilidade. A operação é enxuta (são só 14 pessoas no Brasil), gasto quase zero em marketing e margens de lucro bem curtas.

          Não sei se essas práticas são suficientes para derrubar o preço e operar no azul, e eles têm um caminhão de dinheiro de investidores (US$ 1,4 bilhão de seis rodadas: https://www.crunchbase.com/organization/xiaomi ), o que permitiria a eles operar por um tempo com prejuízo. Mas… sei lá. Acho suicídio comercial sangrar dinheiro, especialmente porque eles não têm problemas em desovar a produção — o problema é o contrário, na real: produzir à altura da demanda.

          • thiagones80

            Estava pensando no custo da Foxconn, B2W e outros, que vão repassar o custo Brasil e dificulta um pouco esse preço do produto. Mas de fato, eles terceirizaram quase tudo mantendo a equipe pequena. E não dá pra saber o que está no contrato. A qualidade só saberemos com o tempo.

            Sobre a demanda, quanto maior menor o custo, então pra eles é crucial aumentar, só fiquei encucado com o que vc disse em outro comentário… 8 mil unidades fabricadas no Brasil é pouco

          • Acho que a restrição da linha de produção está além da vontade deles.

          • Igor Campbell

            Acho que você tocou no ponto certo, “margens de lucro bem curtas”. Sempre ouvi que nos EUA eles usam muito essa prática, ou seja, preferem vender em quantidade com baixa margem de lucro.
            Ex.
            Digamos que um carro tenha o custo de 20 mil.
            EUA prefere vender 5 carros por 24 mil cada e lucrar 20%
            Brasil prefere vender 1 carro a 40 mil e ter lucro de 100%
            Os dois lucraram 20 mil reais, mais o Brasileiro foi mais “esperto”.

          • Igor Campbell

            Acho que você tocou no ponto certo, “margens de lucro bem curtas”. Sempre ouvi que nos EUA eles usam muito essa prática, ou seja, preferem vender em quantidade com baixa margem de lucro.
            Ex.
            Digamos que um carro tenha o custo de 20 mil.
            EUA prefere vender 5 carros por 24 mil cada e lucrar 20%
            Brasil prefere vender 1 carro a 40 mil e ter lucro de 100%
            Os dois lucraram 20 mil reais, mais o Brasileiro foi mais “esperto”.

        • Acho que vc desconsideram as altas margens, isso sim. Não deles, mas das empresas tradicionais em geral.

    • Frederico

      A bateria da TP-Link é a única concorrente séria para a MI, mas ainda é levemente mais cara no varejo e com um formato não ~bolseável.

      • thiagones80

        eu vi, e sinceramente não confio muito nas coisas da TP-Link.

        Ok, sou especialmente chato com produtos de energia: baterias, carregadores, etc. Quando compro já penso em alguns itens: vai estragar meu aparelho/carro/etc? Tem garantia? Proteção a curtos? Posso processar alguém em caso de danos, etc.

        • Frederico

          Bom, eu tenho uma e até agora nenhum problema. Porém, te entendo perfeitamente.

    • Basta instalar a cyanogen pra ele. já existe a 12.1 e fica um foguete.

      • thiagones80

        Bruno… sobre rom’s alternativas: Parei. Juro… não tenho mais tempo pra me dedicar a Roms de celular. (E quando sobra tempo, tudo que menos quero é ficar escovando byte de celular. Eu sei que a CM é boa, já me salvou com um bug que tive na rom oficial do nexus 4, mas ainda assim… cansa)

        Estou pensando no mercado e no que eles apresentam como solução oficial e homologada. E nesse caso, MI UI está bem aquém do que penso.

        • mas tá mt simples amigo. bota a rom no microSD, reinicia via recovery, wipe data e cache, instala a rom e pronto. 10 minutos pra todo o processo.

        • mas tá mt simples amigo. bota a rom no microSD, reinicia via recovery, wipe data e cache, instala a rom e pronto. 10 minutos pra todo o processo.

          • Marcos Balzano

            Bruno você sabe que isso não é solução oficial e nem garantida, o usuário precisa saber um pouco, coisa que quase ninguém que não é ligado à tech sabe

          • Mas quem realmente conhece a xiaomi como uma marca mt boa mesmo, é a galera tech. Essa mesma galera que conhece o procedimento de instalação da cyanogen.

