O Redmi 2 tem tamanho e peso ideais.

Xiaomi enfrenta dificuldades no Brasil e cogita sair do país

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6/5/16, 8h44 11 min 146 comentários

Por Emily Canto Nunes e Rodrigo Ghedin.

Após muitos meses de rumores e um vazamento de preço precoce, a Xiaomi chegou ao Brasil no dia 30 de junho de 2015 em um evento barulhento — para o bem e para o mal. Para o bem porque lotou de gente, os chamados Mi Fãs, tanto que foi preciso fazer uma segunda sessão do lançamento. Todo esse assédio serviu para alimentar a estratégia dos chineses de pouco investimento em marketing com o máximo retorno possível. Para o mal porque, fora o chá de cadeira que convidados menos entusiasmados como a imprensa tomaram, o lançamento bem sucedido aumentou as já grandes expectativas que todos tinham sobre o desempenho da Xiaomi, ou Mi, no mercado brasileiro.

Já naquele dia começaram a surgiu alguns pontos de interrogação. A Xiaomi, apesar do relacionamento próximo dos clientes, mantém algumas informações em sigilo ou naquela área cinzenta da incerteza. Coisas quase desimportantes como o fato de ter pago a ida de alguns Mi Fãs ao evento, detalhes da parceria com a B2W, conglomerado do varejo que opera as vendas online da fabricante, e as idas e vindas com as agências de comunicação contratadas quase às escondidas e dispensadas por motivos tolos — no evento de lançamento Hugo Barra, o brasileiro que é vice-presidente de expansão da Xiaomi, assumiu a contratação de uma agência, mas como a Xiaomi gosta de dizer que tudo é feito em casa e que não investem em mídia, ele logo desconversou. Compreendidas, essas coisas ajudam a formular uma visão macro da operação e acentuam a dissonância entre o modo de trabalho da Xiaomi e a praxe de mercado brasileira.

Com o Redmi 2 sendo lançado a um preço competitivo, de R$ 499, e vendido no modelo de flash sales via web, consagrado na China e em outros mercados asiáticos, a Xiaomi esperava replicar aqui o sucesso alcançado em sua terra-natal. Menos de um ano depois, a Xiaomi já cogita abandonar o nosso país.

O Manual do Usuário obteve com exclusividade a informação de que a Xiaomi deve sair ainda este ano do Brasil. Uma das duas fontes próximas à empresa que falaram sob a condição de permanecerem anônimas disse que a fabricante chinesa considera seriamente sair do Brasil nos próximos meses — cerca de um ano depois de estrear por aqui.

A difícil adaptação ao Brasil

O modelo original da operação da Xiaomi, de vender hardware a preço quase que de custo e lucrar com serviços, teve sobressaltos graves em decorrência da instabilidade econômica e do fim da Lei do Bem, em dezembro do ano passado, que exonerava smartphones e outras categorias relacionadas de alguns tributos.

Além disso, a venda direta via Internet ainda é vista com desconfiança pelo brasileiro e sem dúvida prejudica o desempenho da Xiaomi aqui — outra fonte nos informou que, em média, a empresa tem vendido 10 mil smartphones por mês, o que é um número bem baixo. Para colocá-lo em perspectiva, o IDC diz que em 2015 foram vendidos 47 milhões de smartphones no Brasil, ou 3,9 milhões por mês em média.

Atualização (16h10): No dia 3 de maio o colunista Ralphe Manzoni Jr., da Isto É Dinheiro, divulgou números de vendas da Xiaomi que corroboram as informações apuradas pelo Manual do Usuário:

O blog BASTIDORES DAS EMPRESAS apurou a Xiaomi vendeu quase 40 mil smarthones em 2015, número que a deixa bem atrás dos principais rivais locais. No primeiro trimestre de 2016, estima-se que nem 10 mil celulares inteligentes foram vendidos pela fabricante chinesa.

Logo nos primeiros meses a Xiaomi fez ajustes na sua estratégia de vendas. No início, havia horário marcado para as vendas, dentro dos quais o botão de compra era liberado. Vários clientes reclamaram que esse botão não funcionava. A página da fabricante no Facebook foi tomada por consumidores irritados reclamando que não conseguiam concluir as compras. Outro problema era a inexistência da opção de compra por boleto, uma das preferidas dos brasileiros.

Em paralelo a esses ajustes, eventualmente implementados, em setembro a Xiaomi se rendeu e fechou uma parceria com a maior operadora do país, a Vivo, para vender seu Redmi 2. A essa altura a versão com 2 GB de memória RAM (conhecida por Redmi 2 Pro), mais capaz que o modelo original, já era vendida no Brasil. A flexibilização do modelo original não parou aí. Hoje, qualquer uma das versões do Redmi 2 é encontrada em lojas comuns do varejo online, como Submarino, Walmart e Webfones. Segundo uma das fontes, graças ao desempenho ruim em vendas diretas e através da Vivo, esses novos pontos de venda foram acionados e receberam sinal verde para investir em mídia, coisa que é muito estranha à Xiaomi.

Os percalços da Xiaomi

Segundo as fontes que falaram ao Manual do Usuário, a fábrica da Foxconn em Jundiaí-SP, responsável por fabricar o Redmi 2 Pro, cessou a produção há meses. A mesma planta produz também smartphones de outras fabricantes conhecidas e só tem trabalhado neles desde então. Os estoques estão lotados e, embora exista a saída da importação, ela não faz sentido para produtos que se pretendam ser de massa e que têm margens de lucro curtas, como é o caso de smartphones de entrada, pelos tributos extras incidentes — não é à toa que a maioria dos smartphones vendidos no país seja fabricada aqui.

Nesse cenário, alguns funcionários ligados à Xiaomi têm comparecido esporadicamente ao trabalho, enquanto outros já procuram por recolocação no mercado.

