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símbolo desrespeitado

Após invasão de brasileiros e pichação, Itália estuda superalarme para controlar vândalos no Coliseu

Monumento que é patrimônio histórico da humanidade não conta com serviço de segurança noturna

  • Da Redação
 | Paulo Pinto/Fotos Publicas
Paulo Pinto/Fotos Publicas
 
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Dois episódios ocorridos nesta segunda-feira no Coliseu, em Roma, mostram como a segurança do local é frágil. Segundo notícias de jornais italianos, durante a madrugada, dois brasileiros, de 31 e 33 anos, invadiram o monumento. Os dois, que depois justificaram que estavam bêbados e só queriam fazer uma brincadeira, caíram de uma altura de quatro metros. Um deles quebrou o quadril e foi levado ao hospital.

Os nomes dos brasileiros não foram divulgados, mas eles foram denunciados pela polícia por invasão de propriedade, segundo a agência Ansa.

Ainda na tarde desta segunda-feira (15), foi localizada uma pichação. As palavras “morte” (a qual tem a mesma grafia em português e italiano), e “balto” foram localizadas em um dos pilares do monumento. Tanto a invasão como as pichações ocorreram na área do Anfiteatro Flávio.

Segundo a Agência Ansa, a Superintendência de Bens Culturais de Roma trabalha em um projeto de um alarme “hipertecnológico”, para coibir as invasões. Mas o superintendente do órgão, Francesco Prosperetti, reconheceu ao jornal Repubblica que a dificuldade é reconhecer quando há presença de humanos ou quando se trata apenas de animais passando pelo local.

Segundo Prosperetti, não há serviço de segurança noturno, por falta de pessoal. O ministro de Bens e Atividades Culturais, Dario Franceschini, pediu apoio do Parlamento para aprovar uma lei que aumenta a pena de quem comete crime contra o patrimônio.

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