Post livre #72

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10/2/17, 13h33 1 min 183 comentários

Antes tarde do que mais tarde (perdão, fiquei absorto no outro post de hoje e estava achando que hoje era quinta), está aqui o post livre! Você já sabe como funciona. Se não, um breve resumo: é um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e podermos conversar ali sobre quaisquer assuntos. Então, vamos lá!

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  • Eu podia jurar que hoje era quinta-feira. Essa primeira semana de formado (agora sou um comunicólogo!) está bem maluca. Foi mal o atraso!

    • Harlley Sathler

      Tava até estranhando quando vim ao blog no meio da manhã e não vi o post livre!

      Cara, parabéns pela conquista!!!

    • Ranner Barbosa

      Parabens Ghedin, e uma questão sobre fazer um curso de comunicação: é aquilo que você achava que seria?

      • Foi sim, Ranner. Eu entrei, já meio velho (25) e atuando no mercado, para ter uma base teórica de comunicação. Tive isso, uma bela formação humanística (que, desconfio, só a universidade pública dá), muitas referências, algum conhecimento técnico básico… e o extra classe: grandes amigos e muitos momentos divertidos. O curso de comunicação está entre as melhores coisas que já fiz na vida. Foi bom demais! :)

    • Parabéns!!

      Tenho nada pra lançar aqui hoje, vou ficar esperando pra palpitar no assunto dos outros hahah

    • Leocadio A. de Melo

      parabens Ghedin!

    • Ligeiro

      Sucesso sempre.

      Se bem que para ti cara, um diploma é o de menos. Tá certo que houve todo um esforço seu e imagino que a ideia do curso é para lhe “aprimorar”, mas tu é um cara bem aprimorado (modo puxa saco ligado :) )

    • Frederico

      Parabéns? Vai ter festa com open red label?

    • Frederico

      Parabéns? Vai ter festa com open red label?

  • Marcos Balzano

    Ghedin, como tem funcionado o Jekyll? Tá gostando ?

    • Cab

      Tão usando Jekyll no manual agora? =O

      • Não, mas brincando localmente com o sistema, não consigo ver empecilhos para usá-lo aqui. Ainda não saquei muito bem como filtrar conteúdo (por data, categorias e tags), mas, de resto, tem tudo de que o Manual precisa. Ser um site simples me dá essa flexibilidade. De qualquer forma, essa migração não está nos planos no momento.

        Mergulhei no Jekyll para usá-lo no meu blog. Já adaptei o layout, que estava fazendo no WordPress, e estou migrando o conteúdo manualmente, limpando tags, corrigindo typos, eliminando imagens e links quebrados, organizando meta tags. O mais legal? Quando estiver pronto, eu terei um blog com zero JavaScript. Sério, os posts têm ~10 KB e puxam dois elementos — HTML e CSS. Está lindo de ver e estou ansioso para torná-lo público logo!

        • Xiao Xiao

          E os comentários do disqus? São carregados via javascript, não? Ou você se referiu a JS interno, para funcionalidades do blog? Porque até pra isso acho necessário (em alguns casos, óbvio, ex: polyfill, html5shiv, modernizr, etc…). Li em algum lugar que havia algum problema do Jekyll com esses JS externos…

          • Meu blog não tem comentários. O Jekyll tem uma “gem”, ou um módulo, alguma coisa na instalação padrão (ainda não me familiarizei com os termos) que dá suporte ao Disqus. Só apaguei. Também não faço questão de ter estatísticas de acesso, logo, não preciso de um JavaScript para mensurar isso. Não tem nada, só texto e, eventualmente, uma ou outra imagem. Quando publicá-lo, aviso aqui em um post livre.

        • Frederico

          Ghedin, a mudança de visual no jekyll é feita por uma GUI ou é tudo na unha?

          • A beleza do Jekyll é que ele não tem interface! Nem mesmo na hora da publicação: para postar um texto, você escreve, salva ele na pasta _posts e atualiza o repositório do blog (tipo um commit no GitHub). É lindo! ?

  • Ranner Barbosa

    Pergunta de uma pessoa sem o famoso CAPITAL sobre cursos de idiomas: mesmo vivendo em uma época que temos um monte de informação grátis na internet, aplicativos que te ajudam em um monte de coisa, acham possível aprender outro idioma (sem ser inglês), pela internet? já conseguiram? Apps como duolingo etc eu já descartei pois tudo que eu ouço falar é que ele melhoram seu vocabulário, mas você já tem que estar aprendendo o idioma de outra forma/por outro lugar. Queria muito aprender francês e japonês e tal.

    • A premissa do Duolingo é te pegar pela mão e ensinar o básico desde o começo, para quem não manja nada. Eu fiz umas aulas de espanhol e, mesmo já tendo uma noção, pareceu bem competente.

      Cursos EaD exigem muito do aluno. Dedicação, interesse, esforço. É muito fácil dispersar e se sentir desestimulado. E, claro, é preciso que o curso tenha uma didática e um cronograma bem acertado, caso contrário você fica patinando, sem sair do lugar. Infelizmente, fora o Duolingo, não tenho nenhuma referência de curso de idiomas online bom. Alguém conhece?

    • tuneman

      Eu queria muito espanhol. No inglês eu me garanto pra sobreviver, no caso pedir coisas ou entender frases sem muito sotaque (sotaque redneck é dose)

      Tambem tentei o Duolingo, mas não me adaptei..

    • Bruno Cavalcante

      Como o Ghedin disse, o Duolingo é pra aprender o básico e isto ele faz muito bem. Se você está começando a aprender o idioma creio que não vale a pena descartá-lo. Para complementar o Duolingo, sugiro dar uma olhada no Memrise. Lá costuma ter alguns cursos mais avançados, e como ele também possui app para Android/iOS, dá pra ir treinando durante os pequenos intervalos do dia.

      Algo que me ajudou muito no aprendizado de um idioma foi a leitura. Comece lendo blogs/canais de assuntos que te interessam e vai traduzindo. Devagarzinho você vai se acostumando com aquelas palavras e de que forma as frases são formadas. Logo dá pra partir pra coisas mais cabreiras (livros). Pra ajudar a fazer o link entre a palavra escrita e o som dela, dá pra ouvir/assistir coisas no idioma. Comece com legendas em português, ou em algum outro idioma que já domine, e depois parta para as legendas no idioma original. Isso ajuda bastante.

      Por fim, fala e escrita. Ai acho que não tem outro jeito que não seja na prática. O italki é uma plataforma bem interessante onde dá pra você conversar com pessoas do idioma que você quer aprender e que querem aprender o seu idioma. Depois que achar alguém, dá pra combinar um meio de comunicação (voz ou texto) e praticar. Lá dentro tem até profissionais, caso queira investir uma grana pra dar uma agilizada no aprendizado.

    • Fabio Montarroios

      Estava justamente vendo um curso de japonês online e achei um… Mas achei caro. Daí vi que tem um bom curso em SP e talvez faça presencialmente. Fica na Vergueiro. Não sei se vc está em SP.

      E pra francês é bem mais provável q vc encontre mais fácil… Não conheço, mas se ajudar em algo, estudei na Aliança Francesa, presencial, e o curso lá é muito bom.

    • Fabio Montarroios

      Estava justamente vendo um curso de japonês online e achei um… Mas achei caro. Daí vi que tem um bom curso em SP e talvez faça presencialmente. Fica na Vergueiro. Não sei se vc está em SP.

      E pra francês é bem mais provável q vc encontre mais fácil… Não conheço, mas se ajudar em algo, estudei na Aliança Francesa, presencial, e o curso lá é muito bom.