            E olha, eu digo a você que esse procedimento já foi mais underground e difícil. Hoje está bem fácil. Tem até app na play store que automatiza o processo: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.cgollner.flashify

          • thiagones80

            Pra quem gosta de ficar configurando, olhando as 8 mil possibilidades de customização dentro da CM pode ser lindo. Eu penso que são um saco. É tanta config que atrapalha.

            Entendo quem gosta, e eu já gostei. Do Linux da Conectiva 3.0 no pc, passando pelo Milestone com Shadowmod pra ele receber o froyo….. Hoje, passo…..bem longe

            Estou analisando o que a Mi entrega como seu pacote oficial, e o celular que eu recomendaria a um parente e amigo, sem precisar ficar ajudando depois.

          • Carlos Gabriel Arpini

            Fizemos um Linux Day aqui em Vitória/ES com o pessoal da Conectiva no laboratório de TI da Xerox que ficava aqui. Bons tempos!

          • thiagones80

            HAahaha.. bons e angustiantes. Lembro quando fui me meter a fazer dual boot com o PC da família lá pra 1998…99… E o Windows 98 desapareceu do boot. Suar frio ganhou um novo significado aquele dia.! Fiquei até as 5am…. mas deu certo!

          • Carlos Gabriel Arpini

            Também já passei alguns apertos: uma vez, com um monitor SVGA novo (o velho queimou) inventei de alterar a resolução para uma melhor e o monitor não suportou. E como na época o Windows 3.11 não retornava à resolução original, liguei para um colega e fomos atalho a atalho fazendo o caminho de voltar a resolução, com a tela preta: Duas vezes seta para o lado esquerdo. Três vezes Tab. Duas vezes seta para a direita… he he he… era cada aperto!

        • tuneman

          refere-se aos aplicativos ficarem todos na tela principal? me passaram ontem que instalar a Google Now Launcher resolve isso.

        • Gedson Junior

          hahahha também pensava assim quando tinha um Galaxy Y. “Chega de ficar instalando rom nisso aqui”. Dai comprei um WP e não foi muito diferente: Vem preview, sai preview, vem preview, sai preview.

    • Harlley Sathler

      Eu tenho uma bateria dessas. Importei, evidentemente. Na época em que o dólar estava mais baixo e o governo ainda não tinha que sangrar todo mundo para pagar as contas da lava-jato, deve ter saído por uns R$60,00. Mas mesmo a R$99,00 é uma ótima relação custo-benefício! A minha consegue carregar meu moto G de 2014 cerca de 3,5. A única coisa ruim é que ela é grande e meio pesada e demora séculos para ser carregada, mas ainda assim acho que foi uma excelente compra.

  • Rafael Leite

    Vai ter review do Redmi 2?

    • Espero que sim! Não conhecia a assessoria que está cuidando da Mi, mas já estou conversando com eles, tentando ver se há disponibilidade para me mandarem uma unidade.

  • Paulo #

    Entendo que o uso exclusivo de cartão de crédito contraria o Código de Defesa do Consumidor, que obriga a venda em dinheiro corrente (no caso, via boleto).

  • Paulo #

    Entendo que o uso exclusivo de cartão de crédito contraria o Código de Defesa do Consumidor, que obriga a venda em dinheiro corrente (no caso, via boleto).

    • Pois é, como fica isso? Lojas de apps sempre venderam só via cartão (e, algumas, apenas internacional) e, salvo engano, a Amazon também só vende no cartão.

      • Frederico

        Sim, Amazon só no cartão.
        O Steam era só cartão, mas agora (há algum tempão já) tem boleto via PagSeguro. Podiam adotar estratégia parecida.

      • Paulo #

        Realmente não sei se isso gera reclamações formais, até porque cartão está tão difundido, ainda mais para compra online.
        Mas chega a ser um caso interessante essas duas restrições da Xiaomi: varejo eletrônico e cartão de crédito… sendo o que impulsiona Samsung e afins é varejo de rua (no bom e velho carnê) e operadoras…

        De todo jeito, eu também estou entusiasmado com essa novidade (até o ufanismo por Hugo Barra ter sido quase um colega de universidade :D ), talvez eu compre a Mi Band (preguiça de comprar importado).

