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Bebê tem olho colado em hospital de Jacarepaguá

Segundo os pais, cirurgiã cometeu erro médico ao utilizar muita cola cirúrgica para tratar de um corte no supercílio

 
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Os pais de um bebê de 1 ano e 7 meses acusam uma cirugiã do Hospital Rio's Dor, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, de ter colado o olho esquerdo da criança. Segundo o servidor público Fabiano Mendonça e a meteorologista Gilmara Furtado, a cirurgiã teria cometido erro médico ao utilizar, excessivamente, cola cirúrgica para tratar de um corte no supercílio do bebê.

O produto, de acordo com o casal, atingiu o globo ocular e provocou o fechamento parcial do supercílio. A médica teria optado por usar a cola para fechar o corte em vez de fazer uma sutura. O bebê se cortou ao bater a cabeça contra uma mesa em casa.

Os pais do bebê afirmam que a médica teria apertado com muita força o bastão de cola cirúrgica. Por causa do problema, o menino teve de ser internado. O casal conta que a cirugiã ligou para o oftalmologista do hospital que, entretanto, não pôde ir à unidade prestar o atendimento. Mendonça e Gilmara prestaram queixa na 32ª DP (Taquara).

"Ele estava dormindo durante o atendimento e ficou muito agitado quando o produto caiu no olho. Ele começou a esfregar, o que piorou a situação. Mas a médica, em momento algum, pediu a ajuda de uma enfermeira e usou apenas uma gaze com soro fisiológico para tentar retirar a cola", disse a mãe.

Procurada, a direção do Hospital Rio's Dor não quis se pronunciar sobre o caso e alegou estar reunida para verificar quais providências serão tomadas. A adminsitração da unidade informou que irá divulgar todas as informações referentes ao atendimento por meio de sua assessoria.

Amputação

Em março de 2011, um bebê de 18 dias teve a perna amputada devido a um erro médico, após sofrer uma queimadura durante uma cirurgia no Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz, no Flamengo. A pequena Camile Vitória Nascimento nasceu com hidroanencefalia grave - ausência dos hemisférios cerebrais, que são substituídos por bolsas cheias de líquido - e precisou ser operada.

Durante o procedimento na cabeça da menina, que durou pouco mais de 20 minutos, segundo a família, uma placa colocada para a utilização do bisturi elétrico teria queimado a perna direita do bebê.

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