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Rodrigo Constantino

Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.

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A esquerda democrata e pedófilos: uma ligação de longa data

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Clinton e seu amigo Epstein, com o Lolita Express

Hoje é o republicano George H.W. Bush que está nos holofotes sobre pedofilia, pois a sexta mulher vem a público acusá-lo de assédio, sendo que Rosilyn Corrigan denunciou que Bush, hoje com 93 anos, apalpou suas nádegas durante um evento em 2003, quando ela ainda tinha 16 anos.

A avançada idade de Bush não é razão para protegê-lo, e é simplesmente asqueroso que um ex-presidente abuse dessa forma de uma menina (por acaso a minha filha faz hoje mesmo 16 anos, então o leitor pode imaginar minha revolta).

Mas se pedófilos existem em todas as cores ideológicas, é fato que a esquerda tem uma queda maior pelos tipos. Até porque é a esquerda que vem tentando relativizar a pedofilia, tratar o pedófilo como uma vítima de doença, e já preparando o terreno para defender tratamento em vez de punição severa quando partem para o ato.

Daniel Greenfield, na Frontpage Mag, resgatou alguns dados normalmente escondidos pela grande imprensa sobre a ligação antiga entre democratas e pedófilos. O primeiro da lista, claro, é Bill Clinton, o “predador sexual” que não filtrava seus alvos por idade, e que sempre foi defendido pela esquerda apesar de tudo.

Que a própria esposa Hillary seria a maior defensora do maridão traidor não é surpresa. Não só sua ambição política sempre foi maior do que qualquer sentimento de amor próprio, como ela mesma nunca viu nada demais em defender estupradores de crianças.

Em 1975, no ano em que casou com Bill, Clinton concordou em defender Thomas Alfred Taylor, um sujeito de 41 anos acusado de estuprar uma menina em seu carro. Gravações mostram que a então defensora sabia que o acusado era culpado, o que não a impediu de usar técnicas para reduzir a sentença do estuprador. Um histórico curricular que não ficaria bem com as feministas, se elas fossem coerentes…

Esse não foi o único caso dessa natureza, e áudios mostram Hillary rindo sobre outro estupro, de uma menina de 12 anos que ficou em coma e nunca mais pode ter filhos. Não vimos matérias no NYT escandalizadas com a frieza de Hillary, claro. Assim como o caso recente de Harvey Weinstein, o figurão de Hollywood, a esquerda sempre soube desse passado sombrio, mas optou pelo silêncio.

E não fica só no passado. Bill Clinton era camarada de Jeffrey Epstein, um doador parrudo dos democratas, cujo jatinho ganhou um apelido estranho, Lolita Express, em homenagem ao seu gosto por garotas novas, de preferência na faixa dos 14 anos. Clinton pegou carona no Lolita Express várias vezes. Será que jogaram xadrez a bordo? Uma investigação do FBI encontrou 40 vítimas de Epstein.

Outro que costumava pegar caronas no jatinho era o ator Kevin Spacey, também acusado recentemente de abusar de um colega, quando este era adolescente. O ator, que faz o personagem de Frank Underwood na série “House of Cards”, também é, como seu personagem, um democrata, e sempre foi amigo de Clinton. Um trio e tanto, do qual as meninas e os meninos devem manter uma prudente distância.

A lista não terminou. John Kerry, outro democrata da cúpula do poder, tinha como amigo próximo Peter Yarrow. Músico, ele tocou no casamento de Kerry, além de ser o padrinho da filha do democrata. Como a amizade vale ouro e o império da lei vale nada para a esquerda, Yarrow recebeu um perdão de Jimmy Carter por investidas sexuais numa garota de 14 anos. Na época, disse ele, isso era muito comum. Weinstein não teria dito melhor em sua defesa.

Kerry ignorou isso e trouxe Yarrow para sua campanha, e o levou para viagens internacionais, para concertos em busca da “paz”. Yarrow também tocou para voluntários da campanha de Obama, e tem se dedicado a escrever músicas contra Trump. Uma das músicas tem o sugestivo título: “As crianças estão escutando”. Certamente estão, de preferência bem longe do autor.

Terry Bean, co-fundador da Human Rights Campaign, o lobby mais atuante da causa gay, que tem como doadores Harvey Weinstein (o círculo vai se fechando na patota), foi preso em sua casa por crimes sexuais em 2014. Ele e seu namorado foram acusados de sodomia e abuso sexual. O alvo foi um garoto de 15 anos.

Bean, um empresário da área imobiliária, foi doador das campanhas de Obama, Al Gore e Kerry. Obama se referia a ele como “meu grande amigo e apoiador”. Não é por menos: Bean levantou $1 milhão para o democrata. Existiam acusações mais antigas sobre Bean, mas Obama achou melhor ignorar o passado do amigo rico. Greenfield conclui:

Todos os democratas nomeados para a Casa Branca nos últimos 25 anos tiveram ligações com pedófilos. Alguns eram doadores e outros eram clientes ou amigos. Mas os Clintons, Kerry, Gore e Obama foram todos contaminados por suas associações. E nunca se desculparam ou expressaram uma lágrima de arrependimento. Não para suas vítimas ou para qualquer outra pessoa. E se você os pegar em privado, no momento certo, você pode até ouvi-los rindo sobre isso.

Rodrigo Constantino

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Sobre / 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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