Twitter implementa novas ferramentas para conter abusos

17/11/16, 9h16
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17/11/16, 9h16 2 min Comente

Das redes sociais mainstream, o Twitter é uma das mais tóxicas. Embora a política de uso proíba conteúdo ofensivo, a rede é repleta dele — e pouco faz no sentido de inibir esse tipo de comportamento. O problema é tão grave que atrapalhou as negociações de compra do Twitter pela Disney.

Antes tarde do que mais tarde, medidas começaram a ser tomadas. O Twitter anunciou melhorias nas opções de silenciar, permitindo agora ignorar termos nas notificações e conversas inteiras com poucos cliques. Outra boa medida foi incluir no formulário de denúncias a opção “Direciona o ódio contra uma raça, religião, gênero ou orientação sexual”, adição combinada com, segundo a empresa, treinamentos da equipe para lidar com esse tipo de situação:

(…) treinamos novamente todas as nossas equipes de suporte em nossas políticas, incluindo sessões especiais de contextualização histórica e cultural de condutas de ódio, e implementamos um programa de atualização continuada. Também melhoramos nossas ferramentas e sistemas internos a fim de lidar com mais eficiência com essa conduta quando ela nos é relatada. Nosso objetivo é [ter] um processo mais rápido e transparente.

Mais importante que as novidades técnicas, é o reconhecimento de que há um problema fundamental ali que precisa ser sanado.

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O novo MacBook Pro e o caso de pensar no futuro sem esquecer o presente

3/11/16, 9h02
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3/11/16, 9h02 2 min Comente

Desde que a Apple anunciou o novo MacBook Pro, um grande debate surgiu no âmago da comunidade mais fervorosa de usuários do produto. Desenvolvedores e outros profissionais que esperavam uma máquina mais poderosa e versátil se decepcionaram com o que foi apresentado. O futuro do computador profissional da Apple é menos “pro” que os disponíveis até então.

As principais queixas são em relação ao desempenho (limitado a 16 GB de RAM) e, principalmente, às portas e conexões — ou a falta delas. A versão de entrada, carente da nova Touch Bar, tem duas portas USB-C/Thunderbolt 3 e uma saída de áudio analógica (de 3,5 mm, a mesma removida do iPhone 7). As mais caras elevam o número de USB-C/Thunderbolt 3 para quatro.

Não há dúvida de que essa conexão é futuro, mas ainda não chegamos nele. Quem compra um MacBook Pro desses novos hoje, precisa necessariamente de um ou alguns adaptadores. É inevitável em qualquer período de adaptação, e nem é o ponto a se discutir. A questão é se essa investida não foi prematura. Manter uma porta USB tradicional ou o slot de cartões SD não tiraria o aspecto “forward thinking” do novo MacBook Pro e seria um facilitador de quem ainda depende deles — e é difícil imaginar alguém que já não dependa de nenhuma das conexões sacrificadas. Seria pensar no futuro sem esquecer do presente.

Não falemos da remoção do MagSafe ou do novo teclado. Soam como retrocessos.

Para fechar, dois links:

  • Um compilado de várias reações de desenvolvedores e jornalistas sobre o novo MacBook Pro. Não me lembro de uma revolta tão grande entre os usuários mais emotivos da marca.
  • Maciej Cegłowski invoca o espírito de Benjamin Button e escreve sobre o velho MacBook Pro como se ele fosse sucessor do novo. O pior? Faz sentido.
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As novidades da Asus — incluindo Zenfone 3

25/10/16, 20h17
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25/10/16, 20h17 3 min 6 comentários

A Asus anunciou nesta terça-feira (25) seis novos produtos: um rival do MacBook Air, o ZenBook 3; três modelos do Zenfone 3 — Max, 3 (sem sobrenome) e Deluxe –; e dois modelos do ZenWatch, o 2 e o 3.

Desses lançamentos, ZenBook 3 e ZenWatch 3 são, segundo o diretor de Marketing para América Latina e Índia, Marcel Campos, produtos para posicionar a marca, ou seja, dos quais não se espera um grande volume de vendas. Já com os demais, a Asus deseja competir de igual para igual com grandes nomes como Motorola, Samsung e até Apple.

