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Coluna do leitor

Lei Rouanet

 
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TOPO

Na minha opinião, erra o deputado Ângelo Vanhoni em sua análise “Rouanet: um convite ao debate” (Gazeta, 5/4) ao centrar a discussão em aspectos puramente regionais, quando a verdadeira distorção da lei é a não-existência de critérios que distinguam manifestações culturais legítimas de espetáculos e produções de cunho meramente comerciais.

Toshikazu Hassegawa, administrador, por e-mail

Congresso 1

A Câmara Federal culpa a imprensa pela imagem negativa junto à opiniao pública (Gazeta, 9/4). Assim, chegamos à conclusão de que os parlamentares são contra a divulgação dos escândalos que surgem quase que diariamente na Câmara e no Senado. A mania agora é inverter as coisas, colocando o criminoso no lugar da vítima. O mais recente exemplo é o caso do delegado Protógenes, que agora é o criminoso, enquanto Daniel Dantas vira vítima. Nesse momento, a imprensa passa a ser culpada do péssimo julgamento que a sociedade faz dos políticos porque denuncia as negociatas e falcatruas. Tempos atrás, o desejo principal do governo Lula era censurar toda a imprensa brasileira fiscalizando e orientando as suas reportagens. O tempo passou e nunca mais se falou nisto. Agora a liberdade de imprensa começa a sofrer um novo ataque, desta vez o movimento de censura nasceu na Câmara dos Deputados.

Wilson G. Parker, por e-mail

Congresso 2

A coluna de Dora Kramer de 9/4 bem sintetiza a crise “moral” que acomete o nosso Poder Legislativo, a denominada casa das leis. Diariamente surgem novas denúncias e apontamento de irregularidades contra os parlamentares do Congresso Nacional. A mais recente é a conta do telefone celular do senador Tião Viana. Nada mais nada menos do que R$ 14 mil gastos pela filha do senador. Um absurdo! Inimaginável! Aqui, na nossa “querida” Assembleia Legislativa, há proposta de emenda ao pacote de transparência, feita pelo deputado Elton Welter (PT) para permitir a contratação de assessores pela Assembleia que já cumprem jornada de trabalho na iniciativa privada, sem a necessidade de presença física no local de trabalho e dispensa de jornada. Uma perfeita esculhambação. A ser aprovada esta emenda, o nobre deputado que pague do seu próprio bolso o salário de seu assessor “virtual”.

Igor Strasbach, por e-mail

Assembleia 1

Cada vez mais o povo decepciona-se com aqueles em quem depositou confiança, para legislar em favor da coletividade. Desta vez um deputado do Paraná, do Partido dos Trabalhadores (PT), quer criar cargos para “funcionários virtuais”, isto é, para não cumprir horário de trabalho e receber sem trabalhar. Isso, se configura em um autêntico ilícito penal. Na sua essência, configura “usurpação” do cargo, algo passível até de pena de prisão.

Flávio Bovo, advogado, por e-mail

Assembleia 2

O deputado Nelson Justus não deveria se preocupar com a nossa capacidade de entendimento do que representa o índice de 45 funcionários por deputado. O segundo passo para a transparência ao meu ver seria apresentar os serviços prestados à população, enfatizar a qualidade dos projetos apresentados, sua utilidade etc. Também deveria garantir meios de comunicação amplos e democráticos para a divulgação de seus trabalhos, entre eles o Diário Oficial.

Herbert Richert, engenheiro mecânico, por e-mail

Muro 1

Não só sou a favor da colocação de muros nas favelas como também gostaria que o atual governador do Rio se candidatasse a presidente de nosso país e fosse eleito. Ora, se nossos deputados e senadores só fazem leis para proteger marginais talvez este seja um recurso ou pelo menos uma tentativa viável.

José Carlos Novisk, por e-mail

Muro 2

Concordo com o que diz o editorial “Derrubar muros” (Gazeta, 9/4). O muro dará mais poder ao tráfico, além de tirar a favela da vista da classe média. Se vendo a miséria, pouco se faz para resolver o problema, imagino o que vai acontecer quando estiverem cercadas todas as favelas das áreas nobres das grandes cidades. Ainda dá tempo de Sérgio Cabral encontrar uma maneira mais humana de tratar os favelados cariocas.

Zélia Rodrigues Lima, por e-mail

Acidente de trem

O acidente de trem em Pinhais (Gazeta, 9/4) não foi uma fatalidade, mas uma irresponsabilidade dos órgãos competentes. Como diz a reportagem, não há aviso luminoso ou sonoro nos cruzamentos de trem em Pinhais. Atravesso a linha férrea todos os dias para ir trabalhar, no final da Avenida Camilo de Lelis e todos os dias vejo “quase acidentes”, pois nem sempre percebemos o trem vindo. É um absurdo. A via é extremamente movimentada, sem caminhos alternativos e quando o trem passa o trânsito fica caótico.

Leniara P. Camargo, por e-mail

Crise

Em vez de o presidente da República e seus áulicos aconselharem à população lesada e mal-assalariada, no enfrentamento de crises financeiras internas e internacionais, a continuar comprando, consumindo e se endividando para manter as indústrias produzindo, a pretexto de manutenção de empregos ou postos de trabalho, emudecendo reivindicações de aumentos salariais, deveriam, isto sim, a partir do Congresso Nacional, diligenciar pela imediata reformulação constitucional, no sentido de abolir os altos juros e a ganância tributária, até do estratosférico Imposto de Renda, enxugar a máquina pública (excesso de marajás, “servidores” e políticos ausentes), acabar com as diretorias fartamente “assessoradas”, entre outras medidas .

Suzano Stepulski Santos, Curitiba – PR

Fator previdenciário

O fator previdenciário pode reduzir seu benefício em até 47% na aposentadoria. Para que isso não ocorra, há o Projeto de Lei 296/03, do senador Paulo Paim, que extingue o fator. Já foi aprovado no Senado e está na Câmara para ser votado. Na Câmara, o projeto de lei mudou de número, passando para PL 3.299/2008. É muito importante que acompanhem o andamento do mencionado projeto. Se houver uma boa mobilização, o tema poderá entrar na pauta do dia e ser votado. Cabe salientar que o cálculo da concessão do benefício na aposentadoria é para sempre.

José Carlos Pereira Júnior, por e-mail

Universidade

Escrevo para comentar o que dizem recentes reportagens sobre o ensino superior. Sou estudante de universidade pública. Já fui candidato a duas bolsas de iniciação científica nos últimos quatro anos e não obtive êxito, devido a escassez de bolsas: uma para cada 40 alunos. A situação precária continua na sala de aula. Aprendo mais passando meus dias numa mesa de bar do que assistindo aula ou fazendo pesquisa na universidade. Sem contar a falta de incentivos, temos laboratórios totalmente despreparados, sem aparatos básicos de pesquisa. Soma-se ainda as ideologias esquerdistas, o que joga no aluno um balde de água fria quando este, após formado, ingressa no mercado de trabalho e depara-se com uma realidade totalmente diferente daquela pregada na universidade. Sem contar as boas e velhas “provas”: uma madrugada de estudo é mais do que suficiente para garantir uma nota razoável, visto que 24 horas após o teste nenhum de nós precisará novamente do conhecimento adquirido “instantaneamente”.

Ralph T. , por e-mail

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