Nossas fontes também apontaram outras dificuldades. Entre elas, a Anatel. Esse outro entrave, que também diz respeito à Receita Federal, tem a ver com a Mi Power Bank, a bateria externa que faz alguns meses deixou de ser vendida no Brasil. Segundo nossas fontes, a Xiaomi estava classificando a bateria incorretamente no processo de importação e, numa dessas, a Receita barrou um carregamento do produto e aplicou uma multa pesada à empresa.

Os processos na Receita Federal são sigilosos, com a consulta pública restrita a uns poucos dados. Em dezembro de 2015 a Xiaomi protocolou um processo cujo assunto é “DCOMP – ELETRONICO – PAGAMENTO A MAIOR OU INDEVIDO” que pode ser, entre outras possibilidades, um pedido de revisão do valor de multas. Embora as datas coincidam e o assunto bata com o que seria de um pedido do tipo, o Manual do Usuário não conseguiu confirmar a relação entre a informação das fontes a respeito do bloqueio e multa relacionadas à Mi Power Bank e esse processo, de número 10880.962264/2015-39.

Extrato de processo da Xiaomi na Receita Federal.

Nesse meio tempo a Anatel passou a exigir a homologação de baterias externas. Embora não emitam rádio frequência, critério usado para que seja exigida a homologação pela agência, elas trabalham com smartphones e por terem o potencial de afetar as emissões deles, devem ser homologadas. A regra também vale, por exemplo, para fones de ouvido e as baterias internas dos smartphones.

A Mi Power Bank não se saiu bem nos testes preliminares da Anatel, tendo apresentado vazamentos e explosões. Com isso, uma espécie de licença preliminar que a agência libera após esses primeiros testes, que garante a comercialização do produto em paralelo aos testes mais intensos que podem levar até seis meses, teria sido suspensa, o que atualmente impede a Xiaomi de vender a bateria externa no Brasil. O SGCH atesta isso:

Produtos da Xiaomi homologados na Anatel.
Clique para ampliar.

Atualização (15h50): Em uma nota de esclarecimento à imprensa enviada pela atual assessoria de imprensa da Xiaomi, o Grupo Casa, a outros veículos de comunicação (o Manual do Usuário não a recebeu), a empresa disse que nunca foi constatado problema com a Mi Power Bank:

É absolutamente improcedente a alegação de que o carregador portátil Mi Power Bank tenha apresentado problemas, quer seja na Anatel, quer seja na Receita Federal. O produto jamais apresentou qualquer falha em testes como as levianamente alegadas e tampouco a Xiaomi foi multada por quaisquer irregularidades. O site Manual do Usuário não conseguiu confirmar a informação destas fontes porque elas não procedem. Nos causa estranheza que ainda assim tenham decidido por divulgar essa informação incorreta, não verificada e que pode trazer preocupações infundadas aos consumidores, como confirmado pelo IBRACE (Instituto Brasileiro de Certificação, Organismo de Certificação Designado pela ANATEL):

“O OCD IBRACE notifica que a informação da matéria ‘Xiaomi enfrenta dificuldades no Brasil e cogita sair do país’ não procede quanto à realização dos ensaios e as condições de Homologação da Mi Power Bank ou modelo NDY-02-AD.

Acessórios de Celular do tipo Bateria Auxiliar ou Baterias de Lítio são submetidas aos testes da Resolução 481, as quais permitem o uso de Certificados provisórios de quatro meses, não tendo nenhuma relação com as condições de teste. 

Os testes deste processo não tiveram nenhum vazamento ou quaisquer intercorrências conforme podem verificar nos Certificados e Relatórios em anexo.”

Viviane Aparecida Arnoni Martins- IBRACE.

A imagem do site da Anatel utilizada na matéria mostra o status atual da licença como suspenso. A Xiaomi não renovou a licença, pois o modelo inicialmente importado do Mi Power Bank se esgotou e, uma vez que já foi descontinuado do portfolio mundial, não será mais vendido no Brasil.

De acordo com as fontes, mesmo a chegada da Xiaomi ao Brasil foi conturbada. Houve uma queda de braço com a B2W, que incentivou bastante a vinda da chinesa para cá, sobre quem faria o marketing. A Xiaomi resistiu por acreditar no seu modelo de pouco gasto com mídia, muita força no boca-a-boca, mas acabou cedendo. As vendas, porém, como dito acima foram mais fracas que o esperado e motivaram mudanças bruscas no modelo de negócios para adaptá-lo à realidade brasileira.

No início deste ano, ainda segundo nossas fontes, a Xiaomi criou um pequeno caos no mercado ao parar de comprar memória. Com poucos fornecedores desse tipo de componente no Brasil, houve um período em que as empresas do setor imaginaram terem sido trocadas por concorrentes ante o silêncio repentino dos chineses. O que aconteceu, no entanto, foi que a Xiaomi simplesmente deixou de fazer pedidos. Em fábricas como a Foxconn é mandatória a entrega, com três meses de antecedência, de uma espécie de planejamento de como será a linha de montagem. Ou seja, além de não estar mais fabricando produtos aqui, a falta desse planejamento indica que a Xiaomi tampouco tem perspectivas de retomar a produção local no futuro próximo.

Assim, o destino da Xiaomi no Brasil está sendo decidido neste momento. Segundo uma das nossas fontes, o prazo final para a tomada de decisão, de permanecer ou não no país, está bem próximo. Caso ela deixe o Brasil, queimará os estoques, que, apesar da produção parada, estão lotados, e ficará na lembrança dos que esperavam um player mais forte e arrojado, como ela é na China. Mas mesmo lá a vida não está fácil, o que talvez tenha alguma relação com os eventos que se desenrolam em solo brasileiro: o último relatório de vendas da IDC deixou a Xiaomi de fora do ranking das cinco maiores fabricantes de smartphones do mundo, posto que ocupava até ano passado. Em seu lugar, duas rivais domésticas: Oppo e Vivo.

