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Acidente

Incêndio atinge estação brasileira na Antártida, 2 desaparecidos

Havia 60 pessoas na estação, metade delas pesquisadores de universidades nacionais, que escaparam ilesos

  • Atualizado em às

Um incêndio atingiu a estação brasileira na Antártida na madrugada deste sábado, deixando dois militares desaparecidos e um ferido, informou a Marinha. Quinze militares responsáveis pela manutenção e operação da Estação Antártica Comandante Ferraz atuam no combate ao incêndio, que ainda não foi extinto.

As chamas atingiram a casa de máquinas do local onde ficam os geradores que fornecem energia à estação, informou a Marinha em comunicado. O militar ferido recebeu os primeiros socorros na base da Polônia na Antártida e posteriormente foi levado à base chilena no continente. Ele não corre risco de morrer, de acordo com a Marinha.

"Os 30 pesquisadores, um alpinista que presta apoio às atividades de pesquisa, um representante do Ministério do Meio Ambiente e os 12 funcionários do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, que estavam na Estação no momento do incidente, foram transferidos de helicópteros chilenos para a Base chilena Eduardo Frei", informou a Marinha.

O grupo será posteriormente levado num avião da Força Aérea Argentina para a cidade de Punta Arenas, no Chile, e uma aeronave da Força Aérea Brasileira será destacada para buscá-los no Chile.

Permaneceram na estação somente o chefe e os militares que atuam no combate ao incêndio. Além de apoio argentino, chileno e polonês, a Marinha também enviou um navio-polar ao local.

Separadamente, o jornal O Estado de S. Paulo publicou em sua edição deste sábado que uma chata, embarcação de fundo chato usada para transporte de carga, naufragou em dezembro no litoral da Antártida com um carga de 10 mil litros de óleo combustível.

Segundo o jornal, o produto poluente não vazou e chegam na próxima semana à região embarcações e uma equipe de mergulhadores que tentarão resgatar a chata. A data da tentativa de resgate ainda não foi definida, de acordo com a publicação.

Procurada pela Reuters, a Marinha não comentou imediatamente a reportagem do jornal.

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