    • s3ph1r

      Mas a venda à dinheiro em questão só é aplicável quando se fala em local físico, ou seja, em uma loja de rua não podem recusar sua compra se você quiser efetuar o pagamento com “dinheiro vivo”.. no caso boleto não é dinheiro (quando se fala em conceito de moeda forçada), é apenas um método de pagamento.. até porque não dá para mandar o dinheiro via internet (dinheiro de papel moeda)

      Lembrando que o código de defesa do consumidor foi feito em 1990, então temos que interpretá-lo em tempos modernos…

      Eu, pessoalmente, não vejo razão que eles estariam ferindo o CDC nesse caso…

  • Ghedin, bota logo um banner, que é mais honesto.

    Agora o comentário sério:
    Acabamos de importar um Zenfone 2 de 5″ da Asus para minha mulher. Ela começou a usar ontem. Antes de importar um pra mim (este era o plano), vou dar uma olhada nesses Mi.

  • Interessante, apesar de meio assustador, como ela mantém uma base de fãs igual um time de futebol.

    Eu nunca cheguei a ter um produtos deles em mãos, mas uma coisa interessante é como os produtos deles parecem ser bem construídos e bonitos mesmo com preços acessíveis. Por mais que os concorrentes estejam mais próximos, ainda acho que falta um esmero maior nesse aspecto em comparação a Apple no geral.

  • Saulo Benigno

    O pior mesmo é a fama de chinês ter só produto ‘xing ling’

    Todo mundo que apresentei comentou “tem cara de xing ling” , isso aqui no Brasil deve ser complicado para eles.

    Mas, eu quero 2, vou esperar chegar a R$ 350 :)

  • Saulo Benigno

    O pior mesmo é a fama de chinês ter só produto ‘xing ling’

    Todo mundo que apresentei comentou “tem cara de xing ling” , isso aqui no Brasil deve ser complicado para eles.

    Mas, eu quero 2, vou esperar chegar a R$ 350 :)

    • thiagones80

      como disse no meu comentário, isso dá um post. A china sabe fabricar coisas boas. (é só pagar). Mas enquanto eles deixarem os clones serem exportados sem restrições e com isso ganharem mídia negativa essa imagem não vai mudar.

      • tuneman

        exato. quase todos os eletronicos que usamos possuem algum componente chinês.

        • thiagones80

          Sim e até o produto inteiro, tem muita coisa made in china que dura muito tempo e aguenta o tranco. o problema é quando eles projetam (ainda são iniciantes em algumas coisas) e quando resolvem clonar…. E até aceito inspiração no design ou categoria de produto por exemplo, mas clonagem é feio demais.

        • thiagones80

          Sim e até o produto inteiro, tem muita coisa made in china que dura muito tempo e aguenta o tranco. o problema é quando eles projetam (ainda são iniciantes em algumas coisas) e quando resolvem clonar…. E até aceito inspiração no design ou categoria de produto por exemplo, mas clonagem é feio demais.

    • É o que eu já tinha dito – será um desafio pra xiaomi adentrar no mercado brasileiro. o brasileiro médio tem um preconceito fortíssimo com xing lings…e outra, pra brasileiro, só existem basicamente 4 marcas hj em dia: samsung, apple, sony e motorola. Lumias eu não coloco nessa lista pois tem uma revenda difícil demais. Povo prefere comprar win 2 duos usado do que um lumia 830 usado..

  • Usei algumas versões da MIUI no Nexus 4, 5 e 6 e considero uma modificação bem interessante, além de receber atualizações com correções e afins toda semana.

  • tuneman

    manda a versão de 16GB e 2GB de RAM que eu compro no hora!

  • Panino, o Manino

    Telefone Chinês… “Meu Vermelho”…
    OS COMUNISTAS ESTÃO INVADINDO O PAÍS!

    O aparelho é bom, mas sei lá, essa interface sem gaveta para guardar os programas… me irrita grandemente. Nunca consegui usar. Pelo menos dá para trocar a interface, só que permanece o problema de ter muita coisa inútil nessa ROM. Não entendo isso, os aparelhos tem pouca RAM, daí enfiam programas para ocupar RAM para liberar a RAM… Não computa aqui.
    E esse suporte, será que vai ter ouvidoria para adicionar atualizações na ROM seguindo os pedidos do consumidor local? A apresentação foi um pouco constrangedora, ainda assim a informalidade foi um ponto positivo.
    E é culpa deles ter ido mais gente do que cabia? A presença acima da expectativa não deveria ser positivo?

