O que tem na mochila do Bruno Salutes.

O que tem na sua mochila, Bruno Salutes?

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17/10/16, 9h34 3 min 44 comentários
Carteira Chimp em cima de uma mesa.Chimp Carteiras
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Foto do Bruno Salutes.

Bruno Salutes é formato em Web Design, Marketing de Relacionamento e Gestão Comercial. Resolveu largar os números, os gráficos e o sufoco das grandes empresas e hoje é editor pleno do site AndroidPIT. O trabalho remoto e o contato diário com a tecnologia móvel é algo surpreendente, principalmente quando esse esforço se converte em uma forma de ajudar outros usuários de smartphones e tablets. Atualmente ele tenta, sem sucesso, se adequar aos aplicativos fitness.

  1. Porta-cartões Zara. Indispensável, pois reúne meus contatos mais importantes.
  2. Moleskine sem pauta. Utilizo para fazer anotações rápidas sobre temas, pautas e detalhes que foram conversados em reuniões com a equipe do site. Ainda não abracei a ideia de usar um app de notas.
  3. iPhone 6 (64 GB). Meu smartphone principal. Hoje, estou com um Xperia Z3+ como secundário, para fazer os trabalhos do site como testes e tutoriais. (A foto foi feita com o Z3+.)
  4. Moto X Style. Esse smartphone foi enviado para testes e estava comigo na hora que bati essa foto. Minha ideia é compará-lo com o Moto Z e escrever mais artigos.
  5. Caneta Bic Cristal (ponta fina). É a caneta mais confortável para o meu uso.
  6. Fones de ouvido Pioneer DJE 1500. Gosto bastante do formato intra auricular e gostei bastante da qualidade deste fone da Pioneer. Comprei em meados de 2014 e, desde então, nunca tive nenhum tipo de problema com ele. Substitui os fones que acompanham o iPhone 6 e meu Xperia Z3+.
  7. Óculos de grau Guess. Não consigo trabalhar sem esse óculos após alguns minutos na frente do computador.
  8. MacBook Pro 13″ (Early 2015). Sou muito exigente com relação à qualidade da tela e imagem no geral. Sempre tive vontade de ter um MacBook com tela Retina e consegui comprá-lo no ano passado, depois de passar o meu MacBook Air pra frente. Uso bastante o Photoshop para editar ensaios de eventos e de aparelhos que resenho, além de escrever artigos e editar alguns vídeos.
  9. Limppano. Comprei esse pano, que é um limpador de inox, para remover marchas de dedos do meu celular. Tenho ele há dois anos e o mesmo nunca perdeu a maciez ou a eficiência. Tinha um certo receio dele ser muito abrasivo, mas até hoje ele nunca arranhou nenhuma tela.
  10. Perfume Acqua Di Giò. Comprei numa viagem que fiz e gosto bastante dele. Diferente dos perfumes que eu tenho, ele combina com qualquer clima e hora do dia.
  11. Bolsa carteiro Nordweg. Sou apaixonado por coisas de couro, principalmente os legítimos. Nela carrego todos esses itens e fico despreocupado em relação a sua durabilidade.
O que tem na mochila do Bruno Salutes.
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Nota do editor: “Na mochila” é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o interior das bolsas e mochilas de leitores, colegas e amigos. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua.

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  • Luciano Lima

    E aquele adesivo do Manual do Usuário colado no MacBook ☺

    • quem é assinante do site ganha.

  • Elerson Carvalho

    kkkkkk e que não compartilhem este artigo no Androidpit heim…. alguns usuários de lá tem uma raiva incontrolável da Apple.
    Gostei a pacas da bolsa Carteiro Nordweg.

  • Thiago

    Editor do AndroidPit x iPhone como fone principal.

    • se eu não me engano, ele mesmo explicou os motivos de usar apple e trabalhar num site dedicado ao android. acho q foi num post la no android pit mesmo.

    • Logo que li também achei irônico, e se isso ocorresse há uns tempos atrás acharia o cúmulo.
      Mas hoje vejo que não tem nada a ver o cara trabalhar num site sobre Android e ser obrigado a usar esse sistema como principal, o importante é ele ter sempre um Android com ele se faz reviews de aplicativos. Caso contrário não vejo mais necessidade, é trabalho, não diversão do cara, né…
      Sei lá, sou muito mais flexível com isso atualmente.

    • thiagones80

      Não vejo problema nenhum nisso. Aliás é até melhor. A visão crítica de um editor é superior se ele não só não for fanboy, como tbm tem contato direto com o aparelho concorrente.

