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Contagem regressiva: em uma semana, Moro estará liberado para sentenciar Lula

Ministério Público Federal já entregou as alegações finais no processo em que pede a condenação do ex-presidente e cumprimento da pena em regime fechado

  • Kelli Kadanus
 | PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP
PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP
 
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Passado o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que absolveu o presidente Michel Temer (PMDB), quem deve voltar ao centro do noticiário político é o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O processo que apura a propriedade do tríplex no Guarujá, em tramitação em Curitiba e que tem como réus Lula e outras seis pessoas, pode chegar ao fim ainda no mês de junho.

As defesas dos réus têm até o dia 20 para entregar ao juiz Sergio Moro suas alegações finais, ou seja, seus últimos argumentos em prol da absolvição de seus clientes. A partir da quarta-feira (21), o juiz já pode proferir uma sentença para o caso. 

Em suas alegações finais, o Ministério Público Federal (MPF) pediu a prisão do ex-presidente e o cumprimento da pena em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O pedido se estende também aos demais réus do processo: o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e os executivos da empreiteira Agenor Franklin de Medeiros, Fabio Yonamine, Paulo Gordilho e Roberto Ferreira, além do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto.

Os réus foram ouvidos ao longo do mês de abril e maio em Curitiba. Lula foi o último a ser interrogado por Moro, no dia 10 de maio. Na ocasião, o ex-presidente negou que seja o dono do tríplex ou que tenha solicitado as reformas feitas pela OAS no imóvel. Moro ouviu quase 70 testemunhas – de acusação e defesa – no processo.

Na ação judicial, o MPF acusa o ex-presidente de receber propina da OAS por contratos com a Petrobras por meio de um tríplex no Condomínio Solaris, no Guarujá – litoral norte de São Paulo.

Na fim de abril, o ex-presidente da OAS disse ao juiz que Lula era o proprietário do apartamento 164-A no Condomínio Solaris e que a reforma foi feita no imóvel a pedido de Lula. Segundo Pinheiro, quando a OAS assumiu as obras do edifício, em 2009, recebeu a orientação para que não comercializasse o tríplex, já que ele pertencia a família do petista.

Além do caso do tríplex, Lula também é réu da Lava Jato na Justiça Federal de Curitiba em um processo que trata da compra de um terreno para a construção da nova sede do Instituto Lula e do aluguel de um apartamento em São Bernardo do Campo (SP). O juiz Sergio Moro também deve decidir em breve se aceita ou não a denúncia oferecida pelo MPF em relação ao sítio de Atibaia, em São Paulo.

Leia mais detalhes sobre o processo envolvendo o tríplex:

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