O que diz a Xiaomi

O Manual do Usuário entrou em contato com a assessoria da fabricante no Brasil. Sobre os estoques lotados, a parada na produção local e a situação das baterias Mi Power Bank, a Xiaomi disse que:

“Tomamos as decisões a respeito de nossos produtos disponíveis no Brasil de acordo com cada um dos modelos e itens do portfólio — até porque, como você tem acompanhado, os incentivos fiscais oferecidos no Brasil para a produção local ainda estão em discussão, sem uma decisão final concreta. Ou seja, não necessariamente o próximo produto do nosso portfolio será montado no Brasil. A família Redmi 2 é montada no Brasil, mas o Mi Power Bank, por exemplo, foi integralmente importado.”

Sobre a saída do Brasil:

“A informação não procede. Estamos inclusive expandindo os canais através dos quais vendemos nossos produtos, vide as parcerias com Walmart, CNOVA, Webfones, etc.”

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  • Jonas S. Marques

    A Xiaomi pecou muito em vir para o mercado brasileiro apenas com um smartphone de entrada, sem trazer qualquer intermediário.
    Isto por que o público que acompanhava a empresa, que esperou por sua chegada e que era o principal fomentador da tal vinda ao Brasil é o público que acompanha tecnologia, que sabe quem é a Xiaomi e que quer um smartphone melhor do que simplesmente algo de entrada.
    Tivesse ela trazido um intermediário e um highend teria ido muito melhor em vendas, especialmente pela competitividade de preços nos highend. É só lembrar da Huawei com seu AscendP7 que, até onde sei, vendeu satisfatoriamente, apesar de ser uma marca desconhecida, ter investido quase nada em marketing e se quer ter alardeado seu aparelho.
    Tomara que eles fiquem e que se expandam para além do mercado de entrada. Por que se não vier algum smartphone além de entrada para cá aí sim pode bater o prego no caixão da empresa em terras guaranis.

    • Saulo Benigno

      A Huawaei vendeu satisfatoriamente aqui? Onde? Eu nunca vi em loja esse aparelho, nem conheço. Por aqui só vejo as marcas básicas…

      • Jonas S. Marques

        Já vi bastante gente usando, não é nada difícil achar no OLX e em qualquer loja os estoques acabaram. Dizem (Não sei) que foram 90000 aparelhos, mais do que a Xiaomi vendeu, por exemplo.

        • Lucas Ribeiro

          Rapaz, a reportagem diz que são vendidos 10 mil por mês. 1 ano x 10 mil por mês já dá mais que esses 90k.

          • Jonas S. Marques

            Só que a Xioami não está no Brasil a um ano :/

          • Luiz Felipe

            São quase 1 ano já, excelente matéria pegaram todos os pontos até a homologação do Redmi Note 4G eu acho bem possível ela sair do pais, ela pode sim mudar de estratégia é trazer um intermediário + um top até o final do ano assim iria levantar o nome da marca, eu tenho um Xperia Z3 me interessaria em um top da xiaomi só que não vou sair de um bom smart para se arriscar em um celular de entrada/intermédiario, é no final desse ano vou mudar de smart é espero que a Xiaomi tenha trazido um MI4 ou um MI5.

          • Pedro ALves

            A matéria já foi desmentida em vários pontos pela prórpia Xiaomi em divulgação hoje.

      • evefavretto

        A Huawei faz milhões aqui e não precisa vender um celular sequer. Eles são fornecedores de equipamentos de rede pra todas as 4 operadoras.
        Aliás, a estratégia deles pra celulares aqui é estranha, tem hora que resolvem vender, tem hora que largam de mão…
        A única coisa que mais ou menos nunca deixaram de vender pro setor de consumidor, através das operadoras, é modem.

      • Vagner Alexandre Abreu

        AO menos em modens celulares, a Huawei é uma das principais vendedoras. ;)

  • É amigos, como dizem por aí, o Brasil não é para principiantes.
    Sinto muito que a estratégia da Xiaomi não tenha funcionado no país, pois ela poderia realmente ter mexido com o mercado saturado de Moto Gs e Samsungs superfaturados.
    Mas realmente faltou uma pesquisa de mercado e maior conhecimento do hábito de consumo dos brasileiros, que (espantem-se!) ainda costumam ir nas lojas de varejos olhar celulares e comprar diretamente de lá. Se seu aparelho não é tangível, não aparece nas vitrines e nem nas propagandas, ele jamais chegará a o conhecimento do público.
    Realmente é uma lástima. Tenho a Powerbank e considero um ótimo produto,; gostaria de ver mais coisas com a mesma qualidade.

    • Minha namorada recusou-se de comprar um Redmi 2 Pro por não ter como dar uma olhada nele pessoalmente, comprou um Moto G3, ai viu um Redmi de uma amiga nossa, e veio comentar comigo depois que era legal e tal… É isso ainda acontece mesmo.

      • Alvaro

        Em algumas lojas da Vivo aqui no Rio Grande do Sul, eles tem o Redmi 2 na loja… mas o vendedor faz marketing contra… o cara disse que era uma marca desconhecida e o aparelho não era tão bom… loja do Shopping Canoas…

        • Deve ser representante de outra marca. Já vi muito disso… Quando eu era fã da Nokia, e quando ela existia, eu sofria pra comprar meus Symbians. A galera da Çamsung ficava enxendo o saco, dizendo que as bombas deles eram melhores, tsc, tsc

          • Victor Serrão

            Cara… Você me lembrou de uma coisa que aconteceu comigo, dentro de uma loja da Vivo. Fui para comprar um BlackBerry Curve, mas estava em falta e então me interessei pelo Samsung Omnia Pro, que rodava WM6. Tinha uma promotora da Samsung lá, que ficou mais de hora tentando me convencer a deixar o Omnia Pro e levar a bomba do Wave, que rodava Bada… Cara… E o Bada era ótimo, era melhor que Windows (ok, devia ser mesmo), era melhor que Symbian, que era foda, era fantástico e tal. E olha que eu já estava levando Samsung…

          • Conheço algumas pessoas que trabalharam nesse meio, e sempre ouvia as histórias, de promotores ganharem prêmios e “agrados” pra convencer a galera a comprar aparelhos de marca X, Y. Por isso uma marca acolá dominou nosso mercado… Pura pressão no varejo somada à clientes desinformados.

