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Coluna do leitor

Motorista, profissão difícil

 
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TOPO

Na semana passada ocorreu uma colisão com vítimas entre um trem e um ônibus, provavelmente por culpa do motorista. Em 16/4, ocorreu outro acidente envolvendo um caminhão carregado de madeira e um ônibus, com provável culpa do motorista do caminhão, ferindo 21 passageiros. No primeiro caso a empresa está sujeita a processo por danos morais. No segundo, a empresa, mesmo sendo inocente, também está sujeita a processos de danos morais por causa da responsabilidade objetiva. Na maioria das vezes nas colisões com ônibus urbanos a culpa é do outro condutor de automóvel ou moto, porém a empresa acaba sendo punida, com aumento de custos. Esse é o ambiente de trabalho dos motoristas, sob a pressão do trânsito, dos horários, dos passageiros mal-humorados e mal-educados, dos grupos de vândalos, dos baderneiros, dos drogados, dos bêbados, dos torcedores de futebol, etc. Não há como ser componente do sistema e não enxergar tal realidade.

Luiz Eduardo Hunzicker, coronel da PM, por e-mail

Mídia 1

A publicidade para crianças não deve ser proibida no Brasil, pois como bem expôs o diretor de assuntos corporativos da Kraft Foods Brasil, Fábio Acerbi (“Publicidade no limite da ética”, Gazeta, 17/4), o fim da publicidade pode ser um inibidor do desenvolvimento dos produtos para a criança. Porém, a sociedade organizada, à luz da defesa moral da criança e de seus valores, deve fomentar intensamente a autorregulamentação do setor, não apenas no quesito propaganda para crianças mas no uso da imagem infantil pela publicidade como um todo. Vale ressaltar que a defesa de uma imprensa livre, capaz de ser a grande voz contra os assaltos mesquinhos e traiçoeiros de interesses antagônicos ao bem-estar da população brasileira, deve ser igualmente incentivada pela sociedade organizada.

Roberto Loppes, fotógrafo, pesquisador da imagem e diretor de Criatividade do Movimento Nacional de Recuperação da Empresa Brasileira, por e-mail

Mídia 2

Sou contra o direcionamento de mensagem comercial, seja de que espécie for, para o público infantil (Gazeta, 17/4). As crianças não têm preparo para escolher e ficam indefesas diante da mensagem dos espertalhões.

Sérgio Augusto Silveira, por e-mail

Mídia 3

Sou completamente a favor da proibição da propaganda para crianças. Ela visa exclusivamente à venda do produto e não ao bem-estar das crianças. O impacto é tranferido aos pais, que ficam na obrigação de justificar e sucessivamente explicar sobre os malefícios de tais produtos. As crianças não têm a percepção dos danos de certos produtos para a sua saúde física e mental nem dos custos financeiros para os pais.

Divonzir Ferreira, por e-mail

Congresso 1

A “farra das passagens” abordada na manchete da Gazeta do Povo de 17/4, mesmo sendo um pequeníssimo item relativo ao uso indevido do dinheiro público pelo Congresso Nacional, é uma tremenda vergonha. E alguns não têm o menor constrangimento em admitir o fato, como é o caso do deputado Inocêncio Oliveira, que usou sua cota para mandar a esposa e as filhas se divertirem nos Estados Unidos e na Europa. “Cada parlamentar faz o que quiser com sua cota”, disse o deputado por meio de sua assessoria de imprensa. É impossível que não exista no Brasil políticos mais dignos do que estes que estão no Congresso Nacional.

Wilson Gordon Parker, por e-mail

Congresso 2

Como é gratificante ler um artigo de uma pessoa esclarecida e culta como o senador Cristovam Buarque (Gazeta, 17/4), que deixa clara e cristalina uma frase sua, dita em uma entrevista, que causou polêmica por propor um plebiscito sobre a manutenção do funcionamento do Congresso. O mais fantástico é que ele justificou com a mais profunda realidade o motivo de ter dito a frase, o que prova o lamentável desgaste do parlamento. Alegria pela clareza do artigo, tristeza pelo péssimo conceito do Congresso ou dos congressistas.

