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Flavio Quintela

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A lista do adeus

Como o Senado pode afastar Dilma Rousseff do cargo na próxima semana, esta pode ser a última coluna sob a presidência da petista

  • colunagp@flavioquintela.com
 
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Este colunista espera, do fundo do coração, que esta seja sua última coluna sob a presidência de Dilma Rousseff. Afinal, o plenário do Senado deverá votar pela abertura do inquérito contra a pior presidente deste canto da galáxia amanhã, dia 6 de abril, e a oposição tem todos os votos de que precisa para afastar a presidente por 180 dias (ou, em outras palavras, para sempre).

Enfim, Dilma já vai tarde, tarde demais.

Assim, achei de bom tom elencar um pouco do que esse governo fez de ruim para o Brasil, caso alguém ainda pense que poderá sentir saudades. Com vocês, minha lista do adeus:

• O vocábulo “presidenta” – esta criação esdrúxula finalmente desaparecerá dos documentos oficiais e dos discursos de puxa-sacos semianalfabetos;

• A expressão “mãe do povo” – esperamos que a mãe e o pai do povo (sim, estou falando daquele criminoso que não tem o dedo mindinho) sejam condenados e presos, e que o povo aprenda que é melhor ser órfão do que ser filho do Estado;

• O PAC – em vez de acelerar o crescimento, esse grande programa de loteamento de obras superfaturadas para políticos e empresários corruptos só freou ainda mais a economia brasileira. Finalmente terá seu fim, pois o próximo presidente dificilmente manterá algo que foi vendido como o grande feito da então ministra Dilma;

• Kátia Abreu – maior decepção política dos últimos anos, a senadora lambe-botas da atual presidente será finalmente defenestrada do governo. A oportunista de Tocantins terá bastante tempo para refletir sobre o que é escolher estar do lado errado da história. Sorte dela não precisar de uma bomba atômica na cabeça para isso;

• Mais Médicos – será um grande alívio para os brasileiros de bem quando o governo parar de enviar dinheiro para um ditador sanguinário através deste programa de fachada. O Mais Médicos foi um dos maiores absurdos deste governo, uma imoralidade, uma vergonha para o Brasil;

• O Itamaraty Vermelho – com a saída do PT do governo, ressurge a esperança de que nossa diplomacia volte a priorizar as relações com os países livres e democráticos e pare de desperdiçar recursos e de sujar nossa reputação com o apoio a ditadores pelo mundo afora;

• Nunca antes na história deste país – que bom será nunca mais ter que ouvir a frase “nunca antes na história deste país” e nem comparações ridículas do tipo “mais do que nos últimos 500 anos”;

• MST – embora esta organização criminosa esteja longe de ser extinta, só o fato de não poderem mais entrar e sair do Planalto quando bem entenderem, fazendo o governo de capacho, já é uma evolução. E ainda há a esperança de que o novo governo aperte o cerco e pare de financiar esses vagabundos que invadem terras produtivas e destroem centros de pesquisa de agricultura e pecuária;

• Blogueiros chapa-branca – sem o financiamento do governo petista, centenas de blogueiros chapa-branca deixarão de mamar nas tetas do Estado e finalmente terão de arrumar um emprego digno, um que não inclua defender criminosos e exaltar ditadores (a não ser, é claro, que consigam uma vaguinha na Folha);

• Discursos sem pé nem cabeça – finalmente estaremos livres da vergonha internacional que é ver Dilma Rousseff falando em público. Será um adeus aos cachorros ocultos, às mandiocas exaltadas, aos dentifrícios retornantes e a tantas outras expressões nunca antes utilizadas por um presidente da república na história deste país e deste planeta. Pensando bem, este último ponto fica tanto como positivo como negativo, pois perderemos uma fonte inesgotável de diversão e comédia.

Enfim, Dilma já vai tarde, tarde demais. Ela sai deixando o país na pior recessão da história e protagonizando aquele que é considerado o maior escândalo de corrupção do mundo moderno. De todos os recordes que ela poderia quebrar, escolheu os piores. Dilma Rousseff, não sentiremos saudades de você.

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