    • tuneman

      alias, pra quem se interessar por inglês…, acho que vi na entrada da igreja dos Mórmons… eles possuem grupos gratuitos de estudo de inglês

  • Caros, agora formado, ou seja, dedicando-me totalmente à escrita no Manual e em uns freelas que estou negociando, e levando em conta os recentes problemas na minha mão citados no podcast #107, estou pensando seriamente em uma extravagância/investimento: assaltar a poupança, que há anos não mexo, para tornar minha estação de trabalho uma referência em ergonomia.

    (Afinal, do que adianta guardar dinheiro para a velhice se ao chegar lá eu estiver todo estropiado, né?)

    Já tenho o computador, um teclado e mouse decentes e apoio para os pulsos. Esses gastos seriam, então, basicamente em duas coisas:

    * Uma cadeira. Mas uma cadeira ergonômica, renomada, que tenha garantia de anos e diversos ajustes; e
    * Um monitor, grande e de alta resolução, com ajustes de altura e inclinação.

    Fiz algumas pesquisas, mas ainda não fechei em nada. Queria, de vocês, mais informações — tanto sobre cadeiras e monitores legais quanto outros produtos que ajudem a compor essa estação de trabalho ideal. Toda sugestão é bem-vinda, não se preocupem com valores. Valendo!

    • Lucas Mota

      Sobre cadeiras, já notei que muita gente tem trocado por bolas de exercícios, oque te obriga a manter uma postura correta.

      • Mas será? Eu uso essas bolas no pilates e elas dificultam muito o equilíbrio, além de não terem apoio para as costas nem para os cotovelos. Parecem-me, ergonomicamente, bem desastrosas. Onde você leu sobre esse uso pouco ortodoxo?

        • Lucas Mota

          Essa dica veio do Alberto Brandão uma pessoa que tive o prazer de conhecer e acompanho seus textos, mas como disse não foi só ele que vi defendo a ideia, o fato de não ter encosto te obriga a manter uma postura melhor não te deixa ficar largado, isso para mim cria um estado de alerta.
          https://papodehomem.com.br/como-montar-o-home-office-perfeito/

        • Lucas Mota

          Essa dica veio do Alberto Brandão uma pessoa que tive o prazer de conhecer e acompanho seus textos, mas como disse não foi só ele que vi defendo a ideia, o fato de não ter encosto te obriga a manter uma postura melhor não te deixa ficar largado, isso para mim cria um estado de alerta.
          https://papodehomem.com.br/como-montar-o-home-office-perfeito/

          • Boa! Gosto muito do Alberto (acompanho a newsletter dele), mas fico com um pé atrás com essa dica da bola. É meio impossível ficar atento à postura 100% do tempo e, nessa, fatalmente você forçará alguma coisa que não devia ficando 8h/dia sem apoio para os braços e para as costas.

            Ah, e do mesmo texto: “Tenha em mente que economizar com uma cadeira barata pode ser uma péssima ideia a longo prazo.” Infelizmente, tendo a concordar.

        • Marcos Balzano

          http://ergo-plus.com/using-exercise-ball-to-replace-office-chair/

          Até faz bem ocasionalmente, mas para o dia-a-dia não vale a pena.

    • Fabio Montarroios

      Cadeira: Herman Miller. É cara, mas é excelente.

      Monitores: acho q boa parte dos bons monitores têm regulagem de altura, mas a dificilmente eles ficam na altura dos olhos. Vc, provavelmente, precisará colocar um apoio de monitor ou fixá-lo na parede se for o caso.

      • A Herman Miller foi a primeira marca com a qual me deparei. E são, de fato, caríssimas. Estava quase conformado na facada que eles pedem quando descobri outras marcas de cadeiras ergonômicas que não cobram tanto e parecem ser tão boas quanto. A minha favorita, no momento, é uma cadeira chamada Ergohuman, da Raynor: http://ergohuman.com/ergohuman-chair/

        Lá fora são modelos com bom custo-benefício e, embora os preços que tenha encontrado no Brasil não sejam lá tão convidativos, ainda é quase metade de uma Aeron da Herman Miller.

      • A Herman Miller foi a primeira marca com a qual me deparei. E são, de fato, caríssimas. Estava quase conformado na facada que eles pedem quando descobri outras marcas de cadeiras ergonômicas que não cobram tanto e parecem ser tão boas quanto. A minha favorita, no momento, é uma cadeira chamada Ergohuman, da Raynor: http://ergohuman.com/ergohuman-chair/

        Lá fora são modelos com bom custo-benefício e, embora os preços que tenha encontrado no Brasil não sejam lá tão convidativos, ainda é quase metade de uma Aeron da Herman Miller.

        • Fabio Montarroios

          Se vc tiver a gaita q eles pedem, vale a pena. É uma cadeira excepcional. Já sentei em uma e é outra história… Essa q vc viu eu tb tinha visto em algum momento, mas, não sei. Infelizmente deixar passar de comprar uma Herman Miller pra mim e pra esposa qdo o dólar estava viável. Agora já era.

        • Ligeiro

          Já viu uma Herman Miller por R$ 390,00? :p http://www.sold.com.br/lote/ver/884533

        • Frederico

          É que Herman Miller é literalmente uma grife.Eles possuem o direito de várias cadeiras icônicas, principalmente do casal Eames

        • Frederico

          É que Herman Miller é literalmente uma grife.Eles possuem o direito de várias cadeiras icônicas, principalmente do casal Eames

          • Marcos Balzano

            Mesmo assim, as cadeiras deles são excelentes. É de fato um produto diferenciado, por muito tempo, a qualidade e a durabilidade dos materiais era algo que não tinha igual no mercado.

          • Frederico

            Ah com certeza. Não quis dizer que grife era um demérito, mas explicar o posicionamento de mercado deles e justificativa do preço.

          • Frederico

            Ah com certeza. Não quis dizer que grife era um demérito, mas explicar o posicionamento de mercado deles e justificativa do preço.

    • Ligeiro

      Licença?

      Acho que não precisa assaltar a poupança para tanto Ghedin. Pesquise sobre produtos e qualidade, e em seguida veja se tem usados.

      Na questão do monitor por exemplo, sugiro um Dell. Ajudei um amigo meu uma vez a montar um computador anos atrás, e compramos usado mesmo um Dell de 27″ ou 29″ (acho que até um pouco maior) que ele usa para edição de fotos. Tem ótima qualidade de imagem e vários tipos de entradas como RCA, DVI e HDMI, ou seja, pode até ligar um conversor digital ou outro tipo de aparelho junto. Não sei exatamente o que busca em tipo de monitor (se quer um até 24 para ficar na mesa de trabalho por exemplo). Pena que não tenho o modelo comigo aqui para lhe passar e pesquisar. Compramos aqui na Santa Ifigênia em torno de R$ 800,00 na época, não duvido que tenha mantido neste valor, pois é bem procurado.

      Edit: achei o modelo, é esse: http://www.dell.com/ae/business/p/dell-u2711/pd

      Na questão da cadeira, uma dica que dou é ficar de olho em saldões e leilões. Muitas vezes se encontra cadeiras boas usadas em escritórios a preços bem módicos. As vezes uma limpeza, um “óleo para bebê” (dizem que é bom para hidratar couro – caso compre uma cadeira com forração de tal tipo) e tu tem uma cadeira para anos.

      Esta mensagem se autodestruíra quando o criador deste ficar irritado com algo :p

    • Ligeiro

      Licença?

      Acho que não precisa assaltar a poupança para tanto Ghedin. Pesquise sobre produtos e qualidade, e em seguida veja se tem usados.