    De todo modo, ótimo custo benefício.
    O preço é bom e se tiver aquelas promoções de sempre daqui um mês vai ser imbatível.
    Como curiosidade para quem interessa (isso me interessa), a GPU Adreno 306 pode ser mais fraca que a Adreno 405 desses SoCs lowend da Qualcomm, porém ela tem suporte para decodificação de h265.

    • Basta instalar uma launcher diferente ou até mesmo a cyanogen que tem disponível pra ele.

      Isso pra mim não é desculpa pra não comprar o aparelho.

      • Panino, o Manino

        Verdade. Dá para mudar a ROM sem complicação?
        Queria saber o quanto melhora a bateria, MIUI parece não ser grande coisa nisso.

      • Marcos Balzano

        Bruno, o que pega nas Rom’s é de fato que é algo restrito e que ainda tem muito preconceito por parte do público geral/ das fabricantes.

  • Valeria Fla

    Agora tô morrendo de dúvida entre um Zenfone 5 ou um Redmi 2.
    Eu tinha um Zenfone 6, mas um meliante o levou. Amava aquele telefone.
    Mas ando lendo muitos relatos do descaso da Asus com atendimento ao cliente.

    Dúvida cruel.
    (ps. a verdade era que eu queria um iPhone 6 Plus, mas minha situação monetária não é favorável a isso)

    • Régis

      O problema do Zenfone 5, pelo que li por aí, é a bateria muito fraca. Eu esperaria as análises do Redmi 2 que estão por vir, pra ver como ele se sai (tô curioso!)..

  • Marcos Balzano

    A Xiaomi copia a Apple em seus Keynotes à tempos, e a Apple devia copiar de alguém e assim vai, mais eles representam a China em seu auge, nós sabemos fazer e sabemos fazer barato esses fans são apenas mais fanboys como os que tem por ai, e pior não conseguiam usufruir 100% antes. Mas é apenas mais um smartphone de entrada com preço muito bom, parece até preços do de um empresa que de quando em vez subsidia smarts. Pelo que deu para entender eles vão vir com coisas mais simples para trazer nome para marca e estabelecer algum marketshare aqui no Brasil e ver como a fabrica da foxconn vai aguentar a demanda.

  • Fabio Montarroios

    Ótima análise, Ghedin! Mas o que eu realmente não entendo é essa legião de fãs que surgiram antes mesmo da marcam começar. Não que esteja desconfiado que tenha sido algo orquestrado, muito pelo contrário, o que eu acho bizarro é alguém dedicar tanto “amor” a uma marca que vende… celular. Tenho o mesmo estranhamento quando vejo as mesmas filas pela espera de produtos Apple pelo mundo, mas, pelo menos neste caso, há toda uma mística bem longeva que envolve a Apple, a criação dos seus produtos, seu falecido criador etc. Acho tão maluco tudo isso q me parece algo até digno de estudo sério, porque, pelo menos pra mim, é até complicado sentir alguma empatia por essas pessoas dada a empatia que elas sentem por celulares! O único paralelo que vejo nisso é, por exemplo, a comoção que os Beatles causavam (uma histeria louca na qual mal dava pra ouvir os caras cantando), mas aí são canções e elas podem se encaixar melhor em contextos da vida (um relacionamento amoroso, por exemplo). Vejo com dificuldade um aparelho qualquer tomar esse lugar (especialmente um sem inteligência artificial)… Se a morte do Cristiano Araújo comoveu tantos mesmo sem ser conhecido por tantos outros eu colocaria essa comoção por um alto funcionário da empresa, com discurso orientado pelo marketing, no mesmo plano: os feitos do Hugo Barra se equivalem aos do Cristiano Araújo pra mim pessoalmente. Eu tenho um Moto G mas jamais me colocaria numa fila quilométrica pra saber do Moto G 2 com capinha amarela edição especial… Seria o mesmo se tivesse um iPhone, ou para a Canon, Epson… A relação com as empresas tende a ser tão conflituosas que, como bem lembrou o @paulo costa já começa com violações do CDC (que existe justamente pra diminuir a relação de forças totalmente desvantajosas para os consumidores). Esses fenômenos de massa, pra mim, são o mais interessante nisso tudo e se alguém souber de um artigo bacana que tenha lido sobre e queira compartilhar, eu agradeço. Estava lendo um livro, mas infelizmente tive que interromper a leituras, mas era o “Como as marcas se tornam ícones”, vou retomá-la pra ver se acho alguma pista, mesmo pq, tenho q entender a devoção pelo Minecraft e acho q as coisas seguem o mesmo caminho… Abs.

