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Editorial 2

Pedágio

 
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A questão do valor das tarifas do pedágio cobrado nas rodovias do Paraná ganha mais um item na série de polêmicas que cerca o sistema desde a sua implantação. Segundo estudo do Tribunal de Contas da União, algumas alterações nos contratos de concessão – particularmente a supressão de obras – não foram proporcionais às perdas de arrecadação alegadas pelas empresas. Como consequência, o TCU determinou que o governo do Paraná efetue, no prazo de um ano, o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos e realize, periodicamente, uma revisão nos termos das concessões. Não é de hoje que se questiona a correção nos valores das tarifas cobradas nas rodovias pedagiadas que cortam o estado. Vale lembrar o mantra monocórdio “ou o pedágio baixa ou acaba”, do ex-governador Roberto Requião, que apenas teve o condão de acirrar ânimos e suprimir qualquer possibilidade de entendimento entre a autoridade pública e as empresas concessionárias. O governo Beto Richa vem buscando conciliar os interesses das partes através do diálogo, que já trouxe alguns resultados, como a suspensão das ações que correm na Justiça. A posição do TCU, ainda que contestada pela entidade que representa as concessionárias, deve ser encarada como mais um elemento a ser colocado na mesa de negociação, quem sabe contribuindo para que um ponto final em toda a celeuma que envolve a questão finalmente ocorra.

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