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Estudante de 15 anos é agredida e vai parar no hospital após realizar ato pró-vida

Purity Thomas rezava e falava com outras mulheres em frente à uma unidade de planejamento familiar quando sofreu a agressão

  • Rob Shimshock
  • The Daily Signal
A estudante estaria carregando um cartaz que dizia: “todos são feitos à imagem de Deus” | Reprodução
A estudante estaria carregando um cartaz que dizia: “todos são feitos à imagem de Deus” Reprodução
 
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Uma agressora não identificada deu um soco no rosto de uma estudante pró-vida de 15 anos no sábado. O fato ocorreu enquanto a estudante e outra manifestante carregavam pacificamente cartazes pró-vida que ofereciam aconselhamento. 

De acordo com a nota de imprensa recebida pela The Daily Caller News Foundation, a suposta agressora socou Purity Thomas, uma estudante de ensino médio que faz parte da organização Students for Life of America em Roanoke, no estado da Virginia. 

Thomas estava rezando e falando com outras mulheres em frente a uma unidade da Planned Parenthood (Planejamento Familiar) quando uma mulher começou a ameaçar agredi-la, de acordo com a Students for Life of America. A mulher teria então roubado um cartaz que dizia “Todos são feitos à imagem de Deus”, momento no qual os estudantes começaram a gravar o incidente. Assista:

A mulher então retornou, tentou roubar outro cartaz e logo após deu o soco no rosto de Thomas. 

“É horrível que uma menor expressando amor por mulheres grávidas seja alvo de violência”, disse Kristan Hawkins, presidente da Students for Life of America, no boletim de imprensa. “Mas esse não foi um incidente isolado. Em todo o país nós temos testemunhado um aumento no número de incidentes de vandalismo e violência contra o discurso pacífico pró-vida.” 

De fato, estudantes da Universidade do Estado da Califórnia em Fresno processaram um professor após ele ter apagado mensagens pró-vida previamente aprovadas pela universidade que haviam sido escritas com giz. Em abril, um estudante na Universidade do Estado do Texas socou e chutou cartazes pró-vida espalhados pelo campus. 

“Até mesmo a American Bar Association (ordem dos advogados dos EUA) está demonizando o discurso pró-vida, tentando impedir que procuradores pró-vida possam assumir postos no tribunal”, disse Hawkins. 

“Nós rezamos para que a agressora do ataque de hoje seja levada à justiça rapidamente. Mas nós também rezamos pela proteção daqueles que doam seu tempo voluntariamente para falar para os inocentes nascituros e suas mães.”

Tradução de Maíra Santos.


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