    • Dedo médio

      Achei a mesma coisa. Se fosse da chefia já dava logo uma advertência ou justa causa se o cara insistisse em continuar usando a concorrência kkkk

    • Dedo médio

      Achei a mesma coisa. Se fosse da chefia já dava logo uma advertência ou justa causa se o cara insistisse em continuar usando a concorrência kkkk

  • Quanto a mochila, bem simples mesmo (no quesito itens). Típico de quem trabalha em casa.

  • Sou um grande fã da Nordweg, eles tem uma qualidade incrível nos produtos deles.
    Tenho um amigo que tem uma bolsa carteiro também.
    Ja estou morando uma mochila deles.

  • Polêmica: nem acho as mochilas da Nordweg tão bonitas assim, apesar de serem de ótima qualidade, acho muito chamativo esse brasão e as costuras nas backpacs.

    • Eu acho bem caro…Tive uma carteira, durou um bom tempo.

    • Louis

      Eu acho elas bem bonitas, só o preço é feio. Comprei uma mês passado na promoção de 15% de desconto. O acabamento é muito bom, mas, chamam muito a atenção (acho que umas 15 pessoas vieram falar comigo no trabalho sobre a mochila).

      Fora isso, teve uma coisa que gostei bastante que quase ninguém fala: o conforto. A mochila é extremamente confortável e é bem notável que causa menos impacto nas costas.

      • Elas não passam despercebidas mesmo, acho que por isso que eu não gosto, prefiro algo mais simples que é minha preferência geral:

        A LOUIE lançou algumas malas e parecem lindas, comprei um sapato deles e fiquei muito impressionado: https://www.louie.com.br/loja/bolsas

        Não sei dizer sobre a qualidade, mas no site parecem lindas também são as da Saint Studio: https://www.saintstudio.com.br/categoria-produto/backpack/

        No momento uso uma simples da C&A e me atende, quando essa estragar eu penso em algo mais refinado….mas para mochilas acho que o básico me atende bem de qualquer forma.

        • Achei todas lindas mas o preço é proibitivo (para mim)

    • Paulo Pilotti Duarte

      Só comprei uma carteira deles (e deu uma de presente) porque são caras.
      Não gosto do design com o brasão também.

    • Também não acho nada incrível, ainda mais por esse preço. Cliquei no link por curiosidade e o modelo do Bruno custa 500 reais. Nem a pau.

      • Só por curiosidade, até quanto você estaria disposto a pagar numa bolsa de boa qualidade?

        • Isso é complicado. Tem pessoas (muitas) que querem pagar 10 reais e receber uma mochila/bolsa de couro.

        • Eu sinto que 300 reais seja um preço bem adequado numa mochila.
          As da cutterman tinham esse preço em média, mas subiram bastante, e nem de couro são.

      • Paulo Pilotti Duarte

        Assim, são de couro mesmo, o que não as torna muito caras não. Lógico que se tu pensar sob a lógica do poder de compra médio do brasileiro, elas são MUITO caras. Mas, assim como 90% do que é postado pelos profissionais aqui no MdU, são coisas de uma classe social muito mais alta do que a média do trabalhador brasileiro.

        Lógico que existe o argumento, correto, de que elas vão durar muito mais do que uma de R$100, por exemplo. Sim, é verdade, mas o que a maioria das pessoas que tem acesso a esse valor, digamos os R$500 da pasta em questão, não entende é que faz sim muita diferença no orçamento um bolsa de R$500 x uma bolsa de R$100, um telefone de R$1500 x um telefone de R$500, etc.

        Acredito também que todo mundo tem consciência que os objetos mais caros são, de fato, melhores construídos e vão durar muito mais, fazendo com o que o CxB seja maior no longo prazo, porém, a grande dicotomia que se coloca éa do consumo: a pessoa com menos capacidade financeira é bombardeada diariamente por padrões de consumo que são vendidos com uma grande carga de “personalidade” (você compra Apple e carrega consigo todo o conjunto de bolsa de couro, moleskine, caneta Jetstream (que nem é tão cara) numa mesa de madeira rústica com aspecto clean etc). Sendo esse o padrão de consumo que nos é imposto e não tendo a maior parte das pessoas a capacidade de ter determinado produto, é normal que se busque alternativas que se enquadram no orçamento – por isso existem tantas falsificações.

        A afirmação “não tem dinheiro, não compra” também é problemática, ainda mais vinda de quem tem dinheiro pra se colocar no mercado de consumo – dizer o que os outros devem fazer/não fazer é sempre mais simples quando temos acesso ao que os outros querem e não tem.

