Duas mulheres mexendo em seus celulares.

Todas as redes sociais convergirão até que se tornem idênticas

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1/12/17, 15h41 2 min Comente

Nesta semana, o Snapchat anunciou mudanças em seu app. Ele vai separar amigos de mídia (publicações profissionais e influenciadores) e organizá-los com o uso de algoritmos, deixando de lado a organização cronológica a que recorria até então. Igual à criticada mudança que o Instagram fez em 2016.

Instagram que, também nesta semana, começou a testar um botão de “repostagem”. As lojas de apps estão repletas de apps que fazem esse serviço manualmente e de maneira desengonçada: acrescentam marcas sobre a imagem, nem sempre referenciam o original e degradam a qualidade das fotos (gerando as “shitpics”). Outra rede social, o Twitter, também tinha um sistema de respostagem manual que acabou oficializado na forma do retuíte, ou RT.

Ninguém fica muito tempo parado e, no caso do Twitter, a função em testes é a de guardar tuítes ou links para ler depois — um recurso de bookmarking, resumidamente. Eles devem ter sacado que muita gente ressignificou o curtir (antes, estrelas, depois corações pois todas as outras redes usam corações) como um “leia depois”. Os bookmarks surgiram nos navegadores, ganharam aplicações web próprias como o Delicious e o Pinboard, e acabaram em redes sociais, caso do YouTube com sua lista “Assistir mais tarde”.

E o YouTube, que cada vez mais ganha corpo como rede social, anunciou que lançará o “Momentos”, vídeos de até 30 segundos para serem visualizados na vertical, muito parecidos com os Stories do Instagram, WhatsApp, Facebook e Snapchat.

Foto do topo: rawpixel.com/Unsplash.

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