      Na questão do monitor por exemplo, sugiro um Dell. Ajudei um amigo meu uma vez a montar um computador anos atrás, e compramos usado mesmo um Dell de 27″ ou 29″ (acho que até um pouco maior) que ele usa para edição de fotos. Tem ótima qualidade de imagem e vários tipos de entradas como RCA, DVI e HDMI, ou seja, pode até ligar um conversor digital ou outro tipo de aparelho junto. Não sei exatamente o que busca em tipo de monitor (se quer um até 24 para ficar na mesa de trabalho por exemplo). Pena que não tenho o modelo comigo aqui para lhe passar e pesquisar. Compramos aqui na Santa Ifigênia em torno de R$ 800,00 na época, não duvido que tenha mantido neste valor, pois é bem procurado.

      Edit: achei o modelo, é esse: http://www.dell.com/ae/business/p/dell-u2711/pd

      Na questão da cadeira, uma dica que dou é ficar de olho em saldões e leilões. Muitas vezes se encontra cadeiras boas usadas em escritórios a preços bem módicos. As vezes uma limpeza, um “óleo para bebê” (dizem que é bom para hidratar couro – caso compre uma cadeira com forração de tal tipo) e tu tem uma cadeira para anos.

      Esta mensagem se autodestruíra quando o criador deste ficar irritado com algo :p

      • Marcos Balzano

        Acho uma péssima ideia comprar um cadeira usada. Salvo se tiver pouquíssimo tempo de uso. O estofamento, e os materiais tendem a se moldar de acordo com o usuário. E isso com o tempo acaba se acentuando.

        • Ligeiro

          Não discordo tanto. Mas imagino que no caso das cadeiras com estrutura simples (mandei um anúncio de leilão, aqui: http://www.sold.com.br/lote/ver/884533 ), creio que não tem tanto problema.

          E indo alem da sugestão que dei, o ponto é que muitas vezes pode ser possível comprar uma cadeira de R$ 1.000,00 por uns 100 ou 200 reais, ai soma mais frete (dependendo) e uma reforma. Sai pela metade do preço e tem uma cadeira mais personalizada. Como tu falou, a espuma acaba ficando moldada. Então não duvido que uma troca de espuma saia por uns R$ 100,00 em um tapeceiro razoável.

          É o mesmo princípio de comprar um banco usado de automóvel ou reforma-lo: o custo de um novo é proibitivo.

          • Marcos Balzano

            Bom, a Mirra, depois de meses de uso, seu suporte tende a moldar, igual a bancos de couro, só que acaba havendo um problema, na hora da revenda, tem que se trocar, e acaba saindo caro para tal, cadeiras no estilo presidente, são mais fáceis justamente, por ter um miolo comum de fácil troca.

          • Ligeiro

            Por isso a sugestão de estudar comprar um usado e reparar. Não sei porque a preocupação com a marca, sendo que aqui o que se busca é um equilíbrio custo x benefício.

    • Sobre cadeiras, veja isso: http://www.b9.com.br/55312/anticast/anticast-170-cadeiras/

      Deixando de lado a parte da zoeira, um dos participantes trabalha com projeto e produção de cadeiras profissionais.

    • Sobre cadeiras, veja isso: http://www.b9.com.br/55312/anticast/anticast-170-cadeiras/

      Deixando de lado a parte da zoeira, um dos participantes trabalha com projeto e produção de cadeiras profissionais.

    • Ranner Barbosa

      Ghedin, eu pesquiso muito sobre cadeiras tambem, vai achar ÓTIMAS informações nesse tópico http://adrenaline.uol.com.br/forum/threads/cadeiras.321027/

      Que eu retirei de la, tem essa cadeira que é otima, e tem com encosto de cabeça etc, enfim, http://www.cavaletti.com.br/linhas/detalhes/produto/28001-1-_X226/linha/c3-_X24

      Tem cadeiras muito boas que variam de 1000 a 1500 reais, la muitos falam das DX Racer, mas eu nao curto o design fora que tambem nao curto cadeira fechada, acho melhor a com furinhos (apesar de acumular poeira, mas ai é so aspirar) que deixa seu corpo respirar melhor, mas sério, leia esse tópico que eu mandei, acho que você vai tirar uma cadeira baseada nas infos la, e a dica certeira eu diria que são as cadeiras da linha Cavaletti, que são muito boas pelo que li, mas lembre-se: se possivel ir em uma loja e testa-las é a melhor coisa antes de se comprar.

      • Marcos Balzano

        Eu tenho certa dificuldade em crer que uma cadeira com estilo de cadeiras esportivas, de carros, que não chegam nem perto de ser confortáveis, possam ser uma boa solução quando comparada com uma cadeira ergonômica.

    • Marcos Balzano

      Bom, antes de tudo, sua mesa tem altura adequada para ti? Permite ter espaço entre as pernas para se movimentarem? Com sua cadeira nova, consegue apoiar os braços na mesa sem forçar os ombros? Este último cenário é mais imaginativo.

      A cadeira não deve restringir teus ombros, veja as citadas DX Racer, que formam uma “concha”, tal design num carro até chega a fazer sentido, mas tais cadeiras acabam limitando movimentação, e assim, não trazendo benefícios a longo prazo.

      Sobre marcas, Herman Miller e Raynor são as que já usei e recomendo de olhos fechados. Comprei uma Mirra em 2004 e ficou comigo até 2015, tive dois problemas com elas, e em ambas as vezes, a garantia cobriu, e enviou outra antes que eu enviasse a minha para o conserto. Hoje uso uma Raynor ErgoHuman e até agora nenhum problema.

      Sobre monitores, migrei para o Ultrawide, e consegui abdicar o segundo monitor. Ele não é 4K, mas a quantidade de conteúdo na web disponível é tão irrelevante que não vale a troca. Além de que o espaço extra compensa muito. Além de conseguir virá-lo 90 graus, para quando preciso escrever, ficando excelente. O que uso é o 34UC98-W da LG, mas o deixo preso na mesa para poder mexer assistir algo do sofá.

      • Bom ler de alguém que usa a Ergohuman e gosta. Estou bastante inclinado a fechar com esse modelo, parece bem ergonômico e, embora seja uma cadeira cara, não é um valor exorbitante como uma Aeron.

        Quanto ao monitor, darei preferência a um modelo 4K — como que o gasto será pesado por conta das articulações, melhor já pegar um que tenha tudo do melhor atualmente. Estou namorando o Dell P2415Q: http://accessories.la.dell.com/sna/productdetail.aspx?c=br&cs=brdhs1&l=pt&sku=210-AGNK O que acha?

        • Ligeiro

          U$$ 390,00 tá bom (x4 dá 1600 reais…). E Dell são recomendados pela qualidade de imagem mesmo, inclusive quando usa-se em algum Mac por incrível que pareça. Dizem que os Dell tem cores boas, por isso é usado para edição de imagem. Tal como no exemplo que falei abaixo.

        • Marcos Balzano

          Se não houver restrições de espaço, e não esteja nos planos a criação de conteúdo visual intenso, fico a favor ainda do formato 21:9 ao 16:9, dado o upscaling necessário no 4K para se tornar usável, ele acaba muito glorificado, além de só se ter Youtube e Vimeo com conteúdo. Gostei bastante de ter quase 2 monitores lado a lado, numa tela só, além da resolução não ser nada baixa. É 3440X1440.

          Mas este Dell é um monitor muito bom, não tem muito o que falar mal, mas sugiro que experimente um 21:9 antes do veredito final.

      • Fabio Montarroios

        Quero um monitor ultrawide pra justamente não ter q apelar pra dois e não faço questão do 4k… Nenhuma, na verdade. Vou ficar de olho em alguma oferta. A LG tem uns bacanas e com bom preço, pq os da Dell ficaram caros…

        • Marcos Balzano

          Os de 29″, acho que são um ótimo CxB. E poder virá-los para poder concentrar na escrita, é ótimo.

          • Fabio Montarroios

            o meu dell, de 22, vira e não tenho usado tanto com ele inclinado. a esposa tem um dell e usa inclinado e pra ela é ótimo por conta dos documentos q ela acessa. eu tb iria de um de 29 e não 24. acho 24 pequeno pra vc ter essa sensação de ter duas telas.

