Senha de seis números não é suficiente: qual a melhor maneira de proteger o smartphone?

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18/4/18, 14h38 8 min Comente

Proteger o smartphone com uma senha é uma atitude básica de qualquer um que se preocupe com segurança e privacidade. Além de evitar que bisbilhoteiros mexam em apps e tenham acesso a dados privados, isso criptografa o conteúdo do aparelho. O modelo de senha padrão, porém, pode não ser o bastante para protegê-lo. Continuar lendo Senha de seis números não é suficiente: qual a melhor maneira de proteger o smartphone?

Coleta de dados de ligações e mensagens SMS pelo Facebook não é novidade

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26/3/18, 10h13 3 min Comente

No Android, o Messenger e o Messenger Lite, aplicativos de chat do Facebook, têm coletado dados de ligações e mensagens SMS dos usuários. É uma praxe antiga, mas que chamou a atenção no fim de semana após um neozelandês baixar seus dados do Facebook e manifestar surpresa, no Twitter, ao se deparar com essas informações. Continuar lendo Coleta de dados de ligações e mensagens SMS pelo Facebook não é novidade

Banimento da Cambridge Analytica do Facebook evidencia falha na proteção de dados pessoais

17/3/18, 8h13
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17/3/18, 8h13 3 min Comente

Na noite desta sexta-feira (16), o Facebook anunciou o banimento de sua plataforma da Strategic Communication Laboratories, empresa-mãe da Cambridge Analytica (CA). A CA ganhou notoriedade por ter sido contratada para trabalhar na campanha à presidência de Donald Trump, em junho de 2016, e é acusada de ter manipulado parte do eleitorado norte-americano com anúncios direcionados a partir de análises de perfis. Aqui um bom material a esse respeito.

O horário escolhido para dar essa notícia é típico de empresas que querem diminuir o impacto de notícias que pegam mal. E, de fato, pegou mal — a decisão veio tarde e já tem gente falando se tratar de um vazamento.

Por outro lado, chama a atenção o conceito de “proteção de dados” que o anúncio do Facebook apresenta. Ele pode ser interpretado como um festival de contradições chocantes. Logo no início, por exemplo, Paul Grewal, vice-presidente do Facebook escreve:

Proteger as informações das pessoas está no centro de tudo o que fazemos e exigimos o mesmo das pessoas que operam apps no Facebook.

No parágrafo seguinte, o texto explica qual foi o que ocorreu:

Como todos os desenvolvedores de apps, [o professor de psicologia vinculado à Cambridge Analytica, Dr. Aleksandr] Kogan requisitou e ganhou acesso às informações de pessoas após elas escolherem baixar seu app. Seu app, “thisisyourdigitallige”, oferecia uma predição de personalidade e se vendia no Facebook como “um app de pesquisa usado por psicólogos”. Cerca de 270 mil pessoas baixaram o app. Ao fazerem isso, eles consentiram que Kogan acessasse informações como a cidade onde configuraram seus perfis ou o conteúdo que elas curtiram, bem como a mais informações limitadas sobre seus amigos que tinham configurações de privacidade que permitiam isso.

O problema foi o uso feito dos dados dessas 270 mil pessoas (a cessão/venda a um terceiro), não a obtenção deles. O Facebook diz expressamente que “Kogan teve acesso a essas informações de maneira legítima e através dos canais adequados que governavam todos os desenvolvedores na época”. O problema foi ter repassado esses dados a terceiros.

E nem entramos na questão dos anúncios direcionados e no retargeting a partir da plataforma de de publicidade do Facebook. À luz desse ocorrido, fica a impressão de que ela detém ou quer deter uma espécie de monopólio da exploração e da comercialização dos dados pessoais de seus usuários. O que, convenhamos, está longe do ideal e abre margem para todo tipo de manipulação (in)imaginável, de testes de personalidade/”como você seria se fosse de outro sexo” a campanhas com dark posts e outras coisas menos explícitas, mas bastante destrutivas.