Hoje (às 21h) chegam apenas os dois “sabores” de Zenfone 3 — chip Qualcomm Snapdragon 625, câmera traseira de 16 MP e frontal de 8 MP — nas cores dourado, branco e preto safira:

  • Zenfone 3 (ZE520KL) com tela HD de 5,2 polegadas, 3 GB de RAM, 32 GB e bateria de 2600 mAh por R$ 1.499;
  • Zenfone 3 (ZE552KL) com tela Full HD de 5,5 polegadas e 4 GB de RAM, 64 GB e bateria de 3000 mAh por R$ 1.799;

Na primeira quinzena de novembro, chegarão ao mercado um dos três sabores de Zenfone 3 Max, com bateria de 4100 mAh, nas cores cinza escuro, dourado e prata, e dois modelos do relógio inteligente da Asus, o ZenWatch 2 e o ZenWatch 3:

  • Zenfone 3 Max (ZC520TL) com tela HD de 5,2 polegadas, 2 GB de RAM e 16 GB, traseira de 13 MP, frontal de 5 MP e processador MediaTek MT6737M por R$ 999;
  • ZenWatch 2, (WI502Q) de 2015, com display quadrado de 1,45 polegadas e moldura de aço inoxidável por R$ 999;
  • ZenWacth 3 (WI503Q), de 2016, com display redondo de 1,39 polegadas e corpo todo de aço inoxidável por R$ 1.799;

Ainda em novembro, chegarão ao Brasil o ZenBook 3, notebook que roda Windows 10, pesa 910 gramas e tem 11,9 mm de espessura, e duas versões do Zenfone 3 Deluxe — 6 GB de RAM, tela Full HD de 5,7 polegadas, câmera traseira de 23 MP, frontal de 8 MP, bateria de 3000 mAh — nas cores prata, cinza e dourado:

  • ZenBook 3 (UX390UA) com tela Full HD de 12,5 polegadas, Intel Core i7, 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento SSD por R$ 14.999;
  • Zenfone 3 Deluxe (ZS570KL) com processador Qualcomm 820 e 64 GB por R$ 3.599;
  • Zenfone 3 Deluxe (ZS570KL) com processador Qualcomm 821 e 256 GB por R$ 4.399.

Em dezembro, chegará a outra versão do Zenfone 3 Max, com tela Full HD de 5,5 polegadas, processador Qualcomm 430, 32 GB de espaço, a tal da bateria de 4.100 mAh e câmeras iguais a do Zenfone 3 (16 MP e 8 MP) em duas opções de RAM:

  • Zenfone 3 Max (ZC553KL) de 2 GB por R$ 1.199;
  • Zenfone 3 Max (ZC553KL) de 3 GB por R$ 1.299.*Preços à vista.
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Ative esta opção do iOS 10 para limitar publicidade direcionada

24/10/16, 11h00
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24/10/16, 11h00 2 min 2 comentários

É importante entender como as empresas que fabricam nossos dispositivos operam porque o modelo de negócio impacta diretamente nos recursos oferecidos ou não.

Não é uma boa, por exemplo, esperar por recursos que reforcem a privacidade e limitem a publicidade direcionada no Android. O Google vive de publicidade, portanto lhe é vital a veiculação de anúncios mais segmentados e caros. (Recentemente, aliás, o Google associou os dados anônimos da DoubleClick aos das contas Google, identificando efetivamente as pessoas para fins comerciais/direcionamento de publicidade.)

A Apple, não, e isso se reflete em seus sistemas. O iOS é, talvez, o sistema mais progressista no sentido de blindar o usuário contra publicidade direcionada.

Além dos bloqueadores de anúncios liberados no iOS 9 (uso e indico o 1Blocker), o iOS 10 trouxe uma mudança importante na limitação de publicidade rastreada. Trata-se de uma opção para que desenvolvedores e redes de anúncios não consigam te isolar e, assim, enviar anúncios baseados em comportamento.

Para ativar essa opção, entre em Ajustes, depois Privacidade, role a página e toque em Publicidade e, na tela seguinte, ative o item “Limitar Publicidade Rastreada”.

