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Corte de 40%

Número de comissionados sobe em maio e Greca fica (mais) distante de promessa

No mês passado, a quantidade de comissionados subiu para 447 e deixou a prefeitura mais longe da meta de 364

  • João Frey
  • Atualizado em às
Rafael Greca entrega casas do Residencial Arapoti no Campo Comprido | Pedro Ribas/SMCS/Divulgação
Rafael Greca entrega casas do Residencial Arapoti no Campo Comprido Pedro Ribas/SMCS/Divulgação
 
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Com 21 novas nomeações no mês de maio, o prefeito Rafael Greca (PMN) está ainda mais distante de cumprir sua promessa de redução de 40% no número de servidores comissionados na prefeitura de Curitiba. Atualmente, considerando os secretários municipais, a cidade tem 447 servidores em cargos de livre nomeação e exoneração. Pela promessa do prefeito deveriam ser 364, já que, por lei, o município dispõe de 606 cargos de confiança para funcionários não concursados.

No mês de maio, de acordo com dados do Portal da Transparência, a prefeitura pagou pouco mais de R$ 4 milhões a esse conjunto de servidores. No mês, a média salarial líquida dos comissionados foi de R$ 7,1 mil.

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A promessa de Greca foi feita em seu discurso na cerimônia de posse realizada no memorial de Curitiba.

“Aos sete partidos que nos apoiaram, somados aos outros que vieram no segundo turno, eu agradeço a compreensão da austeridade que virá: só 12 secretarias e um propósito de reduzir em 40% os cargos em comissão e as funções gratificadas. O remédio será amargo no começo, mas depois dará a Curitiba o bem que a cidade merece”, afirmou.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a prefeitura de Curitiba afirmou que a redução de toda a máquina administrativa será feita ao longo do ano para não prejudicar os serviços públicos prestados à população.

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“A Prefeitura de Curitiba reafirma seu objetivo de reduzir os gastos de custeio da estrutura administrativa municipal como um todo, o que envolve uma série de gastos e contempla um escopo maior do que apenas os custos com comissionados. Esse esforço mais amplo já incluiu, por exemplo, a redução do número de secretarias e órgãos municipais e uma economia de R$ 28 milhões (ao longo de quatro anos) nos contratos de aluguel que já puderam ser renegociados. O trabalho para redução será desenvolvido ao longo do ano, a fim de que os serviços para população não sejam prejudicados”, diz a nota.

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