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Garzón afirma que Assange nunca se negou a depor

Ex-juiz espanhol, advogado do fundador do site WikiLeaks, disse que seu cliente solicitou garantias mínimas para responder às autoridades da Suécia pelos crimes sexuais de que é acusado

 
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O ex-juiz espanhol Baltasar Garzón, advogado do fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, afirmou neste domingo (19) que seu cliente solicitou garantias mínimas para responder às autoridades da Suécia pelos crimes sexuais de que é acusado neste país.

Garzón fez a declaração na porta da embaixada do Equador em Londres, onde Assange está refugiado. O ex-juiz disse que seu cliente quer se apresentar às autoridades suecas para demonstrar a inconsistência das acusações, "mas solicita garantias mínimas mas suficientes, que até agora não foram concedidas".

Garzón disse que tinha encontrado Assange com um espírito muito combativo e que ele agradecia aos equatorianos e ao presidente Rafael Correa pelo asilo oferecido.

O ex-juiz afirmou que não iria explicar a estratégia legal adotada no caso, mas revelou que Assange "pediu para que se inicie a batalha legal para se conseguir um salvo-conduto (para deixar o Reino Unido) e para que os seus direitos fundamentais, da Wikileaks e das pessoas relacionadas sejam respeitados".

Garzón afirmou que Assange não deixaria a embaixada neste domingo e que sob hipótese nenhuma teriam uma "atitude passiva".

"Julian Assange sempre lutou pela verdade e a justiça e defendeu os direitos humanos e continuará fazendo isso, para que os direitos do Wikileaks, os seus próprios e dos que estão sendo investigados sejam respeitados", disse Garzón.

"O asilo foi concedido, o governo do Equador nos deu razão, o que defendemos é que existe uma perseguição", explicou Garzón.

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