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Energia

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TOPO

Encontrei recentemente um colega que me contou que trabalha em uma das usinas hidrelétricas do Paraná. Ele me disse, com ar preocupado e fazendo “mea culpa”, que sabe dos danos que estão causando, como submergir 90 quilômetros quadrados de mata nativa, desalojando 400 famílias e só reassentando 200 delas dentre outros danos. Falou também que sabe da importância de se investir em energia solar e sobre o dano do governo federal abrir concorrência para construção de novas usinas, pois a energia do futuro necessita ser sustentável e não hidrelétrica. Ele não sabia que eu tinha escrito o artigo promovendo a energia solar e renovável (Gazeta, 25/3) e, mesmo trabalhando em uma hidrelétrica, disse saber dos riscos e danos. Governo e investidores inteligentes, um alerta: precisamos de energia renovável já.

Estevão Gutierrez Brandão Pontes, advogado, Curitiba – PR

Professores

Uma vergonha o desprestígio com que o governo trata os professores ao atuar para que a Assembleia retirasse da pauta o projeto estabelecendo um piso salarial para os mestres (Gazeta, 9/4). Por que tanta negligência com a educação?

Vera Lúcia Miranda, por e-mail

Trânsito e crianças

Muito importante o alerta feito pela reportagem “Pais são negligentes com a segurança dos filhos no trânsito” (Gazeta, 9/4). Com todos os alertas, é comum ver pessoas carregando crianças pequenas no colo, no banco da frente. Um verdadeiro absurdo. Fiquei especialmente tocada pelo caso da menininha salva pela cadeirinha. Como bem disse o pai, segundo relata a reportagem, o equipamento valeu mais que R$ 1 milhão. A segurança de um filho não tem preço.

Nilda Glosh de Freitas, por e-mail

Vítimas ou heróis?

Por que a mídia nacional anda se empenhando em denegrir um período específico de nossa história – a época da ditadura (não que eu seja favorável ao que tenha acontecido) – justamente neste momento histórico em que vivemos, transformando em vítimas e heróis gente que, de uma forma ou de outra, participou da história, além de termos de nos conformar em lhes conceder polpudas e duvidosas indenizações pecuniárias? Que tal comparar, em reportagens realistas e dignas, a situação dessas “vítimas” com a situação das vítimas de nosso atual sistema penitenciário? Por que não criticar outros períodos de nossa história, muito mais deletérios, como por exemplo aqueles que deram origem a toda essa corrupção política atualmente vigindo no país?

Nereu Augusto Tadeu de Ganter Peplow, advogado, Curitiba – PR

Ônibus escolar

Já faz tempo que passamos no Centro Cívico e olhamos cada vez mais aumentar o número de ônibus escolares parados. Logo vamos ter de ceder espaço na praça, na frente da Assembleia Legislativa, no Tribunal. Enquanto isto as crianças andam vários quilômetros, sob chuva ou sol. A explicação é que a documentação não está pronta, mas se esta documentação depender do Detran, talvez na metade do ano isso seja resolvido. Será que os deputados não poderiam legislar em prol dos menos favorecidos e pressionar o governo para agilizar este processo?

Raul Antonio Gelbecke, admistrador, por e-mail

Madeira nobre

Como é lamentável o descaso, o desperdício e o pouco caso que se dá ao grande problema da proteção ambiental. Que moral tem o governo para falar em meio ambiente se no ano passado foram apreendidos 150 mil metros cúbidos de madeira nobre cortada ilegalmente na Amazonas e sabe-se que só 4% foram doados. O restante está apodrecendo em razão de burocracia, da falta de vontade política e da irracionalidade. Deus ilumine nossos legisladores.

