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gripe A H1N1

Vacina contra a gripe A das clínicas particulares é diferente da rede pública

Quem tomou a vacina na rede pública pode tomar a da rede particular -- se quiser, não que isso seja necessário ou recomendado pelos órgãos de saúde

Algumas clínicas particulares de Curitiba iniciaram a comercialização da vacina contra a gripe A H1N1 nesta quarta-feira (14). A dose vendida na rede particular é diferente daquela que é disponibilizada aos grupos prioritários nas unidades de saúde. As clínicas comercializam a trivalente, que além de imunizar contra o vírus H1N1, também protege contra os vírus H3N2 e Brisbane.

Apesar disso, quem tomou a vacina na rede pública pode tomar a da rede particular --se quiser, não que isso seja necessário ou recomendado pelos órgãos de saúde.

Entretanto, é preciso dar intervalo entre 30 e 45 dias entre uma vacina e outra, segundo o Alceu Pacheco Junior, médico infectologista e presidente da Sociedade Paranaense de Infectologia. "Quem tomou a vacina na rede pública não precisa tomar a das clínicas particulares. Não há necessidade. Quem quiser, pode", disse o infectologista.

Pacheco Júnior ressaltou que as pessoas que tomarem as duas vacinas em dias separados – sem respeitar o prazo – não correm nenhum risco. O problema é que a segunda vacina pode não ter efeito. O infectologista explicou que se toma uma vacina o organismo produz uma substância chamada interferon, que o defende de vírus, bactérias, entre outros.

E o interferon "circula" no organismo por um determinado tempo, por isso é preciso aguardar um período entre uma vacina e outra. "Não há risco à saúde, mas a segunda dose pode não ter efeito", disse o médico. De acordo com Pacheco Júnior, é por esse motivo que os idosos com doenças crônicas serão vacinados contra a gripe A H1N1 e contra a gripe sazonal na mesma data, pois nesse caso a formação de antígenos aconteceria simultaneamente no organismo.

Já o médico Mauro Scharf, diretor da área médica do laboratório FrischmannAisengart, disse que não é preciso esperar esse prazo. "Não recebemos essa orientação dos nossos infectologistas e também não entendemos que a segunda vacina perderá o efeito", argumentou Scharf.

Confira onde está sendo vendida a vacina:

- Frischmann Aisengart (Telefone: 4004-0103)

Unidades Alto XV, Portão e Batel

Francisco Frischmann, 2597, Portão

Rua XV de Novembro, 3101, Alto da XV

Rua Alferes Ângelo Sampaio, 1299, Batel.

- Paciornik (Telefone: 3015-9898) Rua Lourenço Pinto, 61, Centro

- Medi Line Soros e Vacinas (Telefone: 3323-9292) Rua Brigadeiro Franco, 974, Mercês

- Alergoclin (Telefone: 3224-5295) Rua Dom Alberto Gonçalves, 74, Mercês

- Proteção Vacinas (Telefone: 3342-8705) Avenida Batel, 1230, Batel

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