        ***

        A título de comparação vazia: paguei numa sem marca, uns 3 anos atrás – em Novo Hamburgo/RS, local onde tem uma quantidade relativamente grande de feiras e atacados direto de fábrica – R$330. Está comigo até hoje, só precisa passar uma graxa de sapatos de vez em quando pra voltar a ter brilho.

      • Paulo Pilotti Duarte

        Assim, são de couro mesmo, o que não as torna muito caras não. Lógico que se tu pensar sob a lógica do poder de compra médio do brasileiro, elas são MUITO caras. Mas, assim como 90% do que é postado pelos profissionais aqui no MdU, são coisas de uma classe social muito mais alta do que a média do trabalhador brasileiro.

        Lógico que existe o argumento, correto, de que elas vão durar muito mais do que uma de R$100, por exemplo. Sim, é verdade, mas o que a maioria das pessoas que tem acesso a esse valor, digamos os R$500 da pasta em questão, não entende é que faz sim muita diferença no orçamento um bolsa de R$500 x uma bolsa de R$100, um telefone de R$1500 x um telefone de R$500, etc.

        Acredito também que todo mundo tem consciência que os objetos mais caros são, de fato, melhores construídos e vão durar muito mais, fazendo com o que o CxB seja maior no longo prazo, porém, a grande dicotomia que se coloca éa do consumo: a pessoa com menos capacidade financeira é bombardeada diariamente por padrões de consumo que são vendidos com uma grande carga de “personalidade” (você compra Apple e carrega consigo todo o conjunto de bolsa de couro, moleskine, caneta Jetstream (que nem é tão cara) numa mesa de madeira rústica com aspecto clean etc). Sendo esse o padrão de consumo que nos é imposto e não tendo a maior parte das pessoas a capacidade de ter determinado produto, é normal que se busque alternativas que se enquadram no orçamento – por isso existem tantas falsificações.

        A afirmação “não tem dinheiro, não compra” também é problemática, ainda mais vinda de quem tem dinheiro pra se colocar no mercado de consumo – dizer o que os outros devem fazer/não fazer é sempre mais simples quando temos acesso ao que os outros querem e não tem.

        ***

        A título de comparação vazia: paguei numa sem marca, uns 3 anos atrás – em Novo Hamburgo/RS, local onde tem uma quantidade relativamente grande de feiras e atacados direto de fábrica – R$330. Está comigo até hoje, só precisa passar uma graxa de sapatos de vez em quando pra voltar a ter brilho.

        • Hoje li algo interessante que reflete muito a minha realidade de outras pessoas próximas: a geração Y não tem condições de comprar um apartamento e nem um carro é mais tão interessante. O que sobra para investir?

          Como as pessoas jovens ficaram nesse limbo, no qual os grandes investimentos são quase inalcançáveis, acaba-se gastando mais em pequenos luxos como gadgets, gastronomia e turismo. Juntando essa condição de falta de perspectiva com a noção de consumo consciente (social e pessoal), me parece o mundo ideal para esses produtos como mochilas Nordweg que atende ao pessoal classe média de grandes cidades com algum dinheiro sobrando. Isso vale para Apple, Moleskine, etc…

          Fui avaliar a possibilidade de comprar um apartamento, daqueles minúsculos para uma pessoa e continua fora da realidade mesmo na região central de São Paulo (“degradado” como dizem), em tempos de crise e com incentivos do governo. Eu trabalho já uns 8 anos e moro na casa dos meus pais, consumo muito pouco e mesmo assim é complicado sair de casa pensando em uma casa própria simples. Imagine para as pessoas com vidas mais normais…sobra o Starbucks de final de semana. :p

          • Paulo Pilotti Duarte

            Tem isso, mas eu falei muito mais no sentido de quem em termos de qualidade, uma bolsa de couro de R$500 é OK, nem barata e nem cara. Mas, em termos de ganhos médios, um trabalhador da classe D/E do país – que hoje tem uma relativa inserção no mercado de consumo – não dispõe desse dinheiro para pagar, nem parcelado, num bem supérfluo. E muitas vezes falta o tato do formador de opinião de entender isso, que sim, se as pessoas pudessem elas comprariam a bolsa de couro de R$500, o iPhone 7 de R$4000 etc, mas como não tem esse dinheiro (e não tem como poupar, uma vez que só poupa quem consegue ganhar mais do que as despesas que tem diariamente) sobra comprar o segundo escalão da bolsa, do telefones, etc. Sabidamente de pior qualidade, ou, com um CxB que no longo prazo não vai ser o melhor, digamos assim.