Até a versão anterior do iOS, ativá-la fazia com que o sistema emitisse um “alerta” a apps que pedissem esse número identificador (conhecido por IDFA ou IFA), mais ou menos como o Do Not Track dos navegadores web. No iOS 10, a Apple refinou o comportamento da opção. Em vez do “alerta”, o sistema passou a enviar um IDFA padrão (00000000-0000-0000-0000-000000000000), impedindo formas indiretas de explorar esse identificador.

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Como combater a epidemia de informações falsas ou imprecisas no Facebook?

21/10/16, 13h49
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21/10/16, 13h49 3 min 4 comentários

Em grupos de WhatsApp é relativamente comum alguém publicar uma notícia falsa ou imprecisa seguida do “na dúvida, achei melhor compartilhar”. É preciso mudar esse padrão, invertê-lo. Na dúvida, não compartilhar.

Não temos ainda, coletivamente, noção da força da informação. Uma mentira contada mil vezes não se torna apenas verdade, ela gera consequências. Tem tanto poder que pode matar uma inocente e levar um lunático à presidência de um país.

Piora, ainda, quando a mentira é espalhada deliberadamente. Qual a forma mais rápida de crescer uma página de política/notícias no Facebook? Segundo uma pesquisa do BuzzFeed, é “abstendo-se de relatar fatos e, em vez disso, jogar com os preconceitos partidários usando informações falsas ou imprecisas que simplesmente digam às pessoas o que elas querem ouvir.” Não é algo exclusivo de lá; aqui no Brasil, também, vários grupos, da esquerda e da direita, utilizam desse subterfúgio para pregar.

Quem faz essas coisas? Um punhado de gente que não está mais preocupada com as consequências dessas publicações do que com o as vantagens da desinformação. Vai além do financeiro. Há interesses políticos por trás disso também.

E não é só na política. A desinformação é um mal que permeia todas as esferas da vida pública. Em muito, um potencializado pelo Facebook, o jornal cada vez mais popular das pessoas nos anos 2010. Ao se eximir de responsabilidades, seja como empresa de mídia ou qualquer outra classificação, a rede abre espaço e estimula esse padrão de reforço de preconceitos e acirramento dos ânimos baseado em mentiras.

No Twitter, Christopher Mims, colunista do Wall Street Journal, escreveu:

Certa vez escrevi uma coluna dizendo que o Facebook provavelmente não nos leva a mais partidarismo. Hoje acho que aquilo está completamente errado.

Agora acho que o Facebook está contribuindo para o declínio da civilização ocidental. Ajudando a espalhar desinformação.

Substituímos a sociedade civil com a auto-seleção e o auto-reforço de ciclos de afinidade alimentando nossos cérebros com a validação social de inverdades perigosas.

Nossos pensamentos são inerentemente um produto do nosso contexto. O filtro invisível do Facebook é real e as tentativas da empresa em negá-lo são pífias.

Como mudar esse cenário? A Dificuldade começa antes disso: sempre me pergunto como apresentar o problema sem soar arrogante ou pedante? (Este texto, inclusive, pode ser lido assim.) Difícil…

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O Facebook me pediu para falar para meus amigos o que tenho feito

19/10/16, 14h27
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19/10/16, 14h27 2 min Comente

Em abril, soubemos que o Facebook estava numa investida para aumentar o conteúdo pessoal publicado pelos usuários na rede. Em paralelo, qualquer evento e, na falta desses, um “bom dia” tem aparecido no campo de atualização a fim de estimular mais publicações.

Às vezes perdemos de perspectiva que o combustível que move as conversações na rede social é produzido por nós mesmos. Logo, faz sentido essa preocupação por parte do Facebook. Notícias, o tipo de conteúdo que parece mais popular, encontra-se em outros lugares e não são personalíssimos ─ eu ou você ou qualquer outra pessoa capacitada podemos dar uma notícia sobre, sei lá, a Samsung. Atualizações pessoais, não. Dependem de cada um de nós.

Caixa de pressão social do Facebook.

Agora pouco abri o Facebook no computador e vi uma caixa com algumas fotos de amigos e a informação de que, ontem, 207 deles publicaram alguma coisa no Facebook. Considerando o total de contatos que tenho ali, esse número representa 23,4% do total deles. Nunca tinha visto isso. Achei a mensagem meio passivo-agressiva, um tipo não muito sutil de pressão social.