        • Olha, talvez seja frescura, mas telas Retina deixam a vida mais confortável e depois que se acostuma com elas, fica difícil voltar.

          Quando visito meus pais, acabo usando vez ou outra o PC que eles têm lá com um monitor de 21,5″ e resolução Full HD. A densidade de pixels nem é tão ruim, mas é bem inferior à do MacBook Pro. Imagino que a sensação seja a mesma de alguém que, na época do Windows 3 ponto bolinha, saía da interface gráfica para voltar às telas monocromáticas da época do DOS…

          Não faço muita questão de usar dois monitores porque, em geral, meu trabalho é bastante focado — quase sempre estou mexendo em um app só, no máximo dois e duas janelas até o monitor do MBP dá conta. Deve ter perfil que se beneficia de dois monitores, mas para gente como eu, que só escreve, parece um luxo dispensável.

          • Fabio Montarroios

            Não tinha me ligado nisso… Sendo assim, até eu fiquei interessado agora.

    • Frederico

      Na sua cidade tem como experimentar essas cadeiras?

      • Pior que não, mas em Londrina (~100 km daqui) tem uma loja que comercializa as Ergohuman. Se decidir por essa mesmo, darei um pulo lá — pelo tamanho do investimento, vale o deslocamento.

        • Marcos Balzano

          Lembre-se de pessoas que vieram do norte do Brasil para ver o lançamento da Xiomi aqui. 100KM não é nada.

        • Marcos Balzano

          Lembre-se de pessoas que vieram do norte do Brasil para ver o lançamento da Xiomi aqui. 100KM não é nada.

    • Marcos Balzano

      Ainda adiciono, algo mais que tenho vontade de comprar, são aquelas mesas elétricas com ajuste de altura, para poder usar o computador em pé.

      Os custos dela ainda são proibitivos, mas num futuro próximo, pretendo fazer uma.

      • Pensei em comentar sobre isso, não seria necessário o investimento numa elétrica, algo mecânico de qualidade poderia ser suficiente.

  • Luis Fernando

    Pessoal, o que vcs usam de ferramenta para fazer o controle financeiro de vocês? Estou buscando uma, preferencialmente na web e que se tiver como complemento um app para Android, melhor ainda (mas não é obrigatório). Utilizar somente um app smartphone não acho tão completo e eficaz…
    Alguma sugestão?

    • tuneman

      procure pelo Organizze

    • Bruno Cavalcante

      Eu também uso Organizze. Por se pago os caras estão sempre melhorando a ferramenta, e o suporte deles é bem prestativo.

    • Bruno Cavalcante

      Eu também uso Organizze. Por se pago os caras estão sempre melhorando a ferramenta, e o suporte deles é bem prestativo.

      • tuneman

        eu estava lançando coisas nele, aí saí do emprego e minhas finanças foram pras cucuias.
        nem sei como ainda tenho tanta grana guardada…

    • Eu uso o Toshl há anos, com a concorrência brasileira acho que não há muitos motivos para utiliza-lo, mas ele é bem em conta (https://toshl.com/pricing/) e me atende perfeitamente.

    • Marcos Balzano

      Uso o Excel, tem sido a única ferramenta consistente durante esses anos. Acesso em qualquer lugar e atualizo, não é tão bonito quanto um App, ou webapp em Rails, mas funciona muito bem.

    • Marcos Balzano

      Uso o Excel, tem sido a única ferramenta consistente durante esses anos. Acesso em qualquer lugar e atualizo, não é tão bonito quanto um App, ou webapp em Rails, mas funciona muito bem.

    • Frederico

      Usava organizze, mas to migrando para planilha própria de excel e simplenote.

      • Bruno Cavalcante

        Por que parou de usar o Organizze?

      • Bruno Cavalcante

        Por que parou de usar o Organizze?

        • Frederico

          Tinha assinado para pegar uma promo de 3 meses. Depois não renovei.
          Eu até gostava do resultado do programa, mas não tinha o hábito de alimentar com meus gastos nem categorizar. Ou seja, tava jogando dinheiro fora.

    • Eu uso só no smartphone — faz mais sentido, já que está sempre comigo. No caso, o Pocket Expense: https://itunes.apple.com/br/app/pocket-expense-personal-finance/id424575621?mt=8&at=1001laYZ

  • Para quem usa Windows e está procurando um app de RSS bacana, o Nextgen Reader está em promoção, de R$ 5,90 por R$ 3,50: http://bit.ly/2lsAc2P

    A versão gratuita já dá conta do recado, mas vale a pena dar uma força para os caras que desenvolvem. É um app muito bom, eu uso bastante no meu tablet.

    • Fabio Montarroios

      Interessante, na verdade estava pra perguntar isso… Tenho windows 10 e tem essa loja. Mas nunca, com exceção do Twitter, q eu não curti muito, vi um aplicativo ali q pudesse ser útil. Tem algum lugar bacana pra descobrir apps úteis pro windows 10 pra usar no notebook?

      • A própria loja deveria fazer esse papel, mas não faz. Deve ter alguns apps decentes lá, o duro, de fato, é encontrá-los. Além do Nextgen Reader, outro que uso bastante é o Poki (cliente do Pocket).

        • Fabio Montarroios

          Gostei do Poki… pois é. Não faz, fica tudo misturado ou eu já estou sem forças pra isso.

      • Frederico

        Essa loja é péssima em vários sentidos. Não tem nem wishlist por exemplo.

    • Ranner Barbosa

      bem interessante mesmo, porem sou escravo do feedly HAHAHA

      • Mas ele puxa do Feedly as suas inscrições. É só uma interface nativa do Windows para o Feedly.

      • Fabio Montarroios

        baixei e já achei melhor q o feedly.

  • Fabio Montarroios

    Cheguei meio (bem) tarde nisso, mas estou encantado com Raspberry Pi. Alguém o usa de alguma forma? E uma dúvida q fiquei. Dá pra usar ele como um computador normal? Claro, levando em conta as limitações dele. Acessar internet, edição básica de imagens (gimp) e documentos, seriam exemplos.

  • Fabio Montarroios

    Cheguei meio (bem) tarde nisso, mas estou encantado com Raspberry Pi. Alguém o usa de alguma forma? E uma dúvida q fiquei. Dá pra usar ele como um computador normal? Claro, levando em conta as limitações dele. Acessar internet, edição básica de imagens (gimp) e documentos, seriam exemplos.

    • Vagner Aniceto

      Se não me engano o Gimp tá no repositório oficial. Levando beeem em conta as limitações dele, dá pra fazer isso aí tudo que você falou, embora eu ache aplicações como media center(kodi) ou console retro(retropie) bem mais interessantes.

      • Fabio Montarroios

        Vou comprar um pra usar com o Retropie. Mas pensei em possibilidades de uso em projetos educacionais. Vi um vídeo com algo assim na África do Sul, eles pretendiam usar um container, energia solar e rapsberry pi ligado a monitores e teclados para as crianças usarem como lab de info.

      • Fabio Montarroios

        Ah, e aqui em casa estava pensando em usá-lo tb com o Tor, fazendo o tráfego passar por ele e pela rede Tor.

        • Vagner Aniceto

          Sim, esqueci de citar este caso. Muito legal também.

        • Será que isso vale a pena? O Tor, pelo seu próprio funcionamento, deixa a navegação bem lenta…

    • Roderico

      Eu uso ele como um media center, ligado na TV, cheio de filmes e séries.

      Confesso que hoje ele anda meio encostado, usava mais até o Netflix começar com essa mania de lançar uma série melhor que a outra.

