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Rodrigo Constantino

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Negros e hispânicos têm mais empregos sob Trump: você não vai ver na CNN!

Mais americanos negros e hispânicos estão conseguindo empregos durante o governo do presidente Donald Trump, mostram os últimos números de emprego, apesar de os críticos do republicano o acusarem de ignorar essas populações minoritárias. A Casa Branca, sem surpresa, está feliz em divulgar os resultados.

O desemprego entre negros caiu de 8% um ano atrás para 7,3% em novembro, de acordo com o Bureau of Labor Statistics. A participação dos negros na força de trabalho subiu ligeiramente, de 61,9% para 62,2%.

O desemprego entre os hispânicos também caiu, de 5,7% para 4,7%. A participação dos hispânicos na força de trabalho se mostrou estável, em 65,7%.

A participação na força de trabalho reflete a percentagem de americanos que estão trabalhando ou procurando trabalho, enquanto a taxa de desemprego é o percentual dos que procuram, mas não encontram trabalho.

A porta-voz do governo, Lindsay Walters, disse que “todos os americanos continuam vendo resultados da agenda econômica corajosa” de Trump. Ela acrescentou, numa mensagem escrita para o The Daily Signal:

Enquanto o desemprego geral em novembro permaneceu em uma baixa histórica de quase 17 anos, a taxa também está em mínimos históricos entre vários grupos, incluindo os hispânicos, onde é o menor em pelo menos 44 anos – e os afro-americanos – onde está no seu menor nível desde 2000.

Nada mal para um presidente “racista”, “preconceituoso” e “xenófobo”, cuja vitória seria sinônimo de um Apocalipse na América. Claro que é cedo para avaliar os efeitos da agenda econômica de Trump. Mas, como dizem os americanos, “so far so good”. E quem mais tem a celebrar, pelo visto, são justamente as tais “minorias”!

Mas há razão para felicidade geral. A taxa de desemprego do país caiu para 4,1%, um mínimo histórico em 17 anos também. O desemprego dos jovens é o mais alto, pois eles costumam ser menos experientes e produtivos, e regras como salário mínimo tendem a afetá-los de forma desproporcional. A taxa caiu, mas ainda está em 25,5% (na “tolerante” França chega ao dobro disso para jovens imigrantes!).

Reduzir impostos e cortar regulação desnecessária torna mais fácil contratar trabalhadores e permitir o sucesso de empreendimentos, diz Daniel Garza, presidente do Libre Initiative, um grupo conservador hispânico. “A comunidade hispânica está começando a ver os benefícios de uma economia em expansão”, acrescentou. E os congressistas em Washington têm a oportunidade de aprovar mais redução de impostos, no plano proposto por Trump, e ajudar ainda mais a economia, concluiu.

A economia está crescendo mais de 3% ao ano, taxa que não era atingida durante a gestão Obama. Os críticos de Trump diziam que não era possível chegar a esse patamar de crescimento. É só porque estavam acostumados à mediocridade do democrata.

Uma vez mais, para não variar, a esquerda fica com a retórica, e a direita entrega os resultados. Quem realmente defende as minorias? Quem fala em seu nome e prega dependência estatal, ou quem permite a criação de empregos para dar recursos e dignidade às suas vidas?

Rodrigo Constantino

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Sobre / 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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