O trabalho semanal realizado pela Rede Solidária de Alimentos (Resal) já beneficiou 80 instituições, desde 2009. Atualmente, são 63. Em três anos, mais de 20 mil pessoas se beneficiam direta e indiretamente do programa que pretende mais do que doar alimentos. Quer discutir a questão da fome e garantir o direito humano e a alimentação adequada. Fazem plenárias que ajudam a alinhar a rede. “A sociedade civil tem que dar sua contrapartida”.
Quando estava nu, me destes de vestir... Quando estava com sede, me destes de beber... é versículo é lembrado por Érika como sendo o resumo do trabalho desenvolvido pela Resal. Atualmente, são 22 jovens atendidos. Á frente da Fazdi, desde 2002, Érika aponta a qualidade da alimentação como o diferencial. Além disso, a mudança de comportamento dos atendidos. Também faz a diferença no tratamento. A comunidade terapêutica atende adultos com idade entre 18 e 59 anos de Curitiba e região metropolitana.
Pastor responsável pela Comunidade Terapêutica Fazendo a Diferença (Fazdi). A história de João poderia ser igual a de outros Joãos que estiveram envolvidos com drogas. Porém, o internamento em 2004 na comunidade que hoje atua diletantemente como voluntário o fez mudar sua perspectiva de vida. Durante o tratamento, em 2004, resolveu a ajudar moradores de rua e crianças durante dois anos. E daí não parou mais. Ganhou uma bolsa de estudos e quando acabou o curso aceitou o convite para dedicar-se em tempo integral.
Presidente da Associação das Abelhinhas Santa Rita de Cássia, no Hauer. A instituição, que existe há 45 anos, atende, atualmente, 153 crianças de 4 meses a 6 anos, com ensino integral. São crianças carentes vindas de bairros do entorno do Hauer, mas também da região metropolitana. Há dois anos, participa da Resal como uma das instituições atendidas pela rede.
É considerada a madrinha no projeto. Faz parte da Secretaria Municipal do Abastecimento e percebe que os ganhos são para todos. “A parceria deu certo”.