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Um conclave pela liberdade

 
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A democracia na América Latina, sabemos, está sob ameaça. É por isso que neste sábado, dia 21, no National Press Club, o Conclave de Washington reunirá representantes de diversos países, inclusive do Brasil. Os convidados incluem os ex-presidentes Álvaro Uribe (Colômbia) e André Pastrana (Venezuela); o ex-primeiro-ministro espanhol José Maria Aznar; alguns senadores americanos, como Marco Rubio; além de Olavo de Carvalho, polêmico filósofo que já vem denunciando a existência do Foro de São Paulo e suas intenções socialistas desde a sua fundação em 1990 por Fidel Castro, Lula, Fernando Henrique Cardoso e mais de uma centena de partidos socialistas e comunistas, como os brasileiros PDT, PCdoB, PCB, PPS, PSB, PCO, PPL e organizações radicais, como MST, CUT, Farc (que se retirou estrategicamente há alguns anos) e Via Campesina.

O Conclave tem inclinação decidida para a liberdade; trata-se de um esforço de reunir liberais, conservadores e membros da direita e centro-direita para discutir e eventualmente propor soluções para evitar o avanço vermelho sobre a América Latina.

Apresentarei o federalismo como uma das soluções contra as tendências que assombram os latino-americanos e quaisquer outros povos no mundo que vivem sob governos com forte centralização política e econômica

Parece teoria da conspiração, mas os fatos são por demais evidentes e, se o leitor procurar no próprio site do Foro de São Paulo, vai encontrar as razões da preocupação de cada vez mais cidadãos amantes da liberdade, dos direitos civis, dos direitos de propriedade e dos fundamentos da democracia liberal.

Para consubstanciar tais temores, há fortes evidências de fraude nas eleições da Venezuela e do Brasil, feitas com urnas eletrônicas e software implantado – pelo menos nas eleições de 2014 – pela empresa Smartmatic, com ramificações e atuações em vários países, tendo sido denunciada em vários deles. Sua contratação, feita por R$ 136 milhões segundo diversos colunistas e uma estranha publicação no Diário Oficial da União de 31 de março de 2014, como “vencedora do pregão” sem maiores detalhes, e as três horas de silêncio para encerrar as eleições no Acre soam no mínimo como fraude anunciada. Em Washington também estará presente Gilson da Silva Paula, especialista em programação que elaborou estudos com base nos resultados apurados e publicados pelo próprio TSE no dia das eleições para defender a tese de que houve fraude. Ele irá apresentar tais estudos e conclusões no evento.

Quanto a mim, apresentarei o federalismo como uma das soluções contra as tendências que assombram os latino-americanos e quaisquer outros povos no mundo que vivem sob governos com forte centralização política e econômica. Representando o movimento federalista, será possível expor as ideias que aqui no Brasil já são propostas politicamente por meio de um partido em formação – o Federalista –, quem sabe motivando os demais participantes a estender tais iniciativas em seus respectivos países. Contra a centralização, a descentralização. O poder local, quando conhecido, sempre se torna mais atrativo. Afinal, está perto de onde as pessoas moram.

Thomas Korontai, autor do livro Cara Nova Para o Brasil – Uma Nova Constituição para uma Nova Federação, é fundador e presidente nacional do Partido Federalista.

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