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preso por “espionagem”

Brasileiro expulso da Venezuela diz que premeditou sua própria prisão

O gaúcho de 31 anos afirmou que a intenção foi chamar atenção às ações da entidade

  • Balneário Camboriú, SC
  • Diego Zerbato, enviado especial
  • Folhapress
Jonathan Diniz |
Jonathan Diniz
 
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Preso na Venezuela sob suspeita de pertencer a uma organização criminosa, o brasileiro Jonatan Moisés Diniz disse nesta quarta-feira (10) que foi premeditada a ideia de ser capturado pelo regime de Nicolás Maduro. 

Em um vídeo divulgado na apresentação da ONG Time to Change the Earth, em Balneário Camboriú (SC), o gaúcho de 31 anos afirmou que a intenção foi chamar atenção às ações da entidade. 

"Não foi um ato de desespero. Enfrentei de cara pessoas poderosas daquele país, relacionadas pelo regime. Fui justamente porque eu queria ir à cadeia, justamente para conseguir a repercussão", disse. "Eu indo para a cadeia aconteceu exatamente o que estava nos meus planos." 

O brasileiro ficou dez dias detido na sede do Sebin (Serviço Bolivariano de Inteligência, polícia política do chavismo) em Caracas sob a acusação de participar de uma organização criminosa. Sem informações sobre seu paradeiro, o Itamaraty chegou a considerá-lo desaparecido. 

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Em texto publicado em uma rede social, Diniz contou que foi detido em 26 de dezembro quando estava com amigos "bebendo cerveja na praia (...) por um homem que falou que trabalhava para a polícia mas estava à paisana e me tirou da praia me ameaçando com uma arma". 

Diniz mora em Los Angeles e chegou à Venezuela no início de dezembro. No mesmo período, pediu doações nas redes sociais para comprar comida e brinquedos para crianças e moradores de rua. 

As contribuições eram pedidas em nome de uma organização chamada Time to Change the Earth (Tempo de Mudar a Terra, em inglês), cuja única referência existente são páginas em redes sociais criadas no final de novembro pelo próprio brasileiro.

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