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O Light Phone 2 é legal, mas você não precisa dele para fazer as pazes com o smartphone

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5/3/18, 14h57 5 min Comente

Uma das críticas mais frequentes às empresas de aplicativos e Apple e Google, donos dos dois principais sistemas operacionais de smartphones, é o design viciante dos seus produtos. Tudo, dos mecanismos de funcionamento às cores usadas, são calibrados para gerar o maior nível possível de engajamento — em outas palavras, para que não abandonemos jamais nossas telinhas. Uma startup do Brooklyn, em Nova York, há anos oferece uma alternativa radical a essa abordagem dominante na tecnologia móvel. Continuar lendo O Light Phone 2 é legal, mas você não precisa dele para fazer as pazes com o smartphone

Windows 10 ganhará um modo de “desempenho definitivo”

15/2/18, 9h59
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15/2/18, 9h59 1 min Comente

A Microsoft anunciou que o Windows 10 para Workstation, uma variante lançada em 2017 para computadores de alto desempenho, ganhará um modo “Desempenho Definitivo” (“Ultimate Performance”, em inglês).

Segundo a empresa, “o Windows desenvolveu áreas críticas onde comprometimentos entre desempenho e eficiência são feitos no sistema” e que, com o tempo, conseguiu “coletar configurações que permitem ao sistema ajustar rapidamente o comportamento com base na preferência do usuário, políticas, hardware e carga de trabalho”.

Na prática, o novo modo, que substitui o de “Alto Desempenho”, “elimina micro latências associadas com técnicas de gerenciamento de energia refinadas”. O recurso não será disponibilizado para equipamentos que funcionam à bateria, pois consome mais energia que o normal.

Apesar de vago, a promessa é interessante. Mas fica a dúvida: por que restringir a uma versão específica do Windows 10 e criar uma nova nomenclatura, em vez de atualizar o velho “Alto Desempenho” e liberar essas melhorias para toda a base?

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Milhões de adolescentes estão revoltados com a nova atualização do Snapchat

13/2/18, 8h36
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13/2/18, 8h36 1 min Comente

Foi difícil, tanto que demorou anos, mas finalmente o Snapchat conseguiu completar a sua missão e tornar seu app difícil também para os públicos adolescente e de jovens adultos, os únicos que até então conseguiam usá-lo.

Segundo o The Daily Beast, milhões estão reclamando da atualização e retweetando pedidos para que ela seja revertida, incluindo uma petição no Change.org com mais 600 mil assinaturas.

Parabéns, Snap!

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Apple remove Telegram da App Store

1/2/18, 10h11
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1/2/18, 10h11 1 min Comente

Telegram e Telegram X, os dois apps oficiais do rival do WhatsApp, foram removidos da App Store. Pelo Twitter, Pavel Durov, fundador e CEO do Telegram, disse que foram “alertados pela Apple de que conteúdo inapropriado foi disponibilizado aos usuários e ambos os apps removidos da App Store”, e que quando proteções forem implementadas, espera que os apps retornem.

Quem já tem o Telegram ou o Telegram X instalado não é afetado; os apps continuam funcionando normalmente.

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WhatsApp terá suporte a chatbots e APIs para terceiros

31/1/18, 16h08
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31/1/18, 16h08 2 min Comente

A Via Varejo, empresa dona das marcas Casas Bahia, Extra e Pontofrio, anunciou na semana passada que está participando dos testes da versão do WhatsApp para grandes empresas, ao lado do Itaú e da KLM.

Não confundir com o WhatsApp Business, que se destina a pequenas e médias empresas. Trata-se de outra solução, que prevê uma escala de atendimento muito maior. No período de testes da Via Varejo, iniciado em 15 de dezembro último e com previsão de término para o primeiro trimestre de 2018, a empresa trabalha com 110 mil clientes. Ao lançar o novo canal de forma oficial, o número deve aumentar substancialmente.

Para lidar com todo esse volume, a empresa conta com apenas 20 funcionários humanos, auxiliados por chatbots. Essa informação chamou a minha atenção: até hoje, o WhatsApp não tinha qualquer tipo de suporte a inteligência artificial e/ou chatbots.