    • Roderico

      Eu uso ele como um media center, ligado na TV, cheio de filmes e séries.

      Confesso que hoje ele anda meio encostado, usava mais até o Netflix começar com essa mania de lançar uma série melhor que a outra.

      • Fabio Montarroios

        Ando na bronca com a Netflix… esse lance de bloquear o VPN foi bem chato. Tratam a todos como trambiqueiros. Isso é comum no Brasil, não deveria me importar tanto… E tb não deveria me importar tanto pq não tem o q mais me interessa na Netflix. Mas tinha algumas coisas legais e alguns desenhos animados eram muito bem dublados. Não perdi muito, mas perdi alguma coisa interessante.

    • Relendo os comentários aqui, lembrei-me do PIXEL, o sistema operacional do Raspberry Pi: https://www.raspberrypi.org/blog/pixel-pc-mac/ Funciona em PC e Mac também e tem a proposta de ser um sistema de uso geral leve e gratuito. Fiquei com vontade de experimentar, porém zero máquinas livres para brincar com isso.

      • Fabio Montarroios

        Tenho muita vontade de fazer um projeto social de baixíssimo custo pra ser viável e replicável. Daí fiquei bem interessado neles e tb pra uso pessoal (no caso dos jogos e do Tor). Vi q o pessoal consegue instalar algumas distribuições do Linux tb. Acho q funcionaria bem pro básico q é o q a maioria das pessoas precisaria pra aprender algo ou jogar.

      • Fabio Montarroios

        na verdade, até gostaria de viver disso. desses projetos. quem sabe um dia.

  • Jack Silsan

    “É, o Mobile já era”

    A Microsoft lançará a atualização Redstone 3 e com ela claro que virão algumas novidades para o Windows 10 Mobile. O editor do Tecnoblog Vitor Mikaelson sugere que a próxima versão do sistema operacional móvel da Microsoft permita o uso de teclados de terceiros e tenha uma Cortana “interativa” na barra de navegação https://www.meu-smartphone.com/windows-10-mobile-redstone-3-trazendo-teclados-de-terceiros-e-uso-da-cortana-via-barra-de-navegacao/
    Além disso, o Windows 10 Mobile receberia junto com as outras versões do sistema uma nova identidade visual, de codinome NEON, e teria suporte ao modo paisagem na tela inicial. Todas essas as novidades seriam realmente bem vindas.
    Mas e depois?
    O Windows Phone e seu sucessor 10 Mobile perdem mercado a cada dia, e nunca estiveram tão irrelevantes quanto hoje. As razões são as mais diversas: a (clássica) falta de apps na Windows Store, a despeito das pontes criadas para portar apps do iOS e do desktop para uma plataforma universal; a falta de firmwares atualizadas para aparelhos da linha X3X e X4X – e para o Lumia 1520, único da linha X2X a ser atualizado para o 10 Mobile -, o que força os aparelhos a rodarem seus softwares em modo de compatibilidade, o que explicaria parte dos problemas de desempenho e consumo excessivo de bateria em vários desses aparelhos; e o abandono da Microsoft de muitos dos mercados que antes davam ao Windows alguma importância no cenário móvel, caso do Brasil.
    Junte a isso o anúncio recente por parte da Microsoft de que o Windows desktop poderá ser inteiramente emulado em processadores ARM, e de que o Windows ganhará um shell adaptativo, ao invés de ter vários shells como tem hoje. Certamente esse shell terá partes da interface do Windows 10 Mobile, para serem usadas em CPU’s pequenas que por ventura tenham a forma de um phablet. Pois é mais ou menos assim que o misterioso cellular PC, supostamente uma versão mini da linha Surface, deverá ser: um phablet nos moldes do HP Elite x3, mas que ao invés de virtualizar a computação, como faz o citado aparelho da HP via Workspace para ter acesso ao poder do Win32, seria capaz de se transformar em uma CPU completa via Continuum.
    Resumindo, estou falando de abandono – mais uma vez.
    O uso do Windows completo em aparelhos que outrora jamais seriam capazes de tal feito enterrará a versão Mobile do Windows 10, e a Microsoft sequer faz questão de disfarçar a intenção de focar no desktop e nos híbridos. Ao contrário: a gigante de Redmond tem se esforçado para se livrar da marca Lumia.
    Especular sobre o futuro é tentar montar um quebra-cabeça sem peças importantes. O presente todavia é bem claro. O paradigma atual mostra que a combinação ideal de dispositivos é de um desktop Windows ou MacOS, e um smartphone Android ou iOS. O Windows 10 Mobile tentou, mas falhou. E a Microsoft parece que finalmente concorda com essa realidade.

  • Jack Silsan

    “É, o Mobile já era”

    A Microsoft lançará a atualização Redstone 3 e com ela claro que virão algumas novidades para o Windows 10 Mobile. O editor do Tecnoblog Vitor Mikaelson sugere que a próxima versão do sistema operacional móvel da Microsoft permita o uso de teclados de terceiros e tenha uma Cortana “interativa” na barra de navegação https://www.meu-smartphone.com/windows-10-mobile-redstone-3-trazendo-teclados-de-terceiros-e-uso-da-cortana-via-barra-de-navegacao/
    Além disso, o Windows 10 Mobile receberia junto com as outras versões do sistema uma nova identidade visual, de codinome NEON, e teria suporte ao modo paisagem na tela inicial. Todas essas as novidades seriam realmente bem vindas.
    Mas e depois?
    O Windows Phone e seu sucessor 10 Mobile perdem mercado a cada dia, e nunca estiveram tão irrelevantes quanto hoje. As razões são as mais diversas: a (clássica) falta de apps na Windows Store, a despeito das pontes criadas para portar apps do iOS e do desktop para uma plataforma universal; a falta de firmwares atualizadas para aparelhos da linha X3X e X4X – e para o Lumia 1520, único da linha X2X a ser atualizado para o 10 Mobile -, o que força os aparelhos a rodarem seus softwares em modo de compatibilidade, o que explicaria parte dos problemas de desempenho e consumo excessivo de bateria em vários desses aparelhos; e o abandono da Microsoft de muitos dos mercados que antes davam ao Windows alguma importância no cenário móvel, caso do Brasil.
    Junte a isso o anúncio recente por parte da Microsoft de que o Windows desktop poderá ser inteiramente emulado em processadores ARM, e de que o Windows ganhará um shell adaptativo, ao invés de ter vários shells como tem hoje. Certamente esse shell terá partes da interface do Windows 10 Mobile, para serem usadas em CPU’s pequenas que por ventura tenham a forma de um phablet. Pois é mais ou menos assim que o misterioso cellular PC, supostamente uma versão mini da linha Surface, deverá ser: um phablet nos moldes do HP Elite x3, mas que ao invés de virtualizar a computação, como faz o citado aparelho da HP via Workspace para ter acesso ao poder do Win32, seria capaz de se transformar em uma CPU completa via Continuum.
    Resumindo, estou falando de abandono – mais uma vez.
    O uso do Windows completo em aparelhos que outrora jamais seriam capazes de tal feito enterrará a versão Mobile do Windows 10, e a Microsoft sequer faz questão de disfarçar a intenção de focar no desktop e nos híbridos. Ao contrário: a gigante de Redmond tem se esforçado para se livrar da marca Lumia.
    Especular sobre o futuro é tentar montar um quebra-cabeça sem peças importantes. O presente todavia é bem claro. O paradigma atual mostra que a combinação ideal de dispositivos é de um desktop Windows ou MacOS, e um smartphone Android ou iOS. O Windows 10 Mobile tentou, mas falhou. E a Microsoft parece que finalmente concorda com essa realidade.

    • Finalmente alguém que falou (muito bem) a verdade. Enquanto isso, haters, incluindo ex-usuários, comemoram o fim de suporte próximo do Windows Phone 8.1.