        • Andriw

          Hii vendedor de loja adora fazer marketing contra. Um dia desses, um atendente da Tim falou mal de um Lumia 930. Pode isso??? Um Lumia 930!!! Nesse caso o vendedor até estava certo, mas é jogar contra… Kkkk

    • thiagones80

      mas não é exatamente um problema que você queira “pegar” em um equipamento que vai fica na sua mão em praticamente todo o tempo.

      E … não vi NENHUM quiosque da Xiaomi para ao menos oferecer aos clientes a possibilidade de interagir com o produto.

      é algo importante pra mim, não no sentido tradicionalista, mas a pegada do smartphone na mão é importante.

      • Exato. A Quantum, da Positivo, adota uma estratégia de vendas similar à original da Xiaomi, mas tem quiosques em alguns shoppings de capitais e grandes cidades justamente para quebrar esse gelo e permitir que o consumidor conheça o produto antes de comprá-lo pela Internet.

        • Também tem parceria com algumas lojas da Riachuelo. E a pedido dos consumidores alguns quiosques realizam vendas diretas, pra quem não quer esperar uma entrega pelos Correios.

        • Marcos Tony Lehmann

          Olha, a Mi quebrar a cara é até bom. Não estudaram o mercado aqui e acharam que iam “abalar” o coreto. Lançaram um único aparelho, fraco, mega mexido na interface, metido a iPhone (no software), sem possibilidade do comprador pegar no produto antes da compra, sem saber como seria o suporte pos venda, tendo de esperar dia e hora certa para comprar (????), sem opção de boleto… enfim, a lista dos equívocos era tão grande que, simplesmente, nao tinha como dar certo.

          Rodrigo, sobre a Quantum, aposto como, apesar de levar a fama “Positivo” deve vender até mais e, cá pra nós, dar mais satisfação ao cliente do que a chinesa metida a maçã.

    • Rafael Marques

      Pois é, na maioria das vezes, o brasileiro não procura pelas especificações, vai comprando o que gosta na loja. (entre parentes e conhecidos vejo muita gente que compra errado) o que tem a mão disponível ou em estoque.
      todos querem a internet, mas em números somos ínfimos para usa-la de forma racional.

    • Blind
    • Pedro ALves

      A Xiaomi respondeu publicamente dizendo que a publicação neste site era tudo mentira….. Explicou com detalhes todos os fatos.

  • Saulo Benigno

    Que artigo sensacional.

    Finalmente informações do porque os produtos terem sumido das vendas (Mi Power Bank e Mi Band), parabéns Manual do Usuário!

    Esperei muito para comprar os mesmos e nada acabei comprando na DX os modelos mais recentes de ambos e pago 2 vezes o preço devido a impostos.

    • Thalles Ferreira

      Bom, eu importei e não paguei 2 vezes o preço (loteria, eu sei).
      De qualquer forma, mesmo se pagasse ainda seria mais barato que comprar aqui (a Mi Band, pelo menos).

      • Comprei um Mi4C no Mercado Livre, mas tem uma galera EM PESO importando. Com taxa de imposto e tal, sai por R$ 1000. Compensa, cara! Fora que tem outra galera que importa só pra revender. Recomendo que participe dos grupos “Xiaomi Brasil” e “Xiaomi Classificados” no Facebook. Ajudam bastante. :) Compensa importar, foda é a espera.

        • Thalles Ferreira

          Importei a Mi Band 1S, levou 45 dias pra chegar e tô bem satisfeito.
          Triste foi eu ter esperado quase 6 meses pra ela voltar a ser vendida
          aqui até lançarem a Mi Band mais nova e eu me tocar que eles jamais
          iriam dar preferência pro Brasil.

          Se sair essa nova com tela, vou me sentir tentado a importar novamente, até por não ser nada tão caro. Celular eu já não sei se importo por conta de assistência técnica (embora apenas meu Galaxy S5 tenha precisado de assistência técnica de todos meus últimos, sei lá, 10 aparelhos).

        • Roger Costa

          Peguei um Redmi NOte 3 pro. Aguardando chegar. Realmente, a Mi não acreditou no nosso mercado. Mas também no Brasil seria o olho da cara

    • Blind

      aliexpress ou gearbest

      • Saulo Benigno

        Que tem?

        • Blind

          recomendado comprar em vez do dealextreme (eu comprava por lá tbm) mas esses últimos são mais confiáveis e costumam n taxar como pelo DX.

  • Confesso que fiquei cismado com essa história de vazamento e explosões com a PowerBank

    • Diogo Nóbrega

      Também. Por sorte, consegui comprar uma antes do “bloqueio” e nunca deu problema.

      • Papel Alumínio

        Cuidado pra não explodir em você, e tu virar bacon torrado =D

  • Kagarro

    Tentar vender no Brasil sem boleto? que vacilo heim.

    • Kreeztiano

      Mesma cagada da Amazon BR.

    • tuneman

      bem nessas. muitos têm a grana pra pagar a vista, mas nao têm cartão de crédito.

      • Kagarro

        e outros até tem cartão, mas preferem não utilizar em compras online.

  • Mathias Simon

    Baita artigo. Vamos acompanhar agora…

  • Leon Cavalcanti Rocha

    Que depressão. Acabei de comprar o redmi 2, e estava ansioso para ver mais coisas da marca aqui no Brasil.