É muita gente? Pouca? Não dá para dizer me tomando por base, mas achei interessante ter esse dado. Primeiro por não esperar que fosse algo que o Facebook revelaria assim, sem cerimônia. E, também, por permitir a relação dele com o próprio feed. Puxando pela memória, seguramente não vi, entre ontem e hoje, mais do que 10% dessas pessoas que publicaram alguma coisa ontem no Facebook. O filtro invisível é poderoso.

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Terceirização do discurso ─ ou do que nos faz humanos

19/10/16, 9h25
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19/10/16, 9h25 2 min Comente

O grande diferencial do Allo, um app de bate-papo que ignora as boas práticas de privacidade vigentes, é um intruso na conversa, o Google Assistant. Ele participa ativamente do diálogo, fazendo buscas a pedido dos interlocutores e, o que é mais preocupante, sugerindo respostas pré-fabricadas.

O Facebook Messenger também trabalha com robôs, mas em conversas paralelas, ou seja, não os traz para as conversas que mantemos com outros seres humanos — ainda, pelo menos. Mas é bobagem acreditar que isso se deva a um princípio humanista no âmago de Mark Zuckerberg.

É uma decisão de negócios. O Google quer se tornar uma entidade única nas nossas vidas digitais; o Facebook ainda depende de terceiros. Isso não o impede, porém, de experimentar com bizarrices. A última é sugerir tópicos de conversação com base no que seus amigos fizeram (ou confessaram ao Facebook terem feito) recentemente.

O problema disso tudo é que terceirizamos traços que nos são, até agora, exclusivos. A escolha das palavras e sobre o que falar são coisas muito humanas. Queremos terceirizar isso? Se sim, estamos cientes do custo?

Evan Selinger, professor de filosofia do Instituto Rochester de Tecnologia, e Brett Frischmann, professor da Faculdade de Direito Cardozo, estão escrevendo um livro intitulado Ser Humano no Século XXI (tradução livre). Um pequeno excerto publicado no Medium responde, de maneira limitada, mas didática, essas perguntas:

Terceirizar, então, não afeta apenas como uma tarefa é realizada. Quando decidimos ou não por terceirizar, precisamos considerar se vale a pena abdicar da ação, responsabilidade, controle, intimidade e possivelmente conhecimento e habilidade. Se não, provavelmente deveríamos realizar essa tarefa nós mesmos.

A conversa por texto já é bastante pobre. Ela normatiza o discurso de uma forma sutil, mas poderosa. Percebe como conversar com pessoas distintas pelo WhatsApp oferece menos nuances, como se todas fossem mais ou menos parecidas? Que as particularidades de cada um se revelam com mais facilidade, de modo inescapável, até, quando o contato é pessoal em vez de mediado por texto escrito em uma tela? Se nem esse fragmento de humanidade nos apps de bate-papo estamos dispostos a resguardar, aí tudo bem querer que o Allo escolha as suas frases e que o Facebook determine o assunto da conversa.

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O custo (além do financeiro) do Galaxy Note 7

18/10/16, 10h12
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18/10/16, 10h12 2 min Comente

O Galaxy Note 7 ficará na história como um belo smartphone com uma falha catastrófica que o inviabilizou como produto. É raro, mas acontece. O que importa mais, agora que o caso se encerrou e que o custo financeiro já é mais ou menos sabido (até US$ 10 bilhões), é o que esse erro custará em termos não financeiros à Samsung.

Especialistas divergem sobre os efeitos a longo prazo, mas alguns já são sentidos. Primeiro, na cadeia produtiva e no desperdício de metais raros, obtidos a muito custo ─ pessoal e ambiental, inclusive. É bastante difícil reciclar smartphones e, de qualquer modo, uma parte considerável do impacto ocorre antes da fabricação. Para a Motherboard, toda essa história e a destinação dos aparelhos, apesar dos esforços históricos da Samsung, são uma “piada ambiental”.

