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5.º dia de greve

Greve no transporte: Curitiba tem mais um dia com frota abaixo do determinado

A pior situação foi registrada às 6h30, quando apenas 32% dos ônibus estavam circulando

 | Daniel Castellano/Gazeta do Povo
Daniel Castellano/Gazeta do Povo
 
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Em nenhum momento da manhã deste domingo a frota mínima de 40% estabelecida por determinação judicial. Segundo informações da Urbs, a frota que estava operante nesta manhã variou entre 36% e 37%. A pior situação foi registrada às 6h30, quando apenas 32% dos ônibus estavam circulando.

A decisão judicial prevê frota mínima de 40% em horários normais e 50% em horários de pico. Entretanto, segundo a Urbs, no domingo não há horário de pico, portanto apenas os 40% devem ser respeitados. Além disso, esse percentual é relativo à frota que opera aos domingos, que é menor que a que circula nos dias úteis.

Ainda segundo a Urbs, todos os relatórios do Centro de Controle Operacional, que dimensiona a frota que está circulando, estão sendo enviados à Justiça, quatro vezes por dia.

O desrespeito à frota mínima registrado neste domingo também aconteceu em outros dias. Às 9 horas deste sábado (18), a quantidade de ônibus atingiu a metade do esperado para o horário em dias sem paralisação – mínimo exigido por decisão judicial. Mas, por volta das 10 horas, a informação é de que apenas 37% da frota estava circulando, quando deveria ser de pelo menos 40%. No início da tarde, a estimativa é de que 23 estações-tubo estavam sem cobrador.

Greve segue, pelo menos, até terça-feira

Na sexta-feira (17), motoristas e cobradores do transporte coletivo e empresas de ônibus reuniram-se no Tribunal Regional do Trabalho, mas não chegaram a um acordo sobre o fim da greve. Uma nova rodada de negociação vai acontecer na terça-feira (21); até lá a greve continua.

Na audiência, que durou quatro horas, não houve nova proposta do Setransp, o sindicato patronal, que continuou oferecendo um reajuste de 5,43% - índice da inflação. O Sindimoc, sindicato que representa os motoristas e cobradores, pede 15% de aumento salarial e elevação do vale-alimentação de R$ 500 para R$ 977.

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