    • Comprei um Mi4C no Mercado Livre, mas tem uma galera EM PESO importando. Com taxa de imposto e tal, sai por R$ 1000. Compensa, cara! Fora que tem outra galera que importa só pra revender. Recomendo que participe dos grupos “Xiaomi Brasil” e “Xiaomi Classificados” no Facebook. Ajudam bastante. :)

  • Victor Serrão

    Ghedin… DCOMP é uma Declaração de Compensação. Significa apenas que a Xiaomi em algum momento pagou imposto a maior, e agora está pedindo compensação. Só isso.

    • Andre Guilhon

      “que pode ser, entre outras possibilidades, um pedido de revisão do valor de multas. Embora as datas coincidam e o assunto bata com o que seria de um pedido do tipo, o Manual do Usuário não conseguiu confirmar a relação entre a informação das fontes a respeito do bloqueio e multa relacionadas à Mi Power Bank e esse processo, de número 10880.962264/2015-39.”
      Eles deixaram claro que PODE ser! E como você mesmo disse, em algum momento ela pagou a maior, mas pode ter sido uma multa a maior, não?!

      • Victor Serrão

        Não é assim que funciona. Estou dizendo que DCOMP é “declaração de compensação”. Existe pedido de revisão de valor de multas? Sim, existe. Mas não é DCOMP. A DCOMP é um processo administrativo, eletrônico, que as empresas utilizam para informar à RFB que naquela competência específica houve uma compensação. Explico:

        A empresa, digamos, em fevereiro, apurou 100 mil reais de COFINS a pagar. Aí ela vai e paga um DARF no valor de 100 mil reais, com o código 5856, referente a COFINS Não-Cumulativa. Ok, DARF pago no banco, valor informado em DCTF, no EFD PIS/COFINS, um abraço.

        Sò que lá em julho, a empresa descobre que na verdade em fevereiro eles deviam 80 mil, e não 100 mil. Houve um erro no cálculo. O que se faz? Então, a empresa entrega um EFD PIS/COFINS retificador, uma DCTF retificadora para evidenciar que o valor devido era 80 mil mas que foi pago 100 mil. Isso constitui um crédito de 20 mil.

        Aí, no mês seguinte a empresa apurou 110 mil de COFINS. O que vai ser feito? Ela vai pagar um DARF de 90 mil, e vai entregar uma DCOMP informando que abateu os 20 mil de crédito constituído em fevereiro por aquele pagamento a maior.

        Estou simplificando porque aí entra atualização via taxa SELIC e tal, mas DCOMP serve SÓ pra isso. Esse print é de uma DCOMP, e não de qualquer outra coisa. É algo extremamente comum, que não diz absolutamente nada sobre a saúde fiscal ou financeira da empresa.

        • Andre Guilhon

          Hmmm, entendi! Obrigado pela explanação simples e clara! :)

      • Victor Serrão

        Pra ter relação com a multa, já deveria ter sido constituído previamente um crédito referente a multa paga indevidamente. Ou seja: para DCOMP compensar multa paga a maior anteriormente, já deveria haver antes um julgamento favorável à Xiaomi dizendo que aquela multa era indevida e, portanto, passível de compensação futura.

        • As fontes nos disseram que a Xiaomi estava classificando a Mi Power Bank incorretamente, pagando, assim, menos impostos. Quando a Receita descobriu, aplicou multa e, obviamente, cobrou o imposto devido. Poderia ser o caso da Xiaomi ter pago esse imposto maior e, agora, estar pleiteando o abatimento.

          Consultei uma advogada a respeito desse aspecto e ela me disse que a DCOMP poderia, sim, ser usada para questionar multas. Vamos averiguar mais esse ponto.

          • Victor Serrão

            Cara… Advogados raramente sabem o que se passa no chão de fábrica das áreas fiscais. Já escutei muita batatada de advogado que nunca abriu o programa da PER/DCOMP. Não é bem por aí não.

            A DCOMP vai ser usada somente depois que um outro processo administrativo – ou judicial, se for o caso – constituir o crédito. Aí sim, você pode usar a DCOMP, informando que aquele crédito deriva do processo de número tal, que constituiu tantos reais de créditos em favor da empresa.

          • Entendo, mas, parece-me, que o que você disse não anula a possibilidade dessa DCOMP estar relacionada a problemas/divergências entre a Xiaomi e a Receita na importação de um produto. Como dissemos na matéria, é impossível fazer a conexão devido ao sigilo do processo, mas a ligação ainda é possível… certo?

          • Victor Serrão

            Não, o que eu disse é que esse processo aí, que está no print, não tem nada a ver com importação, ou multa. Ele só teria a ver com multa, se a multa fosse a origem do crédito.

            E, para isso, deveria ter acontecido da Xiaomi pagar a multa, e depois conseguir estabelecer num processo administrativo ou judicial que aquela multa anteriormente paga era indevida. Ainda assim, se fosse esse caso, o processo da DCOMP em si não tem nada a ver com qualquer consideração em relação à validade da multa.

            DCOMP é somente um processo onde você informa que naquele mês específico, para aquele tributo específico, você deu o débito por quitado por entender que existe um crédito prévio em seu favor.

          • Victor Serrão

            Ghedin, voltei aqui pra completar a informação. Recursos referentes a multas aplicadas são recepcionados pelo CARF – o mesmo órgão que está sofrendo devassa na operação Zelotes. Realmente, afirmativamente, DCOMP não tem nada a ver com isso. Vai por mim, eu trabalho com isso desde 2006.

      • Victor Serrão

        E digo mais: pela data da DCOMP, 23/12, pule de dez como isso aí não é exatamente compensação de PIS ou COFINS. Ambos vencem dia 25 do mês, ou antes em caso de feriado.

      • Victor Serrão

        Eles podem ter pago uma multa a maior, ou podem ter pago multa indevidamente. Mas aí é uma compensação de valor pago a maior que por acaso foi uma multa. Não tem nada a ver com pedido de revisão de multa. Peço desculpas ao amigo pela demora em responder.

  • Felipe

    Triste ver uma empresa dessas saindo do Brasil. Infelizmente vários fatores estão contribuindo para seu fracasso. Pior para o consumidor de menor poder aquisitivo, que vai ter menos opções.