O outro efeito já sentido é na percepção da marca. O uso do termo “Galaxy” em toda a linha, que até agora tinha um efeito aglomerante favorável ─ o prestígio dos dispositivos mais caros escorria para os mais baratos à exceção dos muito baratos, tipo Galaxy Pocket ─, passa a jogar contra.

Era no máximo engraçadinho ouvir alguém chamar um desses de “Galaxy 7” ou “Samsung S7”. Agora, essas distinções sutis passam a ser cruciais e corre-se o risco de que a destruição da reputação da marca “Galaxy Note” (RIP) alcance outros “Galaxy”. Já está acontecendo.

A Samsung instalou quiosques em alguns aeroportos, antes das salas de embarque, para permitir a troca do Galaxy Note 7 por outro smartphone e fazer a transferência de arquivos e dados pessoais rapidamente. Em alguns países, o dispositivo foi banido de voos mesmo desligado.

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“Meu corpo estava doendo”

17/10/16, 16h01
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17/10/16, 16h01 2 min 2 comentários

No retorno do post livre (sim, voltou pra valer), a discussão sobre idade foi a mais votada pelos leitores. Chamou-me a atenção, nela, os comentários de gente jovem reclamando de dores no corpo.

Eu também tenho as minhas, derivadas de anos usando computadores, nem todos seguindo aquelas velhas orientações de postura e outras boas práticas. Com o smartphone, que normalmente nem uso tanto, parece que as coisas pioraram. A mão direita é das partes que mais sofrem: primeiro com o mouse, depois o trackpad (a rolagem machuca o dorso) e, nos últimos anos, manuseando o celular.

Até pouco tempo atrás, problemas do tipo (LER/DORT) ficavam restritos a profissionais que lidavam com computadores o dia todo. Esse perfil se espalhou para outras áreas. O smartphone, tão ou até mais nocivo que a dupla teclado+mouse, está impregnado na sociedade. Piora: o contato com esses aparelhos começa cada vez mais cedo, quando criança, fase em que a estrutura óssea ainda está em formação e mais sensível a desvios como os ocasionados pelo uso desses dispositivos.

Ainda não atingi o ponto sem volta, mas em dias de trabalho mais intenso, quando vou dormir com o ombro ou a mão doendo, é difícil não pensar no ponto de ruptura. E desesperador. Se não puder mais escrever, o que farei?

Nesta ótima matéria do BuzzFeed sobre o tema (em inglês), Diane Cho, 26, diz que “um grande motivo que me fez querer mudar de carreira foi meu braço estava literalmente se destroçando. Meu corpo estava doendo.”

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Isto é uma Nota

15/10/16, 14h03
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15/10/16, 14h03 1 min Comente

Muitos sites chegam à conclusão de que é preciso um formato adequado para dar vazão a posts curtos. The Atlantic (Notes), Fast Company (News), Vox (Notebooks, já abandonado) e até publicações bem mais novas como a Real Life (Dispatches) sentiram, em algum ponto, a necessidade disso.

Eu também. Não é de hoje que tento encaixar no Manual do Usuário um formato menos rígido e mais prolífico que os três ou quatro Grandes Posts Semanais. Todas as tentativas até agora fracassaram, mas não foram inúteis. Os erros do passado me ajudaram a formular esta nova.

As Notas são posts que levam não mais do que dois minutos para serem lidos, publicados integralmente na capa do site e, sempre que possível, fazendo referência a leituras externas que ecoaram em mim e que, acredito, você também gostará de ler. Eles não têm comentários, porque não é o intuito. Por ora, exibirão anúncios no final ─ encare como um teste. Ainda não sei qual será o volume, mas não deve ser muita coisa, não.

Espero que você goste!

Foto do topo: Thomas Huang/Flickr.

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Clientes da GVT dizem que operadora está bloqueando site de vídeos pornográficos

17/10/15, 8h53
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17/10/15, 8h53 3 min 92 comentários

Pelo Twitter, a quantidade de gente reclamando de que a operadora GVT está “filtrando” conteúdo de um popular site de vídeos pornográficos chamou a minha atenção ontem. Como assinante, resolvi fazer o teste e, hey, não é que, no mínimo, a referida mensagem aparece? Continuar lendo Clientes da GVT dizem que operadora está bloqueando site de vídeos pornográficos

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