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Foto enviada pelo estudante Marco Antonio Leite mostra a cratera aberta pelo deslizamento na Estrada da Graciosa |
Foto enviada pelo estudante Marco Antonio Leite mostra a cratera aberta pelo deslizamento na Estrada da Graciosa
Estradas

Deslizamento de terra interdita Estrada da Graciosa, em Morretes

A queda de trecho da estrada ocorreu por volta das 13 horas de quinta (13) no quilômetro 10,8 devido ao excesso de chuvas. Interdição continuará por tempo indeterminado

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Deslizamento de terra interdita Estrada da Graciosa, em Morretes Ampliar

O deslizamento de terra na altura do quilômetro 10,8 interditou o trecho da Estrada da Graciosa (PR-410), que liga Curitiba ao Litoral do estado, por volta das 13 horas desta quinta-feira (13), em Morretes.

Anteriormente, a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) havia informado que o acidente ocorrera no quilômetro 10,5.

De acordo com a PRE, cerca de 40 metros da pista cederam devido ao excesso de chuvas. O material acabou deslizando e caindo sobre o quilômetro 12, logo na descida da serra.

A interdição, conforme a PRE, segue por tempo indeterminado, já que há dificuldade para que as máquinas cheguem até o local. Na manhã desta sexta (14), a polícia informou que uma equipe do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) irá ao local para avaliar os estragos.

Ninguém ficou ferido.

Histórico

A Estrada da Graciosa é uma via histórica que começou a ser construída em 1854, ano da emancipação da província do Paraná. Ela liga os municípios de Quatro Barras a Morretes e tem uma extensão de 28,5 quilômetros, de acordo com o DER.

A via passa por uma região em que a Mata Atlântica mantem-se preservada e foi até a primeira metade do século 20 a única estrada pavimentada do estado.

Por esse motivo, a via foi de grande importância para a economia regional, já que por ela eram transportados os carregamentos de produtos como erva-mate, madeira e café até o Porto de Paranaguá.

Hoje a estrada é uma via de acesso ao litoral que proporciona aos viajantes espaços de lazer e ruínas históricas.

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    • SELECIONADO PELO EDITOR
    • Sinto muito mesmo. Precisamos de mais preservacao e cuidados. Espero que o trabalho que sera feito seja da melhor qualidade e perfeicao possivel. LCL - Luiz C Laba - 13/03/2014 21:22:05
    • Espero que nao contratem a mesma empreiteira que tapa os buracos na Joao Gualberto, porque senao com certeza daqui 15 dias volta tudo como esta agora . - CICERO LUIZ MALUCELLI - 14/03/2014 02:26:09
    • Desastre ecológico ou reação da natureza, pois a mãe natureza quando se vê ameaçada, evolui e tenta se curar! Caba a nossa tecnologia ajudar a recuperar esse espaço turístico e de lazer familiar em contato com a pura natureza. A NASA informou que a chagada do (M9 - Explosão Máxima Moderada Solar), neste domingo dia 09 que ja passou, não afetaria o clima do Planeta em si, somente alguma variação nos polos. Mas vendo esses desastres naturais da a entender que a história na prática tem um fundo de risco a todos na Terra. - RAFAELCRISPIM BEZERRA - 14/03/2014 08:09:49
    • O triste disso tudo é que do jeito que as coisas andam a julgar pela eterna \"falta de dinheiro\" do governo...a Graciosa vai ficar interditada por uma eternidade... Jesus nos acuda!!! - Vicky - 14/03/2014 08:58:28
    • e agora... como fazemos para ir ao litoral sem pagar pedágio? - eu - 14/03/2014 09:24:16
    • Também gostaria, mas não tenho esperança nenhuma. COmo tudo no Brasil, será feito nas coxas.... - Barbara M D - 14/03/2014 10:23:27
    • De Helicóptero talvez.... rsrs - Marco Aurélio Vitorino - 14/03/2014 11:19:11
    • Agora posso entrar na justiça e pedir isenção do pedágio para as praias, já que não tenho opção de estrada não pedagiada para aquele local. - Denival Jeter Guimarães - 14/03/2014 11:29:14
    • Agora a Ecovia VAI TER que abrir as cancelas. - Denival Jeter Guimarães - 14/03/2014 11:30:36
    • Nós que ganhamos nosso dinheiro com o turismo aqui em Curitiba, dependemos da Estrada da Graciosa funcionando. São dezenas de vans, guias de turismo, agências, turistas que descem de trem. Se fosse na Alemanha, a estrada já estaria pronta e funcionando. Japão da mesma forma. Mas aqui temos engenharia genérica, de segunda classe. Levar um ano, ou 6 meses? Isto é um absurdo e falta de consideração para com os que ganham seu dinheiro com o turismo. - Lotar Kaestner - 14/03/2014 21:35:26
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