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Sucesso brasileiro

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Sucesso brasileiro

A novela A Escrava Isaura, grande sucesso no Brasil e em cerca de cem outros países, é uma das grandes atrações televisivas do momento na Venezuela. E até isso é politizado no país. A nova versão do drama, com a atriz Bianca Rinaldi, está no ar desde agosto na TVES (Televisora Venezolana Social), um dos “canais bolivarianos”. A primeira versão para a televisão do romance do escritor Bernardo Guimarães (1825-1884), produzida pela Rede Globo e que tem Lucélia Santos no papel principal, conseguiu uma das maiores audiência da história da tevê chinesa. Agora é a vez de os venezuelanos acompanharem a história. Só que com produção da Rede Record.

Celular socialista

Para quem acusa Chávez de desindustrializar o país, o presidente tem muitas respostas. Uma delas é a montadora de celulares Orinoquia, inaugurada neste ano. O governo já havia tentado fabricar aparelhos móveis em 2008, mas fracassou. Agora, os venezuelanos poderão optar por quatro modelos. O mais barato custa 30 bolívares (R$ 13,00). Chávez diz que a meta inicial é atender a demanda interna, mas não descarta exportar os “aparelhos socialistas”.

Pão e circo

A estatal PDVSA, quarta maior petroleira do mundo, não vive apenas da exploração e comercialização de petróleo. A empresa tem braços em várias áreas. Para a área cultural e social foi criada em 2003 a PDVSA La Estancia. Uma das atrações patrocinadas da temporada são as apresentações do Circo da Venezuela. Em Caracas, uma multidão parou para ver os shows durante esta semana no Boulevard Sabana Grande, uma espécie de calçadão no centro da cidade e que está sendo remodelado pelo governo. Só faltou a estatal distribuir lanche para a plateia.

Bagatela

Metrô saturado

Caracas tem uma rede considerável de linhas de metrô. Várias regiões são atendidas e o sistema está em expansão. Há também conexão com os “metrobús”. A passagem é quase de graça: 0,70 bolívares, cerca de R$ 0,25. Domingo, dia das eleições, ninguém pagará pelo transporte. Mas, se o preço é bom, o serviço não é lá essas coisas. Superlotação e alguns atrasos nos horários de pico são rotina. A compensação pode ser o ar-condicionado, numa cidade em que a temperatura dificilmente fica abaixo dos 28°C durante o dia.

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