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Rodrigo Constantino
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Muçulmanos no Brasil querem fim do Judaísmo e Cristianismo? Não diga?!

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Por Ricardo Bordin

Mais de 900 mil cristãos foram martirizados nos últimos 10 anos em decorrência de sua fé, mormente no Oriente Médio e na África, afirmou empresa de pesquisa cristã afiliada ao Seminário Teológico Gordon-Conwell, em Massachusetts (EUA); o êxodo judaico dos países árabes e muçulmanos a partir de 1948 foi, em verdade, um processo de expulsão em massa das comunidades judaicas estabelecidas nos países de maioria árabe e islâmica, tendo como pretexto principal o restabelecimento do Estado de Israel; não é razoável, então, alguém quedar-se surpreso com o título desta  notícia veiculada pela Veja e repercutida pelo Antagonista:

Ah, vá! Sério mesmo? Cristão e judeus em choque – só que não.

Despertou a atenção a frase do xeque dando conta de que as pessoas “lidam com o Islamismo de forma natural” em países de maioria muçulmana: quer dizer que cristãos e judeus são bem-vindos por lá? Estranho, porque 16 deles proíbem a entrada de “infiéis” em suas fronteiras. Em número muito maior são os que não permitem a construção de sinagogas e templos de louvor a Cristo em seu território. O natural por aquelas bandas, pois, é justamente a segregação religiosa, a qual não tardaria, por certo, para começar a ser difundida pelos adoradores de Alá em terra brasilis – aproveitando a brecha aberta pelo multiculturalismo, os muxoxos contra uma suposta islamofobia, bem como o apoio da esquerda e o suporte esquizofrênico dos movimentos feministas.

E o que viria a ser a aventada “forma equivocada de lidar” com a religião de Maomé? Parece-me que o equivocado aqui é o próprio entrevistado, pois a lei islâmica, a Sharia, prescreve a missão de que toda a humanidade seja convertida ao Islã  (ou encare os brandidos da cimitarra), para que seja formado um califado mundial – já almejado pelo Império Otomano. O “errado”, portanto, não é o muçulmano extremista, mas sim aquele que aceita conviver harmonicamente com outras crenças.

A este, aliás, caberia tomar precauções para com seus correligionários “cegos pelo credo”, visto que, aos olhos daqueles que seguem ao pé da letra o Corão, não discriminar (na melhor das hipóteses) cristão e judeus implica em desvirtuar os versos sagrados. Melhor entrarem eles em um acordo interno para que se possa definir, então, quem é “radical” e quem não é.

Cedo ou tarde, seguidores fiéis da religião que mais persegue gays e humilha mulheres no planeta acabam, inevitavelmente, por entrar em conflito com os princípios da sociedade do hemisfério ocidental que os recebeu de braços abertos – afinal, foram justamente os valores judaico-cristãos que forjaram a civilização mais livre e agraciada com a melhor qualidade de vida  da história. É absolutamente esperada, pois, esta “radicalização” das comunidades muçulmanas contra costumes tidos por sua religião como blasfêmias, aos quais não lhes é facultado adaptar-se – sob risco de afrontar os desígnios do profeta militar que decapitava em profusão.

Não por acaso, países como a Holanda movem-se para banir a Sharia desde 2011, tendo em conta que “a mesma não tem raízes nos princípios que formam a cultura holandesa; os nossos direitos, a forma como tratamos o próximo, as nossas normas sobre o bem e o mal foram todas moldadas pelo Cristianismo”, conforme prevê um dos projetos de lei apresentados pelo parlamento local. Tal iniciativa vai na mesma direção da postura adotada pelo Japão em relação aos redutos islâmicos, os quais são monitorados permanentemente pelo governo, com apoio total da imprensa e da população, resultando nos escassos atos terroristas em solo japonês.

Ninguém, afinal, quer tomar o posto da Suécia de “capital do estupro”, assolada diariamente por episódios violentos em seus subúrbios desde que resolveu fazer de conta que “a religião da paz e do amor” era só uma forma diferente de rezar – realidade esta denunciada por Trump e desdenhada pela mídia tradicional. Viva a diversidade – muito embora o pessoal de Hijab não pareça ter muita liberdade de escolha.

Rodrigo Jalloul faz a ressalva de que tais extremistas não estariam ligados à grupos terroristas, só que o que ele não compreende (ou não quer dizer) é que esta incompatibilidade entre os normas islâmicas e nosso modo de viver (incluindo a democracia e o Estado secular/laico) é que gera a repulsa, o ódio que irá, eventualmente, insuflar o espírito do homem-bomba – ou homem-caminhão, tanto faz – e condenar à morte pessoas inocentes (até mesmo ateus, outra excrescência para os muçulmanos ). Ou seja, a semente do terror está semeada no Brasil, sim – não que nossa população já não esteja acostumada à violência de padrões sírios, mas submetê-la a mais essa bronca é sacanagem da grossa.

O Império Mouro (muçulmano), que conquistou o norte da África, Oriente Médio e Península Ibérica ( onde hoje se localizam Portugal e Espanha) escravizando europeus,  destruindo igrejas e praticando genocídio de dissidentes religiosos por 741 anos, é uma das muitas versões “retrô” do ISIS. Com o regime de Califado, um homem seria escolhido por Deus para liderar o povo muçulmano na conversão do mundo todo para o islamismo. Eis aí o sentimento de querer “pregar o fim de cristãos e judeus” já batendo à porta em nosso país.

Cabe aqui transcrever as palavras de Olavo de Carvalho ainda em 2007, antecipando este processo de islamização do ocidente que ora atravessamos:

Continua, portanto, válida a análise feita em 1924 por René Guénon (ele próprio um mussulmano) em Orient et Occident, segundo a qual o Ocidente só teria, daquele momento em diante, três caminhos a escolher: a reconquista da tradição cristã; a queda na barbárie e em conflitos étnicos sem fim; e a islamização geral. Os que pretendem defender o Ocidente na base do laicismo ou do ateísmo só concorrem para fortalecer a segunda alternativa, ante a qual a terceira pode surgir, mais dia menos dia, até como alternativa humanitária. A “civilização laica” não é uma promessa de vida: ela é a agonia de uma humanidade declinante que, um minuto antes da morte, terminará pedindo socorro ao Islam.

Como dizem meus amigos cariocas: sinistro, mané. E o pior é que, diferentemente do xeque xiita supracitado, as lideranças islâmicas não costumam negar nada do que foi afirmado neste texto; ao contrário, fazem questão de deixar claro para quem quiser filmar e difundir, sem o menor constrangimento:

Se Deus quiser, vamos escapar dessa e manter o direito de professar as fés que nos conduziram ao atual estágio de desenvolvimento e convivência pacífica. Mas é bom começar a orar (e agir) desde já.

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Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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