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Pós-eleições

Richa mantém hostilidade com Leprevost e ameniza tensão com Ratinho Jr.

Após o desentendimento com o PSD, o governador afirmou que por enquanto não pretende fazer mudanças no secretariado

Beto Richa (PSDB) participou nesta segunda-feira (31) da reunião do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul). | Orlando Kissner/ANPr
Beto Richa (PSDB) participou nesta segunda-feira (31) da reunião do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul). Orlando Kissner/ANPr
 
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Em uma entrevista concedida após a reunião do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), o governador Beto Richa (PSDB) afirmou que não pretende fazer mudanças em seu secretariado e chamou de coincidência a ausência do secretário Ratinho Jr. (PSD) na reunião desta segunda-feira (31).

As explicações foram dadas depois de o acirramento da disputa eleitoral em Curitiba ter colocado Richa em divergência com dois dos principais articuladores da campanha de Ney Leprevost(PSD), Ratinho Jr., secretário de Desenvolvimento Urbano do governo Richa, e Eduardo Sciarra (PSD), ex-chefe da Casa Civil do atual governo.

Richa contemporizou as críticas feitas à Ratinho e Sciarra na terça-feira (25), quando disse ser inadmissível que dois aliados permitissem uma campanha difamatória contra ele. Na entrevista desta segunda, ele disse que no momento das declarações estava chateado com as agressões da campanha eleitoral de Leprevost.

O governador afirmou que tem amizade, consideração e apreço por Sciarra. Segundo ele, os comandantes do PSD no estado admitiram a ele que a campanha tinha fugido do controle.

Richa, entretanto, não colocou panos quentes nos desentendimentos com o deputado Ney Leprevost. Segundo ele, o candidato foi antiético ao distribuir jornais que, segundo Richa, o desonravam e difamavam.

“Uma demonstração de falta de ética do candidato, e candidato que trapaceia não merece governar uma cidade, ainda mais do porte, da importância de Curitiba. É assim mesmo, ao vencedor os louros, ao perdedor as explicações, então temos que respeitar também o direito [de Leprevost] de espernear”, disse o governador em resposta à acusação de Ney Leprevost de que servidores comissionados do governo do estado teriam o atacado nas redes sociais.

Richa disse também que, ocupando o cargo de governador do estado, preferiu manter-se afastado das campanhas eleitorais nos 399 municípios do Paraná e que por isso foi alvo de pressão de aliados políticos.

“Eu fiquei longe, equidistante, das campanhas nos 399 municípios. E olha que eu resisti a todo tipo de pressão: de prefeitos; de companheiros correligionários históricos, fundadores do meu partido que sempre me apoiaram. Sofri pressão de deputados, que vinham aqui com uma lista de candidatos que queriam que eu gravasse, que eu fosse em eventos no interior”, afirmou.

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