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França

Sete vítimas de ataques morreram com tiro na cabeça a queima-roupa

As sete vítimas das matanças de Toulouse e Montauban (sul da França) morreram com um tiro na cabeça a queima-roupa disse nesta terça-feira o procurador da República a cargo da investigação, François Molins.

"Todas as vítimas morreram por causa de um tiro a queima-roupa na altura da cabeça", declarou em uma coletiva de imprensa, informando que "estão trabalhando com todas as possibilidades".Molins acrescentou que o autor dos três ataques dos últimos dias, em que morreram três militares, um rabino, duas crianças de 4 e 5 anos, e uma menina de 7, sabe que está sendo "perseguido" e é "capaz de agir novamente".

É "um indivíduo extremamente determinado, que tem sempre o mesmo modo de agir e cujas ações são premeditadas", afirmou o promotor que dirige esta investigação, classificada como anti-terrorista.

Nós observamos que os três ataques foram realizados em um espaço de poucos dias, mas não há certezas, acrescentou.

O homem, que se locomove de moto, matou um militar no dia 11 de março em Toulouse, outros dois no dia 15 de março em Montauban (55 km ao norte), e um rabino, professor de uma escola judaica de Toulouse, e três crianças, na segunda-feira.

Os três militares mortos eram de origem magrebina.

O procurador de Paris, onde estão centralizadas as investigações em virtude da competência anti-terrorista da procuradoria parisiense, destacou que as três matanças constituem atos premeditados e de "terrorismo no sentido jurídico". Ele lembrou "que no direito francês, a definição de terrorismo não é uma definição política mas sim uma definição jurídica".

"As circunstâncias em que foram cometidas estas três matanças perturbaram gravemente a ordem pública pela intimidação e pelo terror, e os ataques podem ser caracterizados como atos de terrorismo no sentido da definição contida em nosso código penal", explicou.O promotor indicou que os investigadores ouviram centenas de pessoas, mas não houve detenções.

O promotor comentou as declarações feitas de manhã pelo ministro do Interior Claude Guéant, que tinha indicado que, segundo testemunhos, o assassino levava uma pequena câmera quando cometia seus crimes. Não há "certezas" sobre esse ponto, informou.

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