    • thiagones80

      Fabio, penso de forma muito parecida. Eu consigo entender a identificação com os produtos de uma marca (e aquela sensação boa, de “parece que os engenheiros disso trabalham pra mim!!!”) . Tbm entendo e concordo com admirar uma empresa, porque não? Notar e valorizar uma importância histórica ou contemporanea. Mas essa coisa fanboy, de dedicação, de viajar o país e enfrentar uma fila por uma marca que quer te vender aquilo.

      não…. não dá.

      Muito bem comentado por vc o caso dos Beatles. Posso ampliar? Tudo que trabalha o sensorial de forma poderosa. Eu, por exemplo, AMO um barulho de motor de carro, o cheiro da borracha e da gasoilna. A adrenalina….. e poderia acompanhar um campeonato de uma marca ou de marcas por isso). Guiar um carro é algo sensorialmente muito forte.. a conexão entre homem em maquina pega todos os sentidos. (Avião, barcos, tudo incluso nisso). Ou mesmo uma paixão louca por esportes… isso mexe com a emoção….

      Mas um pedacinho de plástico que só trabalha o tato (sem contar utilidades estranhas ao vibra call…)? . … é digno de estudo.

      • Fabio Montarroios

        Justamente, Thiago. Tem várias paixões por coisas que tem ligação com marcas e o exemplo dos carros é um bem forte, afinal, nesse mundo há muito disso: corridas, pilotos, marcas, pistas difíceis, jogos, campeonatos, acidentes espetaculares, a mística que envolve certos pilotos e pistas, o ronco incrível de certos motores etc etc. Aliás, o filme MadMax novo é uma síntese dessa conversa: sobraram os carros e a lembrança de certas macras (o culto ao V8 e o McBanque destinado aos que se sacrificarem em combate). É um universo bem amplo e o fato de pilotar um carro, mesmo um carro que não seja de corrida, é uma ligação muito grande com uma máquina que faz algo q vc não conseguiria: andar numa velocidade muito maior q a sua. Dá até pra sentir empatia por um carro que te ajuda numa grande travessia e vc é, sei lá, obrigado a vendê-lo ou encostá-lo por um motivo qualquer. Tem um texto q eu li há algum tempo q é bem legal, mas fala de motocicletas, recomendo: http://revistacult.uol.com.br/home/2012/08/os-prazeres-da-motocicleta/

        O exemplo dos esportes tb é crucial. Acredito q muita gente não entenda a paixão por um clube de futebol, mas pelo menos no meu caso, ela vem de desde a infância, foi algo construído aos pouquinhos e num crescendo e q é uma relação de amor (qdo o time vai bem) e ódio (qdo o time vai mal). Foi algo transmitido pelo meu pai… Será q no futuro muitos pais transmitiram aos filhos o amor por marcas!? Talvez… E algumas marcas realmente resistem ao tempo, mas eu arrisco dizer que tudo aquilo que depende da eletrônica pode ser que não tenha vida garantida no futuro, já que os recursos são escaços e um canivete tem mais chances de atravessar os tempos do que um carregador de bateria…

        É um estudo válido e eu acho q pode ir por esses caminhos mesmo, de coisas já conhecidas mencionadas por vc. Abs.

      • Júnior Antunes

        Pedacinho de plástico é o seu Moto G!! Não fale assim de meu smartphone todo acabado em vidro e metais nobres!! Rsrs

        • thiagones80

          uuuui isso com as habilidades ocultas do vibra call fica DI-VI-NO!

          kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk XD

    • Marcos Balzano

      Tudo isso é explicável, as pessoas, hoje em dia, tendem a ter sua vida a cerca do telefone, e conheço muita gente que não consegue viver um dia sem, por causa de todo o contexto social, se todos de meu circulo de amigos usam certa marca e eu sempre me identifiquei com certa marca junto os dois e meu mundo se converge no celular. Sim é algo bem abstrato e parece fora do padrão, mas é o contrário, quem não está ai que é o marginalizado. Além do fato desses fans considerarem a marca e seus ideais uma religião, vide artistas, as brigas entre fansboys de tudo. Tudo isso vem de uma necessidade secular de ter algo como o melhor, a influência da religião, que apenas muda o nome, mas a essência é a mesma.