Raul Odraleski, aposentado, Curitiba – PR

Justificativa

“É caro? O que é caro? Não sei o que é caro. Os gastos têm justificativa.” Assim falou o diretor da Secretaria de Orçamento e Finanças do Senado, Edval Ferreira da Silva, ao justificar as despesas médicas da Casa em 2009. Tem toda a razão o diretor do senado quando diz não saber o que é caro. Somente quem recebe salários que seguem a lógica do mercado de trabalho é que pode ter noção de caro e barato. Senadores, funcionários e diretores do senado não precisam ter nenhuma noção disso porque têm remuneração é privilegiada. O dinheiro entra fácil em seus bolsos. Sem querer, o ilustre diretor mostrou à sociedade o que vai pela cabeça dos que recebem salário no Senado: ninguém precisa ter noção do caro nem do barato. É só gastar o dinheiro do contribuinte. Tudo será justificado.

Wilson Gordon Parker, por e-mail

DPVAT

Porque além do DPVAT o IPVA não é direcionado hospitais conveniados ao SUS ? Se os governantes fossem voltados a administrar com ética, nosso país não teria problema com a saúde, muito menos teríamos nossa saúde sucateada como está, com médicos recebendo menos profissionais de nível médio.

Zainara Eliane Pereira, por e-mail

Comparação

Quanto uma empresa que tenha 2.500 funcionários produz para o nosso país, em bens, serviços etc.? É muito, certamente. Alguém consegue explicar o que a Assembleia Legislativa produz para o país?

Valmir Pereira, por e-mail

Cabelos brancos

Na entrevista que o governador do Paraná, Roberto Requião, concedeu ao apresentador Paulo Martins da Televisão Tarobá, em Cascavel, no dia 4 de abril, ele falou de seus cabelos brancos. Quis dizer que os seus cabelos branquearam por sua contínua luta pelos interesses do Paraná. Ora, governador, como leigos sabemos que os cabelos embranquecem por fator genético; pessoas que nada fazem, nada pensam também têm embranquecidos os cabelos. Campo Mourão, o Paraná, o Brasil e o mundo todo necessitam de governantes estadistas!

Fraterno Maria Nunes, Campo Mourão – PR

Trote

A título de trote, calouros da Academia Policial Militar do Guatupê, por iniciativa da Escola de Formação de Oficiais, realizaram trabalho comunitário em uma escola da região e posteriormente fizeram doação de sangue no hemocentro. Que a iniciativa sirva de exemplo para os calouros que ficam esmolando nos semáforos.

Adalberto Batisti, Curitiba – PR

Trem-bala

Gostaria que alguém me explicasse como se pensa em um trem-bala entre Curitiba e São Paulo tirando-se a estação ferroviária do centro da cidade e transformando as suas instalações em terminal intermunicipal, conforme se ouve falar no planejamento de longo prazo? Que eu saiba, todas as estações de trem-bala espalhadas pelo mundo são localizadas nos centros das cidades, justamente para facilitar o deslocamento das pessoas e evitar grandes viagens aos principais aeroportos, normalmente bem longe dos centros. O contorno ferroviário nada mais é que a expulsão da ferrovia da cidade, política aliás bem típica do Brasil. A estação ferroviária deve sim ser preparada para o trem-bala e não servir para transporte intermunicipal.

Márcio Falabello, por e-mail

Educação 1

Sugiro que a Gazeta do Povo procure a Patrulha Escolar ou mesmo algumas escolas e procure fazer uma reportagem sobre o que acontece com alunos que agridem, verbal ou fisicamente, professores, seja na escola pública ou privada. Irão comprovar que não existe punição alguma e que os alunos fazem isso diariamente, inclusive pela internet: ameaçam professores e colegas de turma e nenhuma providência é tomada. A Patrulha Escolar aconselha professores a não prestar queixa.

Everidiana Patrícia Robachen, por e-mail

Educação 2

A reportagem “Geração pais pés de galinha” (Gazeta, 5/4) veio em boa hora: um dia após um ato de vandalismo que ocorreu no centro de Curitiba, com a guerra de travesseiros executada por jovens, o que prejudicou o comércio da região. Com certeza, os adolescentes que fizeram esta “brincadeira” são resultado da educação liberal dos “pais pés de galinha” criticados na matéria.

Luciana do Rocio Mallon, Curitiba – PR

Em razão de espaço ou compreensão, os textos podem ser resumidos ou editados. O jornal se reserva o direito de publicar ou não as colaborações.

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