  • Tiago Celestino

    Tentaram fazer o mesmo que fazem na China sem ao menos ver se realmente seria viável. Erro estratégico, que pode ser corrigido, mas se sair, acho que pouca gente vai se importar.

    • Roger Costa

      O problema é que o modelo de negócio da Xiaomi da certo em países com bilhões de pessoas. O mercado Brasileiro é muito pequeno, pra tanta concorrência e pior, economia instável e sem insenção de impostos.

      • Paulo Pilotti Duarte

        Desculpa, mas isenção de imposto e mercado “pequeno” não tem a ver com o que está ocorrendo com a Xiaomi. O problema, como bem disse o Tiago, é estratégico. Não se entra numa mercado relativamente saturado, com possibilidades infinitas, estável e com players grandes tentando impôr um sistema de venda sem conhecer como o mercado funciona. Faltou conhecimento ou discernimento do pessoal de marketing e de planejamento da Mi para entender como o mercado brasileiro funciona.

        Provavelmente quiseram ser um player de massa sem apelar pra massa. Se tivessem focado no nicho, com essa estratégia, é mais possível que tivessem tudo um resultado melhor.

        • Tiago Celestino

          Ia comentar algo parecido. A Xiaomi errou e tentou continuar no erro, agora vi que não tem como se manter no mercado, está optando pela a maneira “mais prática” que é sair do país.

  • Thalles Ferreira

    Comprei um Redmi2 logo no lançamento e, por sorte, consegui passar pra frente. O aparelho tinha muitas qualidades (melhor 4G que já usei, câmera digna pro preço, ótima tela, boa construção), mas era irritantemente lento, por ter só 1Gb de RAM. Me senti ainda mais triste por logo depois de ter comprado eles lançarem a versão Pro, sendo que eu sempre perguntava na página se vinha algum outro celular em breve pra não acontecer essa desilusão.

    Passado esse tempo todo eu ainda ficava me perguntando se eles lançariam o Mi5 (já achando que jamais lançariam) ou, pelo menos, o Redmi Note 3, ou mesmo o Mi4 por aqui. Já sei que não.

    Bom, pra operar desse jeito, trazendo só produtos defasados, não faz diferença ficar por aqui. Continua compensando importar, caso se importe com a Xiaomi (foi mal pelo trocadilho rs).

    • 1 GB de RAM não é o problema. O problema é o sistema operacional.
      Eu achava que eles, possuindo um sistema aberto que pode ser instalado em vários smartphones de outras fabricante e tal, teria um desempenho legal, o que não parece ser o caso.
      Tenho um Moto G 2014 com 1 GB de RAM e no KitKat era rápido, o Lollipop deixou ele travando.
      Mas depois de instalar a CyanogemMod, que é uma versão do sistema modificada pela Comunidade, tal qual a MIUI da Xiaomi, o aparelho virou outro: raramente trava no dia-a-dia. E como não uso para jogos pesados, ficou perfeito.
      Infelizmente, o sistema padrão das fabricantes para os Androids intermediários sofre com esse problema de cuidado no desempenho e atualizações. :(

      • Thalles Ferreira

        Eu até entendo a crítica ao sistema, mas o sistema deles é bom, cara. De verdade, nenhuma crítica eu tenho a isso. A Miui é bem fluida e tal, o problema era ficar matando alguns processos mesmo. E aí era sim sobre ter só 1Gb de RAM. Nem iOS faria milagre nesse sentido.

        • Maicon Bruisma

          Mas o iphone 5 aqui tá rodando bem o IOS 9 e muito mais fluido que o redmi 2 pro, por exemplo.

          • Com a CyanogemMod o meu ficou muito bom. Falta mesmo é otimizarem o Android.

      • Luiz Felipe

        Problema é sim a ram, a miui não foi feita para rodar em dispositivos com 1GB de RAM.

      • Blind

        O problema era o OS mesmo, Depois que saiu a versão MIUI 7.1 estable ele ficou liso e redondo, tão rápido quando meu redmi 2 PRO.

        O problema era que estavam ainda atualizando e adaptando os smartphones redmi para a playstore e o playservices. Coisa que eles n possuem lá fora e impacta no desempenho.

  • Wellington Albertini

    Uma pena mesmo. Além de eventuais erros de estratégia a empresa também pegou um momento péssimo do nosso país. Esperava que eles conseguissem acirrar a disputa no nosso mercado.

  • Rafael Marques

    eu tenho o celular brasileiro redmi2 pro, mas como não consegui a miband no pais, tive de importar. eu esperei e muito por um produto que não ficou disponível. Acredito que o brasileiro esteja fazendo sua parte. tenho em mim que comprar produtos no pais, de uma forma ou outra, ajuda no desenvolvimento. tanto que meu nokia lumia 820 é daqui. agora, se vai trazer baterias que explodem/pegam fogo. hardware com problemas, só sendo louco de comprar algo para comprometer a saude de si ou de seus entes queridos.
    ainda tem outra, podem dizer que estão ganhando menos, mas os produtos da xiaomi estão com os preços semelhantes aos concorrentes do mercado. (lg, samsung)

  • Amarildo

    Não é estranho o desfecho da Xiamoi no Brasil, com uma estratégia desastrosa de entrar e permanecer no mercado brasileiro durante 1 ano com apenas dois produto de entrada…O que tem de gente que estava aguardando aparelhos tops da marca, ela não faz ideia…Até eu aguardava um modelo com configurações mais decentes, mas ela desastrosamente não ouviu o público. Tchau, querida!