      • Fabio Montarroios

        grande marcos! é verdade q a relação com a religião é forte, mas eu acho q ela explica uma parte da questão. li um livro, q recomendo fortemente, mesmo se vc não gostar de futebol, q é o “a dança dos deuses”. além de leitura muito prazerosa, o livro tenta explicar a amor pelo futebol de várias maneiras e dentro do nosso contexto nacional e internacional. é um livro de um historiador brasileiro da idade média, hilário franco jr., mas ele não fica restrito a análise histórica e tenta explicar, o futebol pela metáfora sociológica, religiosa, psicológica, linguística e antropológica. e todas elas fazem sentido! acho q o mesmo cabe aos fãs. vc mesmo apontou o contexto social no qual o celular consegue inserir uma pessoa, muito além, provavelmente, do q seria sem ele. muito mudou de forma irremediável pra gerações anteriores essas e as vindouras (se ainda tivermos internet) depois da internet, é evidente… nesse fim de semana mesmo, estava com minha esposa e meus pais num estacionamento aqui da cidade de sp, e pouco se vê das estrelas por conta da luminosidade da cidade, e vimos dois pontos luminosos no céu e gostaríamos de saber quais planetas eram, saquei meu celular e usei o skymap do google e vi q eram vênus e júpiter. poxa, bem legal e ficamos lá um tempo vendo os planetas, mesmo q só como dois pontinhos no céu poluído de sp… enfim, eu ainda tenho dificuldades em entender as forças que comovem e demovem tantas pessoas para a acompanharem de maneira fervorosa uma marca (e não um artista, um autor, cantor etc)… deve ser pq já estou me descolando dos interesses das gerações vindouras e ficando mais nostálgico e preso ao modo de pensar da minha juventude e infância (qdo não havia nada e depois muito disso)… vai saber.

        • Marcos Balzano

          Sei como se sente, felizmente eu vivo e respiro tecnologia, então esse olhar já não me é estranho. Mais sim, antigamente o artista é quem tinha toda essa moral aí se viesse fan de outra banda falar mal, hoje os artistas, por assim dizer, são os CEOs das empresas, Jobs, Page, Bin estão ae para nos mostrar, tem muitas pessoas que conheço do meu tempo de faculdade que saia no braço pra defender o Linux e hoje é assim com os celulares, acho que é mais uma questão de transição de épocas do que qualquer outra cousa.

    • os fãs da marca já existiam no brasil devido ao aliexpress e seus ótimos preços. Claro, isso antes da alta desenfreada do dólar. Muita gente já usava xiaomi no brasil antes deles chegarem. Por isso que já tem muita gente que gosta da marca.

      • Fabio Montarroios

        é verdade! o aliexpress…

  • Rafael Gino

    Só vim conhecer a existencia dessa tal Xiaomi esse ano mesmo, em uma noticia sobre a vinda dela ao Brasil. Passei batido sobre esse fato, pois, achei que era só mais uma marca chinesa qualquer. Parece que fui “ludibriado” pelas aparências.

    Vendo todo esse fervor ontem nas redes sociais fiquei pensando: “Mas que diabos ta acontecendo? Que bagulho é esse de Mi chegou?” Fui me informar sobre e eis que é a tal Xiaomi. De inicio esse preconceito me fez resistir a ver o que de fato ela estava trazendo ao Brasil, mas depois era inevitável ver as noticias do Redmi 2 e, para a minha surpresa, minha opinião sobre a empresa mudou totalmente.

    Achei bastante interessante (e assustador também) a empresa trazer smartphones com configurações decentes e um preço tao baixo para a nossa realidade, que de tao surreal, me faz questionar a procedência de seus produtos.

    O único contra disso tudo foi eles nao considerarem boleto bancário nos meios de pagamento de sua loja online, meio esse que ainda é um dos principais aqui em terras tupiniquins.

  • Henrique

    Eu tenho a Mi Power Bank e é 10/10! Comprei na DX a uns tempos atrás e não tenho do que reclamar até hoje. (Já tava de olho na Mi Band, dependendo do tempo de entrega acho que vou pegar uma pra testar)

  • Pingback: Tech in Latin America: All the news you shouldn’t miss from the past month | News Video()

  • Pingback: Tech in Latin America: All the news you shouldn’t miss from the past month | Digital Gadget dan Selular()