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Justiça ordena saída de docentes da Assembleia na Bahia

De acordo com a decisão, os grevistas devem deixar o saguão até as 14 horas desta sexta-feira

 
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Depois de vistoriar as instalações da área do saguão principal da Assembleia Legislativa da Bahia, ocupada desde 18 de abril por professores da rede estadual de ensino, em greve há 101 dias o juiz Ruy Eduardo Almeida Britto acolheu o pedido da presidência da Casa e determinou a saída dos docentes do local.

De acordo com a decisão, os grevistas devem deixar o saguão até as 14 horas desta sexta-feira. Segundo a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB-Sindicato), a determinação será cumprida.

Os professores fazem nesta manhã uma assembleia para decidir se a greve continua. Eles pleiteiam reajuste salarial de 14,26% ainda este ano, além do aumento de 6,5% que o governo baiano concedeu a todo o funcionalismo do Estado este ano. Também pedem que o corte de ponto que o governo faz desde maio seja revogado e que os professores não concursados que foram demitidos por causa da paralisação sejam readmitidos.

O governo oferece, além dos 6,5%, duas progressões de carreira, em setembro e em abril, mediante a participação em cursos de qualificação. De acordo com o governo, com as progressões de carreira, os reajustes salariais dos docentes seriam entre 22% e 26%.

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