  • Maicon Bruisma

    Excelente artigo. Eu não queria que a Xiaomi saísse do país, porém nesse exato momento pra mim não soma nem diminui, eu esperei o Mi4, o Redmi 3, o Mi5, e nada, ela pratica preços baixos e possui boa qualidade, mas de nada adianta se só oferecer aparelho “fraco” pra nós. Muita gente, muito mais do que os que compraram o Redmi 2, esperavam um aparelho mais poderoso, no mínimo um snap 600 ou 800, um aparelho top mesmo, mas com preço bom, na época que se cogitou dela trabalhar no nosso país era esperado o Mi4, se ela tivesse trazido nos dias de hoje não haveria problema algum, o aparelho teria vindo com preço de Moto X 2014 porém sendo melhor, ia vender bem. E também falta ter mais os produtos em setores físicos, a Quantum só começou a vender bem mais o Go depois de espalha-lo em lojas e quiosques, as pessoas querem testar o produto, ainda mais se for de uma marca que nunca se viu nada, como acontece com a maioria das pessoas.

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  • Não sei até que ponto sua fonte está certa, mas de qualquer forma, parabéns pelo trabalho investigativo e pelas informações exclusivas apuradas.

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  • ande

    Acontece que realmente não considerei vantajoso comprar um Xiaomi, e olha que esperei muito pela chega deles no Brasil. Preferi desembolsar um pouco mais e comprar um smartphone de qualidade melhor.

    Pelas minhas pesquisas, até mesmo entre os quais o Xiaomi concorria, o preço não era tão mais atraente o quanto dizem ser “hardware a preço de custo”. Uma ova.

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  • Glaucia Alves Rossatto

    Espero imensamente que a Xiaomi – Mi Brasil – não vá embora!!! … Comprei o Redmi2 de 1GB Ram, foi bom, com a última atualização, ele ficou fluindo bem melhor, mas havia chegado o meu novo deles, o Redmi Note2 Prime. Não vejo problema nenhum em importar! … Gostei tanto da marca que já não estou mais com o RN2 Prime, pois importei o RN3 Pro. Torcendo muito para que a Xiaomi fique no Brasil, para que assim, muito mais pessoas possam vir a conhecer os excelentes celulares deles. Minha família em peso, está com celular deles; mãe, marido; sobrinha e cunhada, estão com o Redmi2 Pro. Até os vizinhos se contagiaram e 3 deles, compraram o R2 Pro. Xiaomi, excelente custo-benefício !!! … Estou aqui na torcida !!!

  • Blind

    Galera, dêem uma lida na declaração completa que eles (Xiaomi) fizeram e corrigiram referente ao texto acima: http://www.androidpit.com.br/xiaomi-afirma-que-nao-cogita-sair-do-pais

    • Saulo Benigno

      É meio óbvio que qualquer empresa vai negar.

      Já pensou eles chegarem agora, (exemplo) dois meses antes da saída, chegar e confirmar que estão saindo, todo mundo que está querendo/pensando em comprar é que não vai comprar mesmo.

      As ações, tudo vai cair, inclusive os funcionários. Imagina tua empresa dizer que vai fechar em um mês, o que 90% funcionários fariam? Nenhuma empresa confirma isso antes, é errado.

      Mas entendi, isso foi para chamar visitas para o site Android Pit certo?

      • Minatonami

        peço ao moderador que deixe esse comentário em destaque, ou pelo menos parte dele

        • Minatonami

          @ghedin:disqus

          • Atualizamos o post para incluir a declaração da Xiaomi.

      • jairo

        Acredito que fiquem no Brasil por enquanto , mas somente com produtos importados

      • Eu confesso que queria saber porque diabos mandaram a resposta pro Manual… pro Androidpit?

        • Foi para toda a imprensa (menos o Manual do Usuário, o que é estranho mesmo). E estranho também é o AndroidPit dizer ser “exclusivo” algo que todo mundo recebeu…

          • Rafael

            Eu prefiro acreditar no Manual do Usuário! #GhedinPraPresisente

          • Vagner Alexandre Abreu

            Sem hipocrisias, isso provavelmente é ressentimento ou arrogância (da parte deles) por causa da matéria de vocês.

            A pergunta é: a Xiaomi já falou com você alguma vez oficialmente?

          • Já sim. A assessoria sempre manda releases e são bem abertos a questionamentos.

          • Vagner Alexandre Abreu

            Que bom. Acabei vendo depois que eles te retornaram. Perdão.

      • Blind

        Na vdd não, eu acredito bastante nas declarações da Xiaomi, n sou cego e penso como vc mas penso que eles irão continuar sim por aqui. Foi erro de estratégia? foi, então é obrigação e culpa deles mesmos, qualquer lider BOM continuaria seguindo em frente pois sair fora do mercado com menos de 1 ano ainda, seria um tiro no pé. Sair do mercado por mérito próprio de estratégia e tentar retornar no futuro seria um erro enorme!.

  • HAHAHAHAHAHAHA.
    Perguntar uma coisa e escrever outra, criar boatos e espalhar informação sem verificar fontes N-Ã-O é jornalismo ;)

    http://www.androidpit.com.br/xiaomi-afirma-que-nao-cogita-sair-do-pais

    • Amaranto Júnior

      Vc acreditou na história oficial mesmo?
      A Emily tem fontes fortes. Eu prefiro acreditar nela.

    • Nossas fontes foram verificadas e a resposta da empresa, obviamente, não contradiz o que elas disseram. Nós sabemos o que é jornalismo.

  • Pingback: Com uma série de problemas, Xiaomi estaria considerando deixar o Brasil – Blog Músicas.Site()

  • Breno

    Não saindo a Microsoft, já fico tranquilo.

  • Comediante

    Nota oficial da XIaomi sobre o assunto TODAS as informações supracitadas:
    androidpit. com. br /xiaomi-afirma-que-nao-cogita-sair-do-pais

    Acreditem em quem quiserem.

  • Pingback: Ainda este ano, a Xiaomi poderá deixar o Brasil – Windows Club()

  • zumbasan

    Jesus!!!! Ghedin, impressão minha ou estou sentido um certo ar de hostilidade aos opositores da sua matéria???