Raul Odraleski, por e-mail

Código ambiental

Se o produtor rural não consegue sobreviver com 80% do imóvel como afirma o presidente da Faep, Ágide Meneguette, no artigo “A ousadia dos catarinenses” (Gazeta, 17/4), sobre o permissivo Código Ambiental do estado vizinho, também não conseguiria com 100%. Na verdade, o que os ruralistas querem é mais espaço para poder despejar mais agrotóxicos, plantar mais canaviais e soja transgênica e assim acabar de vez os nossos rios, os nossos alimentos e nosso ar.

Eleutério Langowski, por e-mail

José Carlos

Gostaria de parabenizar José Carlos Fernandes pela sua coluna de 17/4, sobre o arcebispo Ferens, realmente uma figura ímpar. Um dos filmes que produzi e dirigi recentemente, chama-se Made in Ucrânia – Os Ucranianos no Paraná. Na ocasião da produção, tive o prazer de conhecer Ferens e desde então mantemos uma boa amizade. Tomei a liberdade e enviar seu artigo para toda a comunidade ucraniana do Paraná e do Brasil.

Guto Pasko, cineasta, por e-mail

Servidor virtual 1

O descaramento de nossos parlamentares é de chorar. Envolvidos na denúncia de fantasmas na Assembléia Legislativa do Paraná, não se deram por achado: ao propor medidas que ofereçam “transparência”, aproveitam para legalizar a situação dos fantasmas, objeto de investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. Ao criar os “assessores virtuais”, os nobres representantes do povo paranaense, em total desrespeito aos seus representados legitimam os fantasmas e ainda tentam dar emprego a quem já se encontra empregado. Sou forçado a reconhecer que os ilustres parlamentares são muito corajosos para cometer essas barbaridades. Eles não temem qualquer reação do povo desrespeitado. Esses homens precisam ter um pouco mais de respeito pela população e pelo dinheiro público.

Antônio Dilson Pereira, advogado, por e-mail

Servidor virtual 2

Recomendo ao deputado Elton Welter que vá a uma dessas escolas públicas, que vivem da improvisação e com professores desrespeitados, e explique para as crianças que muitas vezes têm na merenda escolar sua única refeição, sobre a real necessidade de um servidor virtual/fantasma. Se, olhando nos olhos dessas crianças, ao fim da explicação o deputado não se sentir intimidado, talvez seja o caso de reconhecer que somo tolos por acreditarmos participar de uma democracia. Talvez possamos compreender a anestesia moral que se apossa de uma classe política cada dia mais desfigurada.

Julio Cesar Caldas Alvim de Oliveira, Curitiba – PR

Servidor virtual 3

O tal servidor virtual é uma vergonha, uma verdadeira falta de respeito com o eleitor, com o cidadão, e principalmente com a população paranaense, que paga seus impostos em dia, que luta para sobreviver. A maioria dos deputados estaduais aprovou a “Lei dos Fantasmas”, que autoriza contratação de funcionários virtuais. Até quando vamos ter de conviver com essa falta de vergonha, em que a classe política pode tudo, deixando a conta para o contribuinte? A desculpa que dão, na maioria das vezes, é a seguinte: “o povo me elegeu, posso fazer o que quiser, quem quiser que se candidate e seja eleito”. Com esse pretexto, vão dilapidando o erário público. É uma tremenda falta de respeito.

Mauro Wolff, Lapa – PR

Gastos

Leio sempre com muita tristeza matérias como as da página 4 da edição de 17/4, sob o título “Crise econômica afeta hospitais” e fico me perguntando: será que o dinheiro do contribuinte é para ser despendido, entre outras coisas, em gastos como os citados na manchete “Farra aérea da Câmara inclui volta ao mundo. Parentes a bordo”, estampada na mesma edição?

Roberto Domingues, por e-mail

Motos

Por terem a prerrogativa de transitar entre os carros é que os motociclistas conseguem escapar de ficar preso nos congestionamentos. Se forem impedidos disso, não há por que comprar motos. Grande parte dos motoristas de Curitiba convive em harmonia com os motociclistas e esse convívio não tem trazido prejuízo a nenhuma das partes. Se cada modo de tiver de se comportar como um veículo, o trânsito vai piorar, os prejuízos serão divididos e as desavenças irão se intensificar. Que o bom senso prevaleça sem a lei.

Osni Pedroso Cubas, por e-mail

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