Mochila do Artur Carsten.

O que tem na sua mochila, Artur Carsten?

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20/3/17, 14h32 4 min Comente
Foto do Artur Carsten.

Artur Carsten tem 23 anos, é catarinense e está prestes a se formar em Medicina. Nas inexistentes horas livres, faz o (im)possível para reduzir enormes pilhas de jogos e livros por terminar. Antes de resolver virar médico, escreveu por anos a sites e blogs, entre eles o Campo Minado, Continue, Guia do PC, Gemind e XboxPlus. Um dia ainda vai retomar esse hobby. Um dia.

  1. Notebook Asus VivoBook S400CA. Com Core i5 3317U, 4 GB de RAM, 500 GB, tela de 14″. Está prestes a completar dois bons anos ao meu lado. Apesar da configuração e visual humilde, ele compensa por ser (relativamente) leve e ter boa autonomia (principais determinantes pra compra dele). As únicas coisas que me incomodam é a tela (quase impossível de usar em ambientes muito claros) e a pouca memória RAM. Deve ser aposentado tão logo eu termine a faculdade.
  2. Littmann Classic II Black Edition Stethoscope. Sim, você já viu um desses. E sim, ele serve pra avaliar o funcionamento da maquinaria que mantém você de pé. Isso e muitas outras coisas. Apesar da proposta simples, têm preços surpreendentemente salgados. Tenho este desde o início da faculdade e, graças ao preço do dólar, ele já triplicou o valor que paguei nele há 5 anos. Yay (?).
  3. Samsung Galaxy Tab S2 (32 GB). Depois de quatro anos com iPad, resolvi dar a chance pra um tablet Android e só me arrependi de uma coisa: não ter trocado mais cedo. Com quase um ano de uso, apresenta uma fluidez impressionante, qualidade de imagem belíssima e ainda quebra um galho danado graças ao seu acervo de livros e textos da faculdade armazenados em um SD card de 64 GB.
  4. Geratherm Oxi Control. Esse você talvez não tenha visto. Importado da Alemanha, esse pequeno oxímetro de pulso, quando conectado à ponta do seu dedo, consegue informar a frequência cardíaca e a porcentagem de saturação periférica de oxigênio. Em outras palavras: informa como o oxigênio está sendo distribuído pelo seu corpo.
  5. EarPods da Apple. Ouvir música é terapêutico. Usei dezenas de fones de outras marcas por períodos variáveis, mas não teve jeito: os da Apple são sempre os melhores.
  6. Carimbo. Mesmo sendo estudante, assinar ficha de prontuário é uma forma de informar ao médico assistente que você também está acompanhando o paciente e está registrando em documento sua própria análise sobre o caso.
  7. iPhone 4S (16 GB). Ok, é velho, eu sei. Acontece que ele substituiu às pressas meu finado Sony Xperia E3, obliterado por sua risível memória interna. Quanto ao 4S, tirando os eventuais engasgos da idade e o fato de beber bateria de canudinho, serve bem aos meus propósitos. Com certeza, funciona muito melhor do que o E3 nos seus últimos dias.
  8. Cadernos e blocos de anotações. Servem tanto pra resumos rápidos quanto pra “field notes”. Ajudam a rascunhar e desenvolver histórias clínicas e transcrevê-las organizadamente depois.
  9. Pendrives (Kingston 1GB e El Shaddai 32 GB). O primeiro vem da época que ter um pendrive ainda custava um rim. O segundo veio de uma promoção mesmo. Num mundo dominado por PDFs gigantescos, quem tem pendrives grandes é rei. Me falta um de 64 GB pra coleção.
  10. Cadeados. Úteis.
  11. Carregadores. E adaptadores.
  12. A Segunda Guerra Mundial: os 2.174 dias que mudaram o mundo (Martin Gilbert). Sou aficionado pela história desse conflito desde o começo da minha adolescência. No momento, essa é a minha leitura pra quando sobra um tempinho.
Mochila do Artur Carsten.
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Nota do editor: “Na mochila” é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o interior das bolsas e mochilas de leitores, colegas e amigos. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua.

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