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Envie seu depoimento sobre seus tempos de colégio e ajude a preservar a memória escolar do Paraná

Cerca de 500 colégios públicos estaduais do Paraná têm mais de 50 anos de funcionamento, mas não dispõem de programas de preservação. Por falta de proteção, perderam-se fotografias, atas, boletins e a própria arquitetura escolar. O governo do estado pretende virar esta página e acaba de iniciar um projeto de restauração dos edifícios antigos, assim como de seus documentos, atendendo, em princípio, as 13 escolas tombadas pelo Patrimônio, cujas fotos estão no slideshow abaixo.Leia a reportagem completa


Se você estudou numa dessas escolas, saiba que pode ajudá-las a preservar sua memória. Primeiramente, aqui na Gazeta do Povo ex-alunos podem enviar depoimentos dos .seus tempos. de Estadual do Paraná, Xavier da Silva ou D. Pedro II, entre outros, pelo sistema de comentários abaixo. Com essa ação, a Gazeta do Povo dar um exemplo simples de como a mobilização da comunidade escolar pode auxiliar no recolhimento desse material e despertar as pessoas para a importância de se manter essa memória viva.


Portanto, para apoiar, participe e compartilhe essa ação nas redes sociais, convocando seus colegas de escola para participar também. A Gazeta do Povo agradece à você pela ajuda, assim como a Secretaria de Estado da Educação do Paraná e à APP-Sindicato, que apoiaram a divulgação dessa ação.


A segunda forma é participar diretamente do projeto do governo, enviando materiais, como fotos e outros documentos, além de depoimentos, pelo e-mail: imprensa@seed.pr.gov.br.

Colégio Estadual do Paraná

O CEP, como é chamado, tem sua origem no Ginásio Paranaense, de meados do século 19. A partir de 1950, ganhou sede nova e imponente, misto de estilo getulista e art nouveau, tendo chegado ao posto de segunda melhor escola pública do Brasil, atrás do D. Pedro II do Rio de Janeiro. Foto: Antonio More / Gazeta do Povo

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