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Coluna do leitor

Vagas de emprego 1

Publicado em 24/02/2010
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A situação levantada pela reportagem “Barreiras estão na falta ou no ‘excesso’ de qualificação” (Gazeta, 23/2) ocorre porque, mesmo oferecendo salários baixos e sem perspectiva de carreira, é exigido que o candidato esteja estudando. Se estuda, não querem contratar porque tem menos tempo para o trabalho. O candidato, mesmo tendo a qualificação, precisa morar perto do local do emprego e as empresas não querem pessoas mais qualificadas para esses cargos. Gente querendo trabalhar existe, mas na informalidade se ganha mais que no emprego formal.

João de Freitas

Vagas de emprego 2

A falta de preenchimento de vagas de emprego em Curitiba não é falta de interesse do povo. O que acontece é que o brasileiro está cansado de ser explorado. Um operador de caixa, como citado pela reportagem, ganha em média R$ 600, com carga horária de 44 horas semanais.

Mário Guido, farmacêutico

Vagas de emprego 3

Acredito que sobram vagas de emprego porque há exigência de idade mínima, ou máxima. Na idade mínima, falta experiência. É preciso que sejam oferecidos cursos de capacitação, ou adaptação, para determinadas vagas por parte do empregador, que dificilmente vai encontrar o candidato com o perfil desejado e já pronto. Na outra ponta, os mais idosos, porém produtivos, são descartados, pois seu perfil está fora do exigido pela empresa. Os salários oferecidos são baixos, porém há excesso de exigência.

Miguel Kalil Filho

Carreira de professor

As carreiras de professor e policial poderiam ser mais valorizadas neste país. Percebe-se, por exemplo, que o poder público destina os melhores salários aos operadores do Direito e aos fiscais da área tributária. A educação fica ao lado da segurança, como carreiras de segunda classe. O resultado desse desequilíbrio já possui um diagnóstico: a escalada da violência é fruto de uma educação com baixo impacto sobre a formação dos jovens. A polícia e os professores fazem o seu papel, mas não estão preparados financeiramente e psicologicamente para essa escalada progressiva da violência.

Paulo Abrahão

Acidentes com motos 1

Sobre a matéria “Cerco à imprudência sobre 2 rodas” (Gazeta, 23/2), tenho a dizer que para reduzir os acidentes com motos é preciso melhorar a formação do motociclista além de verificar atos que realmente colocam em risco a segurança. Vemos jovens de 18 anos, recém-habilitados, pilotando motocicletas velozes, mas sem saber usar os freios adequadamente.

Osnir Mayer Junior, advogado

Acidentes com motos 2

Para diminuir os acidentes com motocicletas seria necessário que as vias fossem ótimas. Mas em Curitiba sobram obstáculos com ondulações, remendos precários, excesso de lombadas e falta de sinalização horizontal, fazendo o piloto olhar mais o asfalto que o trânsito.

Marciano Juliano Rubel

Acidentes com motos 3

É preciso intensificar a fiscalização do uso das motocicletas, pois certamente muitos andam por aí sem sequer possuírem carteira de habilitação. E entre os que a possuem, parece que esqueceram o que aprenderam no curso de formação e não usam a direção defensiva.

Nilton Domingues Militão

Greve de policiais

Criada para ser um órgão de segurança e proteção ao cidadão curitibano, hoje a Guarda Municipal está realizando uma greve agressiva, violenta, além de ilegal. Valeria mais fortalecer a Polícia Militar e extinguir a Guarda Municipal.

Jorge Derviche Filho

Combate ao tráfico

Para combater o tráfico de drogas em Curitiba, devemos denunciar mais. Porém, nossas autoridades deveriam atuar com maior rigor, deixar a inércia e agir. Pobre população que tem todas as segundas-feiras com notícias de fins de semana violentos. A situação de Curitiba está insuportável.

Gilson de Almeida

Reforma nos terminais

Referente à matéria “A gota d’água nos terminais” (Gazeta, 22/2), tudo que envolve obras públicas parece não funcionar. São mal planejadas e mal executadas. No terminal do Cabral utilizaram uma cobertura de fibra de vidro, branca que, com o tempo, fica suja. A reforma está sendo feita usando o mesmo material. Na inauguração vai ficar lindo, uma semana depois estará suja.

Roberto Cândido de Barros

Salários do TJ 1

A justiça deve ser promovida pelo Poder Judiciário e por isso é triste constatar que o Judiciário é o primeiro a promover injustiças. Para ser justo, o serviço público deve contratar apenas por concurso e livre de interferência política. Os salários devem ser condizentes com a média salarial do país.

Lourdes Regina Volpato

Salários do TJ 2

Temos de trabalhar muito para garantir a sustentabilidade dos salários do funcionalismo público. Enquanto fazemos jornadas para garantir um salário miserável para sustentar a família, alguns servidores garantem um vencimento injusto e vergonhoso. O pior que é que isso ocorre no Brasil inteiro. É desanimador.

Jones Canarines

José Carlos Fernandes

Adorei a crônica do José Carlos Fernandes “A admirável vida alheia” (Gazeta, 19/2). Ando de ônibus todos os dias para voltar do trabalho e ir pra faculdade e me identifiquei muito com o texto. Sou do tipo que prefere um bom livro, apesar de não deixar de ouvir uma conversa alheia. Parabéns.

Ana Paula Avi

Malvinas

Temos uma oportunidade única de questionar o domínio inglês na Ilha das Malvinas, principalmente agora quando a questão envolve a exploração de petróleo. A humanidade precisa de energia. Petróleo é uma energia primária. Nas Malvinas, existem petróleo e gás natural em quantidade significativa. A Inglaterra precisa dessa energia e não medirá esforços para mantê-la sob seu domínio. Porém, a Argentina, um país latino-americano em reconstrução, historicamente alega possuir soberania sobre as Ilhas e também precisa dessa energia para o seu desenvolvimento. No passado a contenda foi resolvida na bala. Agora os tempos são outros.

Antônio Neves de Azevedo

Tezza

Com a crônica “Eis a estante” (Gazeta, 16/2) Cristóvão Tezza nos premia com um texto bem-humorado e consolida o prazer de ler esta coluna. Parabéns ao jornal por ter como colunista um dos escritores mais premiado do Brasil.

Virgínia Kleemann

Fotografias

Brilhante a opinião da psicóloga Silvana Calixto na matéria “Cada foto uma história” (Gazeta, Viver Bem, 21/2). Antes de pensar em agradar os maridos, as mulheres devem refletir sobre o que significa ser fotografada. A foto pode agradar em um momento, mas frustrar no seguinte.

Giovani Fernandes

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