      • Jack Silsan

        Obrigado!
        Realmente, muito hater tá adorando ver essa queda da Microsoft no mercado de SO móvel. Pelo menos foi uma queda “pequena”, já que ela nunca decolou

  • Roderico

    Amazon Prime Video: Terminei o The Grand Tour e hoje devo terminar o Mr. Robot. Alguma sugestão pra próxima série?

    • Fabio Montarroios

      Transparent?

  • A USP está migrando toda a sua plataforma de e-mail para o gmail, via gsuite. O que acham disso? Confesso que é difícil não pensar em conspiracionismos considerando a habilidade do google em indexar praticamente tudo o que a universidade vier a produzir internamente.

    https://gsuite.usp.br

    Fora isso, confesso que fiquei empolgado com o fato de passarmos a ter google drive/fotos/gmail ilimitado. :)

    Fico até pensando se ela irá parar de comprar licenças do Office da Microsoft para estimular o uso de google docs, agora que é ilimitado para a comunidade interna.

    São cerca de 5 mil contas para professores, umas 15 mil para funcionários e quase 100 mil de estudantes!

    • Ligeiro

      As vezes me passa a seguinte coisa na cabeça:

      – Não entendo porque faculdades públicas não tem seus alunos fazendo estágios funcionais em órgãos públicos. Seria uma troca justa: além da economia financeira na mão de obra, os alunos aprendem que o dinheiro público não é capim :p

      – Não entendo mais ainda o porque dos alunos perderem o senso de responsabilidade com o tempo. Pô, é a USP! Poderiam fazer tecnologias próprias! Se não tem dinheiro, ao menos tenha criatividade!

      • ???

        • Ligeiro

          Tou com meu “modo desabafo” ligadão. Perdão. Qualquer coisa a gente apaga isso tudo.

      • Marcos Balzano

        Acho que o primeiro é uma questão de status-quo, o estagiário não poderia ser efetivado no cargo, pois não participou do concurso, o que o daria uma vantagem em relação aos outros candidatos. Além dos funcionários temerem perder empregos para quem está chegando. Inclui-se ainda, como é apenas estágio, ele não irá querer fazer atividades administrativas quando faz um curso de capacidades técnicas. Estudantes da área de engenharia por exemplo, não teriam aonde ir, pois toda a construção é feita por empresas, aonde cabe apenas orgão público a fiscalização.

        Sobre a USP criar suas próprias tecnologias, é mais barato comprar de alguém o produto pronto. Porque compra-se toda a infra a um preço, bem mais baixo do que seria necessário para montar seu próprio projeito. Criar um bom sistema de email é complicado, e caro. Além da constante monitoração necessária. Montar uma cloud, precisaria de um sistema para rodar tudo, além dos custos, se alguém te entrega isso, sem preocupações, por que não?

        Entendo seu ponto, mas o G Suite, é muito tentador, são 5 ou 10 dólares mês na primeira centena, por usuário, o preço deve cair bastante quando são quase 120K, então um bom SYSAdmin consegue tomar conta disso tudo tranquilamente.

        • Ligeiro

          Era essa a resposta que eu esperava :) Obrigado =D

    • Bruno ✔

      Toda vez que eu vejo alguém dizendo que uma empresa mudou do office 365 para as soluções do google, logo depois dá treta, se a usp manter as duas licenças ok, apesar de que não faria muito sentido, mas se cancelar o 365 pode esperar pra ver que vai chover reclamações por lá.

      • Na verdade, nem se tratam de licenças 365, mas das antigas mesmo (Office 2010, 2007, etc). Seria a primeira vez que a universidade inteira passaria a lidar com produção de documentos em nuvem.

        Mas fiquei curioso com essas tretas. O que tem acontecido?

        • Bruno ✔

          Por ai eu ja vi umas 5 historias e todas terminam igual, em uma delas se me lembro bem o gestor de ti era um fanboy do google e convenceu os superiores a trocar o Office 365 pelo Google for Work, no final os funcionarios não gostaram e nem se adaptaram a troca do word e excel pelas soluções do google, não lembro com detalhes pois faz uns 2 anos que li sobre isso, mas é por ai.
          Na minha faculdade se acabar o Office 365 eu mesmo vou ter um baita problema, fora o Office em si e o OneDrive com 1TB eu ainda tenho acesso a chaves do Windows, Windows Server, Visio, Azure e por ai vai, praticamente todas as ferramentas e sistemas da M$.

      • Fato, não há muito o que fazer, as soluções de edição para as soluções do Office são muito superiores tanto no Word considerando o Docs quanto o excesso sobre o Planilhas…
        Mas acho que isso vale durante a vida acadêmica, depois num uso doméstico não acho que faça falta.
        Mas como chega na hora em que seu filho precisa fazer trabalhos de escola e etc… Será que sempre ficaremos domesticamente presos ao Office? Empresas acho que não tem jeito mesmo.

    • Em 2015, migraram os e-mails da UEM para a G Suite também e disponibilizaram o Google Classroom em paralelo ao Moodle. Todo mundo vibrou porque o Moodle é uma lástima em usabilidade e o antigo webmail também não era nada muito sofisticado — embora eu não entenda quem usa webmail; o meu eu sempre usei num app de e-mail e boa.

      Acho difícil confiar tudo na G Suite porque os apps de edição de textos e planilha são simplesmente terríveis. Tanto que, nos trabalhos que fazíamos, geralmente usávamos o Google Docs só para escrever juntos e, depois, alguém ficava encarregado de pegar o texto e formatar bonitinho num Word da vida. Os computadores da UEM ainda têm uma versão antiga do Office da Microsoft rodando.

  • Uma curiosidade pessoal sobre o post livre: como acontece no fim de semana, ele me lembra a era pré-banda larga da minha adolescência, quando precisávamos esperar a meia noite ou as tarde de sábado para poder usar internet à vontade. Na prática, acabávamos usando de fato apenas no fim de semana — e cada novo acesso era uma espécie de reencontro.

  • Pessoal, vocês percebem diferença de qualidade de áudio entre lossless, serviços de streaming, etc…?

    Eu já tinha concluído que isso não importava, mas troquei de headphone e, passado certo volume, as músicas do Spotify começavam a ficar estridentes..principalmente os vocais. Achei meio estranho ser distorção do fone de ouvido, resolvi testar o TIDAL HI-FI e acho que ficou bem melhor, mas não sei se o Spotify pode ser pior e outro serviço “comum” tipo Apple Music atenderia bem. O estranho é que no MacBook eu quase não percebo, mas no iPhone é pior.

    Desconfio que seja placebo, já que nunca acerto aqueles testes de lossless, mas curioso para saber a experiência de vocês.

    OBS: também ficou muito evidente aquele barulho de fundo de gravação, tipo um crepitar, não sei explicar haha

    • Bruno ✔

      Eu percebo, um dia resolvi testar algumas musicas FLAC do Maiden e notei uma diferença considerável em relação ao MP3, o baixo fica mais fácil de ouvir e o efeito de “robotização” que tem no MP3 some, usando meu Philips SHL-3000 em ambientes mais tranquilos o FLAC é uma maravilha, hoje em dia passei toda minha biblioteca para FLAC.
      Alias, pode ser um placebo, mas tenho a impressão que ouvir musica no máximo com flac da menos dor de cabeça do que com MP3, talvez seja devido ao fim da distorção teoricamente falando.

      • Fabio Montarroios

        Esse fone da philips é muito bom. Tenho um desses e ele é neutro. Gosto muito. Pena q pararam de fabricar.

        • Bruno ✔

          Acho que o meu já completou 3 anos, é realmente ótimo em som e durabilidade.