            Sobre AP e problemas de classe média, eu moro com a minha mãe também. Como estou fazendo provas de mestrado e terminando um apostilamento pra poder dar aula, não vejo uma mudança significativa nesse cenário nos próximos 18 meses. Fui ver apartamentos pra comprar/alugar e, basicamente, quase todos financiamentos/aluguei consumiriam toda a minha renda (na faixa de +R$1500 mensais em Porto Alegre, perto do centro) o que os tornou completamente inviáveis.

            Acho que vou acabar comprando um carro ao final do ano, porque aqui onde eu moro é longe do centro da cidade (isso conta muito pra sair diariamente, idas e vindas, pq quando eu saio de noite ou pra fazer compras no mercado, eu sempre uso táxi pra volta).

            Enfim, esses tempos eu li que somos a primeira geração que provavelmente será mais pobre que os nossos pais e, pela sua fala (e de muitos amigos) isso parece se concretizar cada vez mais).

          • Sim, entendi o seu argumento, inclusive saiu na Economist um artigo sobre o custo dos serviços financeiros para os pobres interessante: http://www.economist.com/news/united-states/21663262-why-low-income-americans-often-have-pay-more-its-expensive-be-poor

            Esse texto só me deu uma revelação do meu próprio comportamento triste: tenho algumas coisas “chiques” porque não tenho perspectiva de um grande investimento, morando com os pais sem imaginar a possibilidade de comprar uma casa ou carro não é necessário muito para se dar a esses mimos como tudo na mesa do publicitário que @fmontarroios:disqus postou. As mochilas aqui são quase nossa casa, todos nossos bens estão nelas.

            Supondo a geração passada, que estaria pensando na minha idade em ter um carro melhor, um carro do rodízio (!?), casa, filhos, empregada…comprar um Mac ou cogitar um B&O seria um luxo lá do final da vida. Posso estar superestimando, mas acho que alguém de 25 anos tempos atrás com minha profissão estaria pensando em pelo menos um sedan médio supondo que ainda solteiro.

          • Paulo Pilotti Duarte

            Mesmo assim, mesmo sendo “casas” esses bens são inalcançáveis para a maior parte da população do país, e nem estou falando de pobreza, uma pessoa de classe média – família de professores, por exemplo – não tem a longo prazo a ideia de comprar algo que custe mais de R$3k sem ter que apelar pra um empréstimo ou cartão parcelado – e o crédito custa muito mais caro pra quem é pobre – ou seja, ainda que sim, que sejam “nossas casas” isso é o perfil de uma minoria privilegiada que pode comprar isso – ainda que isso possa custar a aquisição de um apartamento ou um carro médio.

            Agora, o que temos que pontuar é se isso é problemático. Eu acho que não, que a seção em si apenas mostra um nicho relativamente específico com pessoas que, usualmente, tem o mesmo padrão de vida, trabalham com coisas semelhantes, etc.

            O meu questionamento começou mais tentando responder/explicar (e cutucar) sobre esse preço que pagamos pelas coisas (que foi o que questionou o @felipebruni:disqus ), mesmo que elas tenham qualidade – que foi o que questionou o @ghedin:disqus depois.

            PS: Acho que eu já li esse artigo do The Economist, mas, lerei de novo caso for o necessário, porque é algo que m,e interessa muito.

          • Me preocupa o agravamento (mundial) da concentração de renda: cada vez mais menos pessoas têm condições de adquirir bens que dão independência financeira às pessoas. Nem reclamo tanto do meu caso porque meus pais tem um belo apartamento, mas pensando no resto das pessoas que não foram tão privilegiadas.

            A questão do ser “pobre sai caro” realmente é uma perspectiva pouco abordada da desigualdade social e acho que a questão da moradia entre um pouco nesses custos invisíveis: acho incrível como as pessoas não dão a devida importância ao tempo dispendido no trânsito que facilmente atinge 4 horas por dia em São Paulo para pessoas que não moram no centro expandido. Sem morar em bairro nobre, minha carreira teria sido profundamente afetada pelo deslocamento…mas parece que poucos enxergam dessa forma.

          • Paulo Pilotti Duarte

            A inexistência de políticas urbanas no Brasil é um dos fatores que gera desigualdade. Tudo no Brasil é pensado pra uma elite, esse é o problema (e qualquer iniciativa contrária, é atacada pela classe média [que muitas vezes se acha elite], pela mídia e pelos partidos conservadores).