Por e-mail, a assessoria da Via Varejo confirmou que, sim, está usando a nova tecnologia, e que “o WhatsApp está acompanhando de perto todo esse processo e retorno dos nossos clientes e não fizeram nenhum impeditivo para o uso de chatbot”.

Não fazia sentido o uso de inteligência artificial quando o WhatsApp era apenas para comunicação entre pessoas. Na mesma medida, faz total sentido a implementação deles em empresas que lidam com milhares de requisições e clientes simultaneamente. De outra forma, a operação seria inviável.

A assessoria da Via Varejo também disse que o recurso “está sendo desenvolvido em parceria com empresas especialistas em implantação de BOT e NLP”, o que confirma algumas suspeitas levantadas pelo Mobile Time — de que haverá uma API para que terceiros integrem ferramentas à plataforma do WhatsApp e que os chatbots conseguirão ler mensagens em linguagem natural, talvez para não aumentar a complexidade das interações.

Até hoje, a presença de chatbots era um grande diferenciador do Facebook Messenger em relação ao WhatsApp. Ambos são da mesma empresa.

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Google usa inteligência artificial para combater mensagens de “bom dia” do WhatsApp

23/1/18, 9h44
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23/1/18, 9h44 2 min Comente

Há muitas similaridades entre Brasil e Índia quando o assunto são hábitos em tecnologia. Um deles é a preferência pelo WhatsApp. Outra, o modo de uso do app.

Segundo o Wall Street Journal, o Google desenvolveu um algoritmo com base em inteligência artificial e um grande banco de imagens para usar no app Files Go a fim de detectar e apagar automaticamente as famosas mensagens de “bom dia”. Segundo a empresa, elas contribuem para a escassez de espaço nas memória dos celulares indianos.

Em entrevista ao jornal, Josh Woodward, gerente de produtos do Google, disse que “Tentamos desconstruir o que é o DNA de uma boa mensagem de ‘bom dia’ por meses. Deu muito trabalho para acertarmos”.

Uma pesquisa da Western Digital apontou que cerca de 33% dos smartphones em uso na Índia ficam sem espaço de memória diariamente. Nos Estados Unidos, esse percentual cai para 10%. Na Índia, smartphones com 8 GB de memória — consequentemente, muito baratos — são muito populares, o que motivou o Google a investir na criação de uma variante adaptada a hardware fraco do Android, chamada Android Go, e uma suíte de apps “Go”, mais leves e com menos recursos.

O Files Go está disponível no Brasil também. Para dicas de como lidar com a falta de memória no smartphone, dê uma lida nesta matéria.

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Menos de 10% dos usuários de Gmail usam a autenticação em dois passos

22/1/18, 9h37
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22/1/18, 9h37 2 min Comente

Grzegorz Milka, engenheiro de software do Google, revelou em uma conferência de segurança que menos de 10% dos usuários do Gmail têm ativada a autenticação em dois passos.

O recurso está presente no serviço desde 2011 e oferece uma segurança extra contra acessos não autorizados. Quando a autenticação em dois passos está ativada, o usuário precisa informar, além da senha, um código descartável recebido por SMS ou gerado por um aplicativo como o Authy ou o Google Authenticator.

A autenticação em dois passos é mais popular nos bancos, que obrigam o uso de “tokens” para essa finalidade. Na prática, essa camada extra significa que, mesmo que a sua senha vaze ou seja descoberta por alguém, essa pessoa ainda não conseguiria acesso à conta a menos que tivesse seu celular ou dispositivo usado para receber os códigos descartáveis.

Ao site The Register, Milka explicou que o Google não força os usuários à configuração da autenticação em dois passos por uma questão de usabilidade: “a questão é quantas pessoas deixaríamos de fora se forçássemos elas a essa segurança adicional”. Ainda assim, é uma boa ideia ativá-la — não só no Gmail, mas em todos os serviços que oferecem esse recurso.

No Gmail/Google, a autenticação em dois passos pode ser feita nesta página.

 

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