    • Luis Cesar
      • Legal, pelo visto tem cara de placebo mesmo ou a conversão do Spotify segue algum padrão diferente dos demais (já ouvi outras pessoas reclamarem disso em relação a ele).

    • Frederico

      Mp3 CBR 256kbps para flac nunca notei diferença.

      Há de lembrar também que mesmo em lossless, a gravação em si pode ser ruim e aí não há nada que salve.

    • Louis

      Sim. É bem perceptível a mudança de qualidade. Mas, para notar isso é preciso fones de ouvido de qualidade e ter um pouco de conhecimento sobre a qualidade das músicas em geral.

      • Eu não conheço nada, mas sempre que comprei fones melhores a experiência melhorou consideravelmente, nesse caso nem foi uma ação proativa do tipo “comprei um fone novo e vou escutar música lossless”, foi uma sensação de que a música estava ruim mesmo.

        • Louis

          Uso Deezer e Spotify e principalmente no 1º serviço a diferença relacionada a qualidade do streaming é bem perceptível, mesmo com fones mais simples.

    • nunca percebi diferença e também nunca tive equipamento de som de alta fidelidade. mas isso pq eu me sinto bem ouvindo a música da forma que tiver ao meu alcance e isso já me basta. sou feliz assim.

    • nunca percebi diferença e também nunca tive equipamento de som de alta fidelidade. mas isso pq eu me sinto bem ouvindo a música da forma que tiver ao meu alcance e isso já me basta. sou feliz assim.

    • Ranner Barbosa

      você tem premium no spotify? porque la tem opção pra ouvir em “alta qualidade”, não sei se usa mudaria algo na sua escuta, mas seria interessante pra você tirar essa duvida

      • Eu sempre usei o premium, inclusive só percebi que o ~Exterme~ não estava ligada no notebook depois de perceber o problema, mas no smartphone a qualidade máxima sempre esteve ligada.

  • Fabio Montarroios

    O que vcs acham dessas casas containers? Morariam numa?

    • Marcos Balzano

      Olha, quando meu filho sair de casa, eu moraria sim, só eu e a patroa acho que seria possível.

    • Frederico

      Acho a ideia legal porque o custo final é barato, mas esteticamente enjoei.

      • Fabio Montarroios

        Vi uns projetos interessantes, mas com certeza coisa cara demais. Pra mim bastaria um bom revestimento interno e uma pintura por fora. Além de boa circulação de ar…

        • Frederico

          Existem uns estudos (não tenho agora) que mostram que pode ser um sistema construtivo mais barato que alvenaria tradicional, porque se gasta menos com outras coisas e há menos desperdício por ser uma construção dita limpa.

        • Frederico

          Existem uns estudos (não tenho agora) que mostram que pode ser um sistema construtivo mais barato que alvenaria tradicional, porque se gasta menos com outras coisas e há menos desperdício por ser uma construção dita limpa.

    • Depende. Modularização de habitação é uma ideia antiga, recorrente e até, em certo sentido, datada.

      Nos anos 50 e 60 uma parte considerável da produção de habitação de massa na europa recorreu à “conteinerização” da produção: http://media.gettyimages.com/photos/soviet-building-blocks-krasnodar-ussr-guiding-a-huge-boxlike-room-on-picture-id517765812

      https://uploads.disquscdn.com/images/1413b4e4a377d5648db17f9b0f4b8138ec6d3f183144887c5791f82a3fcefd78.jpg

      A partir dos anos 70 esses conjuntos passaram a ser fortemente criticados e hoje há campanhas para a demolição deles.

      Essa moda rejuvenescida dos conteineres bem podia ser descrita pela máxima do velho barbudo: “primeiro como tragédia, depois como farsa”. :)

      • Esse sonho tecnoutópico de modularização total da habitação é antigo. Esta clássica imagem associada ao projeto da unidade da habitação de le corbusier sugere esse velho ideal nos anos 40 https://uploads.disquscdn.com/images/1d292dfc64c2ae96962279b597eead01a6d5f558bb9e2235c3bafbb9d2a0d2f5.jpg

        • Fabio Montarroios

          Mas agira tem um lance em dar reúso a algo grande e q teria destino incerto. Acho q é algo q não tava em perspectiva naquela época. Como habitação acho q pode servir pra uma coisa simples e sem frescura.

          • Sim, mas qual o sentido por trás do reuso? Se for pela estética, então tudo bem: você terá de enfrentar todos os problemas que citei no outro comentário (elétrica, hidráulica, conforto térmico, acústico, espacialidade, etc). Mas se o argumento tiver a ver com a suposta pegada ecológica da coisa toda, então é possivelmente algo falacioso ( http://www.archdaily.com/16089… ). No entanto, se você conseguir containers de graça, aí é só mesmo calcular o quanto vai custar para torná-los habitáveis e ver se vale a pena.

          • Fabio Montarroios

            Dependeria mesmo do custo… Existem outras opções que considerei: casa tradicional, mas com + aço e sem revestimento. Vou pesquisar mais sobre o lance do container, mas a princípio me pareceu interessante.

          • Aço no Brasil é caríssimo (principalmente por demandar operários com qualificação específica) então talvez não seja uma boa se o foco for custo. Existem algumas soluções tradicionais que podem ser mais econômicas, ainda que menos sofisticadas: pense por exemplo em blocos cerâmicos estruturais ou mesmo solo-cimento. Mas se eu puder dar uma sugestão, consulte um bom arquiteto (não necessariamente um de grife, que pode acabar encarecendo tudo…), já que ele ou ela pode sugerir soluções mais econômicas.

          • Fabio Montarroios

            Sim, falaria com um arquiteto. Tenho um projeto em mente, mas jamais me arriscaria a levar isso a um pedreiro. Seria o fim do meu sossego.

          • Marcos Balzano

            As estruturas de aço são mais comuns na américa do Norte, e em certo locais da Europa, pois é mais leve e e mais rápido, mas não mais barato. Graças ao investimento nas linhas férreas e depois ao New Deal, já havia mão de obra capaz de lidar com isso, além de que tempo era precioso, pois no Inverno o rendimento caía demais, as construções precisavam ser rápidas. Isso tornou o aço muito valorizado.

            Mas o investimento necessário para o conforto térmico, é bem elevado, dada a falta de cultura de utilizar ar condicionado no Brasil, fora o elevado custo da eletricidade. Parece-me mais fácil fazer uma pequena casa, com blocos de concreto pré-montado. O custo é ligeiramente maior que o da alvenaria, com o positivo de ser extremamente mais rápido, mas necessita de empresa para realizar a construção.

          • Fabio Montarroios

            Estou bem inclinado a essa solução e procuraria umas alternativas pra questão térmica. O problema aqui, como vc sabe, é o calor e não o frio… Veremos o q é possível. Mesmo pq, mesmo simples, não é barato.

          • Marcos Balzano

            Como fora dito, das escolas de lata, no verão, elas chegavam a mais de 70ø C dentro das salas. A questão da manta térmica, ou isolamento, é evitar que o calor do metal, que aquece rapidamente, transfira para o ambiente interno.

          • Lembro das aulinhas básicas de conforto ambiental da faculdade: em um clima como o brasileiro, o fundamental é: 1. sombrear paredes e coberturas (para evitar incidência direta de radiação solar); 2. ventilar (para jogar para fora o ar quente e estimular convecção).

            Em paredes de aço (como é o caso do contêiner) tende a ocorrer exatamente o contrário: a exposição direta ao sol faz com que a parede funcione como ponte térmica e as dificuldades de ventilação facilitam a transformação do ambiente interno em uma estufa.

      • Fabio Montarroios

        Achei interessante por ser mais barato. Pensamos aqui em comprar um terreno em algum lugar pra plantarmos o nosso próprio alimento, já q estamos optando pelos orgânicos sempre q possível. Seria legal algo q não dependesse dos pedreiros e q fosse rápido. Serial legal ver umas plantas crescendo ao redor das caixas….