          • Wellington Albertini

            “no qual os grandes investimentos são quase inalcançáveis”

            Cara, hoje a gente tem ótimas opções de investimento bem “alcançáveis”. O Tesouro Direto está aí com rendimentos excelentes e com possibilidade de aportes mensais de R$ 30,00. E o melhor, tem corretoras que não cobram NADA para operar em Tesouro Direto. Tem alguns títulos pagando mais de 14% ao ano. Nem o Warren Buffett consegue isso as vezes. rs

            Agora, falando em investir, tu tem que pensar corretamente para saber o que é um ativo e o que é um passivo…

          • Usei um termo errado, investimento nesse caso é ter os bens de consumo do “American Dream”: carro e casa própria. São despesas na verdade, mas são as coisas pela qual a classe média sempre trabalhou. Hoje, isso toma muito mais tempo de vida.

            Investir no sentido tradicional do termo sempre foi bom no Brasil com juros altos. Hoje é melhor ainda com a crise.

        • Fabio Montarroios

          Há alguns dias li sobre as falsificações de luxo e, a depender do q vc for fazer, e precisar aparentar ter mais do q tem, pode ser uma boa alternativa, já q me parece crucial, em certos aspectos, TER.

          http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/falsificacoes-de-us-7-800-levam-empresas-de-luxo-a-internet

          Esses dias, na Folha, vi a foto de um publicitário (Hugo Rodrigue) e ele tinha todos esses símbolos necessário para PARECER SER algo q ele diz SER. E, pelo menos nessa foto de divulgação em q ele se exibe, tudo através do q ele têm: Apple, Moleskine, mesa clean, prêmios, uma vista para um rio poluído, uma caneta q não deve ser qualquer uma etc.

          http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/10/1697414-marcas-sao-mais-lembradas-mas-fidelidade-e-desafio-diz-publicitario.shtml

          https://uploads.disquscdn.com/images/6d7359202cb744997f802bc8d982efaf4f196f8efe3c895443798b633e379ad2.jpg

          Edit: Todo mundo esconde o carregador de baterias, né?

          • Paulo Pilotti Duarte

            Sim, percebe-se que ele tem uma imagem profissional/pessoal que ele precisa passar. O cara descolado, seguidor de tendências e cheio de ideias – e aparelhos que não precisam de baterias, pelo visto – e por isso todo o arsenal ao lado dele. Nós, seres mortais, muitas vezes compramos esse mesmo padrão de consumo sem sentir. Somos empurrados pro padrão de sucesso e de imagem que nos vendem. É perigoso isso.

          • Harlley Sathler

            Esse seu comentário me fez lembrar de um site que pegou um fone da beats e desmontou pra ver o padrão de construção. Vários elogios e tal. Depois do vídeo no ar, foram informados pela própria beats que o que eles desmontaram tratava-se, na verdade, de uma falsificação muito bem feita. Compraram outro original e desmontaram, dessa vez comparando o original com o falso. Descobriram que, embora o original utilizasse materiais ligeiramente melhores, a diferença de qualidade, tanto de construção quanto de som, era ínfima.

            Arrisco a dizer, sinceramente, que tem muita falsificação por aí que deve ter qualidade até superior aos originais.

    • thiagones80

      Também não curto esses super brasões com super faixas.

    • eu acho brega. é a mesma coisa q acho com aquelas camisetas com o jacaré bordado. mas enfim, gosto cada um tem um diferente ne.

      • Pedro

        Muito brega

    • Fabio Montarroios

      Se for couro animal, tô fora.

    • Fabio Montarroios

      Olhando assim superficialmente, me parece q essa marca busca brasões de nobreza… Tô chutando, mas eles pegam carona na idade média, repaginando as coisas, claro, assim exatamente como o faz a F1 e suas escuderias…

    • Pedro

      Nossa achei ridículas, não usaria.

  • Frederico

    Achei curioso o perfume.
    Bate uma aflição do frasco quebrar.

    • Fabio Montarroios

      Tb me afligiria um frasco de perfume na bolsa…

  • Cris

    Não sou muito chegada a brasões tb, mas faltam mochilas e bolsas mais estilosas para os homens, e sério 500, 1000 reais por uma mochila que se vai usar todo dia por anos, pois os homens raramente tem mais de 2, é custo-benefício ótimo, já paguei 300 em bolsas que pouco usei, isso sim é não aproveitar seu dinheiro.

  • Pena que nordweg não faz mais discreto tipo a mister cat
    http://www.mrcat.com.br/hbv094cfun-/p