    … ou será que estou contaminado com a historia de coxinha Vs PTralhas????

  • Pingback: Xiaomi pode desistir do mercado brasileiro ainda em 2016 - Tudo em Tecnologia()

  • Douglas Nepomuceno

    Site mentiroso de quinta categoria!

    • Marcus Fenix

      O tempo dirá que está dizendo a verdade, mas pela atual situação da Xiaomi do Brasil, não estou muito animado! Infelizmente quinta categoria foram os dispositivos que Xiaomi trouxe para o Brasil. Sou um incentivador dela aqui, mas com as maravilhas que ela lança na China!!!

    • jairo

      Calma!!!!

    • Amaranto Júnior

      Calma, cocada. Não cai aqui de paraquedas assim não. Quem acompanha sabe o comprometimento do site.
      Aguarde o desenrolar da história.

  • Pingback: 6 motivos pelos quais a Xiaomi estaria fracassando no Brasil - Peguei do()

  • Mana apaga que dá tempo, tu tá dando close </3

  • Então a informação de que a bateria tinha apresentado problemas nos testes é falsa? Isso não foi confirmado com o OCD IBRACE/ANATEL antes de ser publicado?

  • Matheo

    o estranh oq nesse momento entrei no site da xiaomi brasil e não tem produtos disponiveis somente a capa do redmi 2 por 1 real. inclusive foi por isso que eu procurei e acabei encontrando esse post.

  • Vinicius Machado Queiroz

    Que matéria mal escrita! Além dos erros de escrita ainda tem a falta de conhecimento. DCOMP não tem nada a ver com multa, trata-se de restituição de valor pago em duplicidade ou a maior, simples assim. Blogzinho tendencioso e sensacionalista.

    • Saulo Benigno

      Erros de escrita?

    • Amaranto Júnior

      Leia de novo a matéria. Não tem erro nenhum.

  • Marcelo

    Hahhahha!
    Ué, Android não é a salvação da lavoura?
    Smart com preço baixo, tbm não é?
    Brasil é um país onde os consumidores são conectados e tem um mercado forte?
    kkkkkkkk
    Só bobagem, depois ainda tem coragem de falar da Microsoft e do W10M.
    Brasil é uma piada, é um anão mundial.

    • Saulo Benigno

      Mesmo com a queda da Xiaomi no Brasil. Eu ainda acho que ela vendeu muito mais que a Microsoft em Smartphones

      • Marcelo

        Falei do Brasil.
        Sim vendeu mais e pode continuar vendendo, mas não vai durar.

    • jairo

      E por acaso a sua querida MS lançou algum flagship por aqui nos últimos 6 meses ? Nem Lumias low end tem para vender.

      • Marcelo

        Esse país não vale nem R$ 1,99.

  • Cristiano Santos de Souza

    Fontes e mais fontes e foram desmentidos hoje por esta matéria : http://www.androidpit.com.br/xiaomi-afirma-que-nao-cogita-sair-do-pais

    • “Fontes e mais fontes”, até agora, é só a própria Xiaomi. Obviamente ela tem interesse em refutar a matéria.

      • Rafael

        Agora todos os canais estão trazendo a msm noticia!! Manual do usuário mitou!!!

        • Luciano Lima

          Mitou? Provavelmente tomará algum processo da Xiaomi.

  • Pingback: Xiaomi afirma não estar encerrando suas operações no Brasil – Meu-Smartphone()

  • Pingback: Xiaomi enfrenta dificuldades no Brasil e cogita sair do país - Lojas Mídia()

  • Andriw

    Essa notícia não faz o menor sentido!!! Entre o final de fevereiro e começo de março eu penei para comprar um redmi, pois tanto na mi.com quanto nas lojas do grupo B2W só constava como sem estoque. Sem estoque em março e agora “abarrotado”??? Foram duas semanas penando com um galaxy de entrada até verificar a disponibilidade..
    História mal contada/!!!

  • Parecem que os Mi fãs xiitas apareceram aqui para denegrir o site. Pfff

  • Carlos Alberto Santos

    Éh parece q realmente estão querendo boicotar a Xiaomi no Brasil. Afinal ter por aqui bons smartphones a um preço acessível é algo deplorável para o governo e outras fabricante. Os BR’s não merecem algo bom e barato, a gente tem mais é q pagar caro por coisa ruim! Enchendo a fabricante de burocracia, dificultando a venda e fabricação de produtos em solo nacional parece oq pra vcs? Como pode um produto parar na Anatel sendo q a empresa é líder no mercado chinês, ou vcs acham q por lá tb aconteceu isso? A Xiaomi oferece qualidade nos seus produtos, se não, não estaria no topo do mercado chinês. Realmente a marca pode estar tendo problemas aqui, mas pra mim tem muitos boatos e teorias da conspiração envolvidos nessas notícias.
    Redmi 2 PRO, Redmi 3, Mi 5, Mi Power Bank entre outros são ótimos produtos da marca, a um bom custo benefício e q batem de frente com a concorrência. Com hardware potente oferecido por esses aparelhos, poderiam sim fazer sucesso no Brasil, comparando com os modelos concorrentes e seus preços caros q temos por aqui.
    Acho mais é que faltou repassar o “cafezinho” pra fiscalização liberar os produtos sem dor de cabeça.

  • Eduardo o Guimaraens

    Me desculpe, Ghedin. A Xiaomi desmentiu todos os itens da matéria.

    • Saulo Benigno

      Como assim desculpar?

    • Se eu fosse da empresa também desmentiria tudo até a decisão final

  • Douglas Dreer

    Que Barra hein Hugo !!

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  • Eu só fico rindo dos haters agora que o furo do Manual do Usuário foi confirmado pela própria Xiaomi (que obviamente negou que fosse verdade, antes do anúncio oficial):

    https://tecnoblog.net/196152/xiaomi-brasil-saida/

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  • Bye Bye uma pena pra quem vai perder o emprego lamentavel

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