      • Fabio Montarroios

        Achei interessante por ser mais barato. Pensamos aqui em comprar um terreno em algum lugar pra plantarmos o nosso próprio alimento, já q estamos optando pelos orgânicos sempre q possível. Seria legal algo q não dependesse dos pedreiros e q fosse rápido. Serial legal ver umas plantas crescendo ao redor das caixas….

        • É preciso dimensionar bem essa eventual economia. Além da adaptação para receber todas as instalações (elétrica, hidráulica, dados, etc), é preciso considerar os ajustes necessários para adequar o conforto ambiental interno a níveis satisfatórios — lembra da história das escolas de lata em são paulo? No final, não só talvez você dependa de profissionais qualificados (não apenas pedreiros acostumados com processos tradicionais) como o custo acabe transformando a experiência em um capricho bastante caro.

    • Louis

      Péssimo. Jamais.

      • Fabio Montarroios

        Poxa, Louis. É uma opção interessante…

  • Fabio Montarroios

    Uma coisa chata: tenho assinatura do Vírtua. Não assino mais TV faz quase dois anos… Não faz falta. Nem telefone fixo. Ou seja, netcombo aqui não rola. Vi, pelo tecnoblog, q net mudaram os pacotes de internet. E é sempre assim, pela imprensa ou por propaganda, q fico sabendo das coisas. Eles nunca me ofereceram nada antes. Nenhuma vantagem por ser cliente deles desde qdo tinha 16 anos… ou seja, desde 1997. Assinei como menor de idade mesmo e eles deixaram. Daí é sempre uma briga pra atualizar os meus planos com o q eles oferecem aos clientes novos por menor preço. O cliente antigo q se lasque.

    Mas dessa vez foi triste. Vi q o plano de 60Mb tá bem vantajoso, pq pago 90 por 15 Mb e eles estão oferecendo 60 Mb por 130. Mas, pra minha surpresa, pra trocar de plano, teria q trocar de cable modem e, pasmem, eu tenho q pagar por essa mudança. Eles cobram 90 mangos pra isso. E é um total disparate. Eles colocaram um cable modem aqui q tem limite de 42 Mb e é um aparelho q já foi descontinuado pela RCA. Ora, se o plano deles exige outro equipamento, não sou eu quem deve pagar por isso. Mesmo porque, o modem não é meu, é deles. Cobrar 90 mangos pra um cara vir aqui trocar o aparelho é demais. Ou seja, a NET, q já aprontou poucas e boas, continua nessa mesma toada comigo, há 20 anos.

    • Ligeiro

      Tenho uma teoria sobre isso, pois noto isso na Telefônica / Vivo também.

      Quem assina planos antigos trabalha com os equipamentos e tecnologia instalados da época. Ao pedir evolução do plano, eles terão que obrigatoriamente tirar você da tecnologia antiga (que eles gastaram para instalar e podem até estar pagando – ou estão tentando já lucrar o máximo para o equipamento já pago) para uma tecnologia nova que pode fazer perder um cliente novo que ficará um bom tempo.

      Pode pensar que não, mas equipamentos novos tem custos altos. A cobrança parece injusta, mas é válida. Terá todo o trabalho de puxar o cabo da sua base de origem e redefinir na nova base onde está instalada o equipamento novo que permite velocidades maiores.

      De fato me pergunto porque as operadoras não fazem esforços para trocar e atualizar as tecnologias de forma rápida. Talvez seja até mais economia para eles.

      Uma das respostas volta ao parágrafo que falei: eles precisam lucrar com o equipamento que foi adquirido. O máximo que puderem. Por isso sai caro migrar de plano.

      • Louis

        Existe um problema absurdo de burocracia legislativa que dificulta a vida de todo mundo no Brasil.

        E quem está com os equipamentos atualizados não passa por isso, mas, sempre alguém vai ser afetado.

        • Fabio Montarroios

          Sou totalmente contrário a todas essas formas de burocracia a atracação as nossas vidas…

    • Eu me mudei para meu apartamento atual em julho e pedi uma instalação similar à sua (15MB sem TV). Eles me enrolaram vários dias até que finalmente veio o técnico instalar a internet (na verdade ele só trouxe o modem e fez uns ajustes…). Como já estava irritado demais com a empresa por conta da demora, nem liguei para o equipamento que eles trouxeram, mas o modem parece uma velharia reutilizada. A impressão que tenho é que eles fazem o máximo possível para afastar clientes que contratem apenas internet sem tv.

    • Eu me mudei para meu apartamento atual em julho e pedi uma instalação similar à sua (15MB sem TV). Eles me enrolaram vários dias até que finalmente veio o técnico instalar a internet (na verdade ele só trouxe o modem e fez uns ajustes…). Como já estava irritado demais com a empresa por conta da demora, nem liguei para o equipamento que eles trouxeram, mas o modem parece uma velharia reutilizada. A impressão que tenho é que eles fazem o máximo possível para afastar clientes que contratem apenas internet sem tv.

      • Ligeiro

        Muitos equipamentos são recondicionados – na verdade todo modem ou equipamento de rede fornecido por uma concessionária é da própria.

      • Fabio Montarroios

        Fazem o máximo. Tudo é voltado pro maldito combo… Algo q tb deveria ser combatido por órgãos de defesa do consumidor, pq coloca os clientes em nítida desvantagem.

    • Marcos Balzano

      A questão de tu precisar de um modem novo, é por causa da DOCSIS, aonde as empresas tem investido muito para melhorar a infra dos sistemas já existentes para não ter que atualizar para a Fibra.

      Além que o tempo para amortizar o modem é longo. E um cliente num plano significa que ele está feliz, então é melhor não mexer. Sobre as promos, é igual nas companhias móveis, eles “renovam” suas promoções a cada 2~3 meses, pois a concorrência lança outro “melhor”. E porque avisar o cliente que ele pode ter mais pagando menos?

      • Fabio Montarroios

        Tinha fibra e o plano era bom e relativamente barato. Deu um problema aqui e tive que cancelar… Infelizmente. Agora sobrou a velha Net.

    • Louis

      Troquei meu plano com essa atualização e não fui cobrado por nada, já que tanto o modem quanto a rede já suportava o aumento de velocidade.

      Acho que eles estão certos, pois existe um custo de infraestrutura e os equipamentos serão trocados para suportar a rede com melhor qualidade.

      • Fabio Montarroios

        Desconfio q isso contraria o código do consumidor… Mas ainda preciso pesquisar mais sobre o assunto. E ainda tem a Anatel pra reclamar.

  • Frederico

    Duas sugestões para o FDS Netflixeiro:

    1) Chef’s Table S01E03 com Francis Mallmann.

    2) Abstract qualquer episódio. É o chef’s table dedicado às artes aplicadas, como arquitetura, ilustração, design etc.

    • Ranner Barbosa

      Concordo com tudo dito, e reforço: as séries documentais de culinaria da Netflix são ótimas, gosto muito.

    • ainda não vi Abstract, mas já gostei da crítica da Alexandra Lange à serie: http://www.curbed.com/2017/2/10/14568550/netflix-abstract-art-of-design-review

      “Abstract é igualmente acrítica e laudatória, mas também é ágil é divertida.”

      Seria um filme da Marvel sobre o universo do design? ;)

      • Frederico

        Acho que nunca foi a proposta da série.

        • ao contrário, acho que é justamente esse o propósito: contribuir à aura do gênio criativo solitário e demiúrgico, já que o foco está nos criadores. Mas parece divertida mesmo.

          • Frederico

            Opa, acabei me expresaando errado. Estava me referindo ao conteúdo crítico. A série é isso mesmo que você descreveu. Removeria apenas a palavra solitária.